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 <title>MetaReciclagem - EdoR</title>
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 <description></description>
 <language>pt-br</language>
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 <title>técnica, tecnologia e tecnoxamã: mbraz devorado</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/blog/26-04-11/tecnica-tecnologia-e-tecnoxama-mbraz-devorado</link>
 <description>&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;
A t&amp;eacute;cnica s&amp;atilde;o modos de fazer e de saber-fazer, muitos modos de&lt;br /&gt;
saber-fazer mais as rela&amp;ccedil;oes de afeto(ou parentesco, no sentido&lt;br /&gt;
ind&amp;iacute;gena) compoem uma cultura... ou uma tecnologia, como queiram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a quest&amp;atilde;o maior &amp;eacute; como estas culturas, ou tecnologias, se inserem num&lt;br /&gt;
sistema maior de preda&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Se para o &amp;iacute;ndio, h&amp;aacute; uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre&lt;br /&gt;
aquilo que o devora(a on&amp;ccedil;a, o jaguar, a jib&amp;oacute;ia...) e a possibilidade&lt;br /&gt;
de que ele tambem a devore, num sistema de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o mutualizada de&lt;br /&gt;
sentido (de saber-fazer, de como matar a on&amp;ccedil;a); num sistema de&lt;br /&gt;
produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o como o capitalista, por ex., a mesma l&amp;oacute;gica pode ser&lt;br /&gt;
aplicada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o &amp;iacute;ndio ao matar a on&amp;ccedil;a, de certa forma, absorve parte de seu&lt;br /&gt;
esp&amp;iacute;rito e de seu modo existencia; ao lutarmos contra o capitalismo em&lt;br /&gt;
determinados momentos nos transformamos nele, pois somos a sua&lt;br /&gt;
contraparte, o seu complemento como presa a ser devorada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao falarmos da natureza da tecnologia, e n&amp;atilde;o da cultura digital(pois a&lt;br /&gt;
cultura digital est&amp;aacute; inserida numa cultura maior) tambem podemos usar&lt;br /&gt;
os mesmos principios filosoficos. Se a maquina computadora, as redes,&lt;br /&gt;
o google, por ex., funcionam como uma especie de Or&amp;aacute;culo de Delfos&lt;br /&gt;
que, se por um lado me responde questoes, por outro se alimenta dos&lt;br /&gt;
meus dados (do meu perfil, de onde estou fisicamente e o que ando&lt;br /&gt;
fazendo). Portanto um sistema de presa e predador ind&amp;iacute;gena, onde um&lt;br /&gt;
tenta devorar o outro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porem ha&#039; um desvio nesse sistema de preda&amp;ccedil;&amp;atilde;o... ocorre quando o&lt;br /&gt;
tecnoxam&amp;atilde; subverte o uso previsto da maquina computadora - esta que &amp;eacute;&lt;br /&gt;
pobre em cultura e natureza pois pensa com somente a parte&lt;br /&gt;
racional-l&amp;oacute;gica-simb&amp;oacute;lica do homem, feita por esse como criatura. Tal&lt;br /&gt;
desvio ocorre quando se pega pe&amp;ccedil;as soltas, moldando-as num toscol&amp;atilde;o ou&lt;br /&gt;
um toscolinho, via Glerm. Quando a subvers&amp;atilde;o do uso rompe a&lt;br /&gt;
pr&amp;eacute;-determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da m&amp;aacute;quina fria e adentra por um outro dominio, o da&lt;br /&gt;
sonoridade. Os sons s&amp;atilde;o tanto do dom&amp;iacute;nio da humanidade quanto da&lt;br /&gt;
Natureza. Nesse momento a m&amp;aacute;quina torna-se marac&amp;aacute;, pois transcende&lt;br /&gt;
mundos espirituais. Parte daquilo que &amp;eacute; morto(feito de minerais,&lt;br /&gt;
sil&amp;iacute;cio, artificial, que n&amp;atilde;o se reproduz) para adentrar no dom&amp;iacute;nio da&lt;br /&gt;
vida, a composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o maior e misteriosa, feita de sonoridades,&lt;br /&gt;
sensa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, percep&amp;ccedil;&amp;otilde;es e afetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando a Viveiros de Castro, que na real &amp;eacute; somente um tradutor, ou&lt;br /&gt;
transdutor, da natureza ind&amp;iacute;gena, podemos nos perguntar: -Onde ent&amp;atilde;o&lt;br /&gt;
realmente estamos na cosmogonia &amp;nbsp;da preda&amp;ccedil;&amp;atilde;o capitalista? Entre os que&lt;br /&gt;
comem comigo, entre aqueles que me comem ou naqueles que eu como? 
&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;E-mail do Mbraz em 26 de abril de 2011. Parte de uma conversa na thread &amp;quot;chat ruiz e fabi&amp;quot; que veio / vem rolando esse dias na lista metarec. &amp;nbsp;(Deu vontade de botar no site e relacionar ao EdorR, depois tento explicar.)&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://rede.metareciclagem.org/blog/26-04-11/tecnica-tecnologia-e-tecnoxama-mbraz-devorado#comments</comments>
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 <category domain="http://rede.metareciclagem.org/assunto/EdoR">EdoR</category>
 <category domain="http://rede.metareciclagem.org/assunto/mbraz">mbraz</category>
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 <group domain="http://rede.metareciclagem.org/conectaz/Encontro-do-Recife" xmlns="http://drupal.org/project/og">Encontro do Recife</group>
 <pubDate>Tue, 26 Apr 2011 15:05:45 +0000</pubDate>
 <dc:creator>o2</dc:creator>
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 <title>Fóruns e linguagens</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/blog/01-03-11/Foruns-e-linguagens</link>
 <description>&lt;p&gt;&amp;nbsp;Desde o inicio de fevereiro temos participado como ouvintes e palpiteiros dos foruns de linguagens de Jampa, principalmente do forum da musica. Desde de ent&amp;atilde;o tudo que temos apresentado, interado a galera sobre, vem surtindo efeito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde o Dominio P&amp;uacute;blico das obras de Pedro Osmar at&amp;eacute; o debate sobre a coletanea que est&amp;aacute; para ser prensada; do debate de fomento a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o cultural at&amp;eacute; a revis&amp;atilde;o dos conselhos - municipal e estadual - de cultura, editais regionais e criterios de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Discuss&amp;otilde;es t&amp;atilde;o amplas assim esbarram em assuntos delicados &amp;agrave; primeira vista: MinC, Lei Rouanet, Direito Autoral, Sustentabilidade, Economia Viva, Produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o Colaborativa e envolvimento com o governo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tantos por&amp;eacute;ns e receios foram deixados de lado ontem a noite. Toda &amp;uacute;ltima segunda feira de m&amp;ecirc;s o f&amp;oacute;rum da m&amp;uacute;sica de Jo&amp;atilde;o Pessoa promove um debate de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou desinforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Dessa vez fomos convidados- por estarmos presentes sempre - a orientar um debate sobre direito autoral. Assunto complexo pra quem est&amp;aacute; tentando sobreviver de m&amp;uacute;sica em moldes antigos, artistas que muitas vezes ainda n&amp;atilde;o se adaptaram ao mundo digital, ou at&amp;eacute; n&amp;atilde;o tem a dimens&amp;atilde;o da nova forma de lidar com a arte resultante de seu trabalho nesses novos paradigmas culturais. Pois bem apresentamos slides, videos, debatemos, falamos muito, ouvimos muitas duvidas, questionamentos e sugest&amp;otilde;es. Acabamos com um punhado de musicos, compositores interessados em novas formas de direito autoral, cheios de desapontamento com o sistema vigente que muitos n&amp;atilde;o tinham ideia de como funcionava, de porque a musica que comporam rendeu apenas 50 centavos pelo ECAD nesses anos todos. Artistas carentes de novos caminhos e esperan&amp;ccedil;as para ter sua obra aceita e divulgada por ai. Carentes de show com p&amp;uacute;blico, de ouvintes de amantes de suas poesias e melodias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Saimos de l&amp;aacute; elogiados por estes e incubidos de levar essa mensagem as outras linguagens, saimos com um folego extra dado por antigos que est&amp;atilde;o prontos a se adaptar ao novo. Saimos daquela sala num pr&amp;eacute;dio hist&amp;oacute;rico subutilizado com um p&amp;eacute; numa nova realidade para a cena cultural da paraiba.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se &amp;eacute; otimismo nosso n&amp;atilde;o sei, mas que os figurinhas e figur&amp;otilde;es ali presentes botaram mais f&amp;eacute; que imaginavamos, botaram, e a curiosidade e a trilha que come&amp;ccedil;ou a se abrir foram os alimentos pra isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os por&amp;eacute;ns viraram bandeiras, e estas bandeiras levantadas pelos artistas at&amp;eacute; ent&amp;atilde;o alheios a tudo isso, v&amp;atilde;o para rua, para a&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o com todos os interessados nisso. #tamojunto&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://rede.metareciclagem.org/blog/01-03-11/Foruns-e-linguagens#comments</comments>
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 <group domain="http://rede.metareciclagem.org/conectaz/Jampa-nas-midias-livres" xmlns="http://drupal.org/project/og">Jampa nas mídias livres</group>
 <pubDate>Tue, 01 Mar 2011 10:39:16 +0000</pubDate>
 <dc:creator>stellamsd</dc:creator>
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<item>
 <title>Encontro do Recife</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/conectaz/Encontro-do-Recife</link>
 <description>&lt;div class=&quot;form-item&quot;&gt;
 &lt;label&gt;Descrição: &lt;/label&gt;
 O objetivo é colher sugestões, reclamações, propostas, contribuições, reclamações pra fazer possível o que já imaginável
&lt;/div&gt;
&lt;h2&gt;&amp;nbsp;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://web.tiscali.it/ondecorte/recifenoturna.jpg&quot; /&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2 class=&quot;rtecenter&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;O Encontro do Recife - #EdoR&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;O encontro de metarecicleirxs na cidade do Recife em 20xx&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Quando&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;a definir em 20xx&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Onde&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recife - PE (local a definir)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Por que se encontrar&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para pensar junto sobre os discursos que tornam a metareciclagem poss&amp;iacute;vel, desej&amp;aacute;vel, er&amp;oacute;tica e uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva libertadora, delirante, criativa - ou n&amp;atilde;o.&amp;nbsp;Discursos materializam o exerc&amp;iacute;cio de poder de controle e de autoridade; de legitima&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de caixas (fechadas).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para exercitar mais uma oportunidade de supera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das posturas dicot&amp;ocirc;micas (ativista - acad&amp;ecirc;mico etc) que s&amp;atilde;o a bem dizer bem c&amp;ocirc;modas e interessantes, mas s&amp;atilde;o moinhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para dialogar a Metareciclagem como um MOVIMENTO SOCIAL. E n&amp;atilde;o se trata mais ent&amp;atilde;o de nomear ou n&amp;atilde;o o que seja a Metarec, trata-se da disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da necessidade (at&amp;eacute; de sobreviv&amp;ecirc;ncia) de pensar uma articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o com outras formas de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva de maneira que se aprofunde uma certa identidade. Porque h&amp;aacute; v&amp;aacute;rias em tr&amp;acirc;nsito, n&amp;atilde;o &amp;eacute; mesmo? Elas s&amp;atilde;o excludentes? Elas se cooperam? No que a afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o e consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma identidade &amp;#39;movimento social&amp;#39; contribui com as articula&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias com o &amp;#39;novo&amp;#39; governo federal? E com os governos estaduais?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Objetivos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- A presentar pesquisas recentes sobre emerg&amp;ecirc;ncias, experi&amp;ecirc;ncias, processos, metodologias que se situam no entrecruzamento entre cultura, pol&amp;iacute;tica e T.I. no Brasil;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Discutir influ&amp;ecirc;ncias, experi&amp;ecirc;ncias, &amp;nbsp;discursos justificadores de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas com m&amp;iacute;dias livres colocadas em pr&amp;aacute;tica na primeira d&amp;eacute;cada do s&amp;eacute;culo XXI;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Avaliar a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessas pr&amp;aacute;ticas com as regras, modelos, preconceitos e limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es das inst&amp;acirc;ncias de pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Participantes&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(Para participar basta colocar o nome, &amp;nbsp;uma tag e vir fazer junto)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Andr&amp;eacute;a Saraiva - #economiadacultura&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;C&amp;eacute;lia Menezes - #tecmulher&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Daniel Duende &amp;nbsp;- #mitoreciclagem&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Douglas Rodrigues - #musicorec&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Felipe Fonseca - #redelabs&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Glerm Soares - #tecnocracia&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hernani Dimantas - #zonasdecolaboracao&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isaac Filho - #mitoreciclagem&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Luiz P. Costa - #midiaslivres&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Luca Toledo - #culturaciborgue&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ma&amp;iacute;ra Brand&amp;atilde;o - #politicadecultura&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Marcelo Braz - #economiasolidaria&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Meiry Coelho - #sociomovimentos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;o2 - #reacesso&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Patr&amp;iacute;cia Fisch - #vidalivre&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Raquel Lira - #politicadecultura&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;R&amp;eacute;gis Bailux - #bando&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Regiane Nigro - #lixoeletronico&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ricardo Brazileiro - #cotidianosensitivo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Stella D&amp;#39;Agostini &amp;nbsp;- #midiaslivres&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tati Wells - #baobavoador&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Teia Camargo - #acoesanimicas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Yasodara C&amp;oacute;rdova - #ontodesign&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Pesquisas (acrescente outras)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hernani Dimantas - Zonas de Colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e MetaReciclagem: pesquisa-a&amp;ccedil;&amp;atilde;o em rede&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tha&amp;iacute;s Brito, Ricardo Ruiz, Pixels - &lt;a href=&quot;http://www.culturadigital.br/contraculturadigital/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Contracultura digital&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rafael Evangelista - &lt;a href=&quot;http://aty.hipatia.net/elgg/rae/files/-1/123/RafaelEvangelista951356.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Traidores do movimento: pol&amp;iacute;tica, cultura, ideologia e trabalho no Software Livre.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eliane Costa - &lt;a href=&quot;http://www.slideshare.net/Culturadigital/dissertao-eliane-costacom-quantos-gigabytes-se-faz-uma-jangada-um-barco-que-veleje-o-ministrio-da-cultura-na-gesto-gilberto-gil-diante-do-cenrio-das-redes-e-tecnologias-digitais&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&amp;quot;Com quantos gigabytes se faz um barco que veleje&amp;quot;: o Minist&amp;eacute;rio da Cultura, na Gest&amp;atilde;o Gilberto Gil, diante do cen&amp;aacute;rio das redes e tecnologias digitais.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Luiz Carlos Pinto (Lula) - &amp;nbsp;&lt;span class=&quot;aptureLink aptureLinkDown&quot; id=&quot;apture_prvw1&quot;&gt;&lt;a class=&quot;aptureLink snap_noshots&quot; href=&quot;http://www.locoporti.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/Trabalho-finalizado-LUIZ-CARLOS-PINTO.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;A&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas com m&amp;iacute;dias livres: uma interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o gramsciana de seu programa pol&amp;iacute;tico&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Paulo Jos&amp;eacute; Lara -&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Algumas Quest&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vamos estabelecer uma programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o? Como?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem vier, como vem e onde fica?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;field field-type-text field-field-situacao-conectaz&quot;&gt;
      &lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Situação desta ConecTAZ:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
    &lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;
            &lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;
                    funcionando        &lt;/div&gt;
        &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
  &lt;h3 class=&quot;location-locations-header&quot;&gt;Localização&lt;/h3&gt;
  &lt;div class=&quot;location-locations-wrapper&quot;&gt;
          &lt;div class=&quot;location vcard&quot;&gt;
  &lt;div class=&quot;adr&quot;&gt;
                              &lt;div class=&quot;country-name&quot;&gt;Brazil&lt;/div&gt;
                                        &lt;span class=&quot;geo&quot;&gt;&lt;abbr class=&quot;latitude&quot; title=&quot;-8.059230&quot;&gt;8° 3&#039; 33.228&quot; S&lt;/abbr&gt;, &lt;abbr class=&quot;longitude&quot; title=&quot;-34.892578&quot;&gt;34° 53&#039; 33.2808&quot; W&lt;/abbr&gt;&lt;/span&gt;
            &lt;/div&gt;
      &lt;div class=&quot;map-link&quot;&gt;
      &lt;div class=&quot;location map-link&quot;&gt;See map: &lt;a href=&quot;http://maps.google.com.br?q=-8.059230+-34.892578+%28%2C+%2C+%2C+%2C+br%29&quot;&gt;Google Maps&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;    &lt;/div&gt;
  &lt;/div&gt;
      &lt;/div&gt;
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 <pubDate>Tue, 25 Jan 2011 17:06:30 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Luiz</dc:creator>
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 <title>Ana de Hollanda por @lulaPCosta em 8 tweets</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/blog/22-01-11/Ana-de-Hollanda-por-lulaPCosta-em-8-tweets</link>
 <description>&lt;p&gt;Mais do que o perrengue com o PMDB e sua gula, o retrocesso na pol&amp;iacute;tica do MinC indica um prejuizo maior para a gest&amp;atilde;o DIlma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A escolha de Ana de Hollanda &amp;eacute; at&amp;eacute; agora o maior erro da presidenta no processo de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma hegemonia a partir do gov. Lula.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O prejuizo a que me refiro n&amp;atilde;o &amp;eacute; evidente nem para oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o direitista nem para cidad&amp;atilde;o m&amp;eacute;dio. Mas 1) despotencializa mov sociais;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2) privilegia setores j&amp;aacute; abastados entre produtores culturais no Brasil;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3) Consolida um processo milenar de exclus&amp;atilde;o e anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da fala de setores marginalizados da sociedade brasileira;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;4) Desrespeita um processo democr&amp;aacute;tico elaborado no MInC durante oito anos;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5) Confirma a tradico de descontinuidade entre uma gest&amp;atilde;o e outra na gest&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;6) O que &amp;eacute; uma forma tb de confirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do car&amp;aacute;ter personalista da gest&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica e das formas de fazer pol&amp;iacute;tica institucional no Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;-------------------------------------------&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Via twitter rss:&amp;nbsp;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://twitter.com/statuses/user_timeline/57140382.rss&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://twitter.com/statuses/user_timeline/57140382.rss&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;zemanta-pixie&quot;&gt;&lt;a class=&quot;zemanta-pixie-a&quot; title=&quot;Enhanced by Zemanta&quot; href=&quot;http://www.zemanta.com/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;img class=&quot;zemanta-pixie-img&quot; alt=&quot;Enhanced by Zemanta&quot; src=&quot;http://img.zemanta.com/zemified_a.png?x-id=3c233135-a2fe-43fc-ae79-ded13776601d&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class=&quot;zem-script more-related pretty-attribution&quot;&gt; &lt;script type=&quot;text/javascript&quot; src=&quot;http://static.zemanta.com/readside/loader.js&quot; defer=&quot;defer&quot;&gt;&lt;/script&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
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 <title>O Encontro do Recife</title>
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 <description>&lt;h2&gt;&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;Estamos organizando as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/conectaz/Encontro-do-Recife&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Aqui&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;ConeTAZ &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/conectaz/Encontro-do-Recife&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Encontro do Recife&lt;/a&gt;.&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;</description>
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 <pubDate>Tue, 23 Nov 2010 02:35:36 +0000</pubDate>
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 <title>É um exercício de tradução limitado pelo vocabulário</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/wiki/ExercicioAcademia</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O trecho de texto abaixo come&amp;ccedil;a com a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um post do blog #reacesso e&amp;nbsp; migra para um texto a ser constru&amp;iacute;do na wiki metareciclagem. &lt;/strong&gt;&lt;strike&gt;&lt;strong&gt;Se ele passar a ser um texto com mais de um colaborador entramos em uma outra fase.&lt;/strong&gt;&lt;/strike&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;.....&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tava&amp;nbsp; aqui estudando um texto que fala de como a desconstru&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma cr&amp;iacute;tica convencional do texto porque ali o &amp;quot;desconstrutor&amp;quot; n&amp;atilde;o&amp;nbsp; sup&amp;otilde;e &amp;quot;saber mais&amp;quot; que o construtor. E que o que essa pr&amp;aacute;tica&amp;nbsp; explora de fato a capacidade que a linguagem tem de falar mais que os controles que temos dela. Da&amp;iacute;, n&amp;atilde;o sei porque, lembrei de um epis&amp;oacute;dio em sala de aula no semestre passado, numa disciplina sobre redes, quando eu insatisfeito com as discuss&amp;otilde;es que estavam me parecendo formalistas demais, coloquei que o problema com o discurso que est&amp;aacute;vamos ali tentando estabelecer era essa amarra do produzir &amp;quot;acad&amp;ecirc;mico&amp;quot; que nos faz ter que trazer vozes j&amp;aacute; legitimadas aqui ou acol&amp;aacute; para falar por n&amp;oacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lembro que o que eu pensava na hora era essa coisa de cada palavra, express&amp;atilde;o, no&amp;ccedil;&amp;atilde;o usada num texto, discurso acad&amp;ecirc;mico ter que trazer &lt;i&gt;aliados &lt;/i&gt;&amp;quot;te&amp;oacute;ricos&amp;quot; para uma disputa. Conceitos, no&amp;ccedil;&amp;otilde;es, perspectivas que estabelecem posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e colocam as possibilidades do jogo. As contrapartes, advers&amp;aacute;rios no jogo,&amp;nbsp; ou&amp;nbsp; possuem tamb&amp;eacute;m algum&amp;nbsp; &amp;quot;dom&amp;iacute;nio&amp;quot;&amp;nbsp; das posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es colocadas ou jogam com outras posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para objetivos aparentemente iguais. Apenas aparentemente, porque h&amp;aacute;&amp;nbsp; objetivos impl&amp;iacute;citos, objetivos n&amp;atilde;o manifestos, que de fato diferenciam os objetivos.&amp;nbsp; Estas posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;nbsp; tem que ter&amp;nbsp; legitimidade de acordo com as conven&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos grupos que est&amp;atilde;o no jogo. Um&amp;nbsp; clube fechado onde as regras n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o influenciadas por percep&amp;ccedil;&amp;otilde;es externas.S&amp;oacute; podemos usar conceitos e no&amp;ccedil;&amp;otilde;es a, b ou c que v&amp;ecirc;m de X, Y e Z porque X, Y e Z j&amp;aacute; s&amp;atilde;o reconhecidos pelo jogadores como posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es leg&amp;iacute;timas. &amp;Eacute; a&amp;iacute; que o formalismo enche o saco, limita e provavelmente produz esses espet&amp;aacute;culos sem sentido que muitos veem nos trabalhos acad&amp;ecirc;micos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es eu vejo na pr&amp;aacute;xis que podem ser trazidas para o jogo ?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ent&amp;atilde;o &amp;eacute; que faz sentido ter as posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e sua limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es e trazer posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es da pr&amp;aacute;xis para ampliar as compreens&amp;otilde;es e chegar a ....&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;mas estamos limitados pelas possibilidades de tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os vocabul&amp;aacute;rios n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o suficientes para traduzir as experi&amp;ecirc;ncias sem perder muito de sua riqueza&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A&amp;iacute; nesse jogo, ainda estamos enfrentando quest&amp;otilde;es&amp;nbsp; morais e legais a serem dribladas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;as experi&amp;ecirc;ncias n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o limitam &amp;agrave;s purifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es que precisamos fazer delas para narr&amp;aacute;-las no contexto acad&amp;ecirc;mico... aspectos morais, legais&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;por outro lado n&amp;atilde;o h&amp;aacute; de fato essa fronteira no clube. O que &amp;eacute; elimidado para purificar o texto se d&amp;aacute; apenas no texto, por isso a compreens&amp;atilde;o do&amp;nbsp; pesquisador sempre &amp;eacute; mais ampla que o que h&amp;aacute; no seu texto,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pesquisador, escritor, narrador dos fatos para a academia purifica as experi&amp;ecirc;ncias para o texto mas lida&amp;nbsp; com as impurezas na pr&amp;aacute;xis e sabe que o texto, os textos s&amp;atilde;o sempre muito limitados,&amp;nbsp; pois por menos de impurezas que tenhamos eliminado o texto n&amp;atilde;o &amp;eacute; a experi&amp;ecirc;ncia....&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Depois de algumas contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es na lista elaboro o que vem a seguir em 06 de junho de 2010 &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nestas nossas &amp;quot;conversas&amp;quot; em lista, de uma forma mais direta e com um tempo e espa&amp;ccedil;o de dispers&amp;atilde;o e esgotamento maiores,&amp;nbsp; ou em posts de blogs e wikis e com outras caracteriza&amp;ccedil;&amp;otilde;es de tempo e espa&amp;ccedil;o, ou mesmo nos mensageiros instant&amp;acirc;neos, no IRC, cada um desses espa&amp;ccedil;os e pr&amp;aacute;ticas s&amp;oacute;cio tecnol&amp;oacute;gicas com suas possibilidades e limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es, sempre revivo a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que fez chegar &amp;agrave; compreens&amp;atilde;o do #reacesso.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O reacesso, &amp;agrave; primeira vista, com uma olhada superficial, pode parecer um simples ir e voltar de de textos e compreens&amp;otilde;es. Mas, por outro lado, ao mesmo tempo que leio a ordem do discurso, vou tendo cada vez mais refor&amp;ccedil;ada uma no&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que,&amp;nbsp; ainda que eu n&amp;atilde;o sinta que consiga expressar plenamente, e que bom que n&amp;atilde;o consiga, reacesso &amp;eacute; real como aquela realidade que eu crio.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Criamos as realidades ao nomear certas coisas que carecem apenas de reacesso para receberem um outro nome e assim por diande. Mesmo quando n&amp;atilde;o nomeamos explicitamente&amp;nbsp; trabalharmos com a no&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a vis&amp;atilde;o, a cren&amp;ccedil;a, um tipo de discurso ao qual n&amp;atilde;o ligamos sempre conscientemente e diretamente a textos anteriores, e aqui eu uso texto compreendendo que pode significar muito mais do que algo que est&amp;aacute; escrito.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Recentemente fui apresentado &amp;agrave; met&amp;aacute;fora da tecnologia enquanto texto. No&amp;ccedil;&amp;atilde;o creditada ao Steve Woolgar e que a Christine Hine utilizou num livro de 2000, o Virtual Ethnography. A inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o nesse par&amp;aacute;grafo era falar disto um pouco, j&amp;aacute; que achei a no&amp;ccedil;&amp;atilde;o muito interessante e parece que ela tem um fundamento tamb&amp;eacute;m para como estou visualizando a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um entendimento de tecnologia com a Actor-Network Theory. Mas quando eu retomo a escrita imediatamente algo me v&amp;ecirc;m &amp;agrave; cabe&amp;ccedil;a. Que o reacesso &amp;eacute;, tamb&amp;eacute;m,&amp;nbsp; justamente uma rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; dificuldade de lidar com as refer&amp;ecirc;ncias.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;Eacute; justamente esse processo que eu estou falando, de ter as pessoas conversando sobre um assunto mas sempre tendo que buscar refer&amp;ecirc;ncias como aliados para&amp;nbsp; para que a conversa continue. S&amp;oacute; que uma percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediada, agora, &amp;eacute; que essas refer&amp;ecirc;ncias, ainda que me parecem quando penso em &amp;quot;objetivo&amp;quot; muito semelhantes, mas devem&amp;nbsp; ter intencionalidades que eu n&amp;atilde;o compreendo, n&amp;atilde;o acesso, n&amp;atilde;o vejo, n&amp;atilde;o sinto e por a&amp;iacute; vai.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Acho que a discuss&amp;atilde;o vai na quest&amp;atilde;o desses aliados-refer&amp;ecirc;ncias para o falar e como participar da conversa r sem esses aliados-refer&amp;ecirc;ncias. &amp;Eacute; poss&amp;iacute;vel? &amp;Eacute; poss&amp;iacute;vel que a sua fala seja considerada? E os aliados-refer&amp;ecirc;ncias n&amp;atilde;o manifestos? Bem, claro que o pedacinho do Foucault que eu li deu uma turbinada aqui na capacidade de visualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da coisa. E, ao mesmo tempo, seŕa que eu posso dizer que t&amp;ocirc; entendendo quando o Liquuid diz que a lista &amp;eacute; muito acad&amp;ecirc;mica, que somos muito acad&amp;ecirc;micos?&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Vou voltar pro resto do texto do Foucault, esse, como v&amp;aacute;rios,&amp;nbsp; eu n&amp;atilde;o consigo deixar pela metade. O que refor&amp;ccedil;a para mim a&amp;iacute; que h&amp;aacute; uma s&amp;eacute;rie de problemas em torno dessa quest&amp;atilde;o do reacesso, especialmente quando limito a quest&amp;atilde;o &amp;agrave; &lt;strong&gt;releitura do que em tese ainda n&amp;atilde;o foi lido&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Fri, 04 Jun 2010 15:11:59 +0000</pubDate>
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 <title>MutiraoThreadOutono2010</title>
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 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;quot;&lt;span class=&quot;hP&quot; id=&quot;:1yo&quot;&gt;Metarecicl&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class=&quot;hP&quot; id=&quot;:1yo&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class=&quot;hP&quot; id=&quot;:1yo&quot;&gt;agem e a Academia&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dasilvaorg:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Algumas considera&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre um papo que certamente n&amp;atilde;o come&amp;ccedil;ou a&amp;iacute;, mas que recentemente foi retomado nesta thread: &lt;a href=&quot;http://comments.gmane.org/gmane.politics.organizations.metareciclagem/36571&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Refer&amp;ecirc;ncia do C&amp;oacute;digo Aberto e do Software Livre&lt;/a&gt;&lt;br clear=&quot;all&quot; /&gt;
	&lt;br /&gt;
	* Academia &amp;eacute; muito gen&amp;eacute;rico. A gente cai num imagin&amp;aacute;rio gen&amp;eacute;rico acad&amp;ecirc;mico, mas h&amp;aacute; mais mist&amp;eacute;rios entre o c&amp;eacute;u e a terra bl&amp;aacute;, bl&amp;aacute;, bl&amp;aacute;...&lt;br /&gt;
	* Se pensarmos nas coisas como sistemas de cren&amp;ccedil;as e pr&amp;aacute;ticas d&amp;aacute; no mesmo ser acad&amp;ecirc;mico ou n&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;
	* Ret&amp;oacute;rica &amp;eacute; o ponto em qualquer um desses sistemas;&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dalton martins&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;exato!&lt;br /&gt;
	a liberdade t&amp;aacute; na forma do pensamento, a estrutura &amp;eacute; pris&amp;atilde;o apenas para quem v&amp;ecirc; a pris&amp;atilde;o...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;pro.thiago &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Ontem, conversei com colegas que escolheram a univerdade como seu palco.&lt;br /&gt;
	A universidade &amp;eacute; legal, mas trocamos, no papo, dois riscos:&lt;br /&gt;
	O espa&amp;ccedil;o acad&amp;ecirc;mico tamb&amp;eacute;m cont&amp;eacute;m seus v&amp;iacute;cios, ideologias, conchavos, cozinha&amp;ccedil;&amp;otilde;es do galo, ran&amp;ccedil;os e ranhos ideol&amp;oacute;gicos. Se (des)enganado pela ilus&amp;atilde;o do copyright da verdade pode se tornar uma emboscada para algumas mentes, fechando c&amp;oacute;digos e acessos. Pena...&lt;br /&gt;
	Quantos departamentos vinculados &amp;agrave; multinacionais, apropriados pela l&amp;oacute;gica de mercado e pela gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de t&amp;iacute;tulos viciados...&lt;br /&gt;
	O segundo risco &amp;eacute; a punhetagem. A acad&amp;ecirc;mia pode ser uma&amp;nbsp; das gaiolas do medo. Conhecimento que n&amp;atilde;o produz transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, para mim perde o sentido. Engorda tra&amp;ccedil;as mas n&amp;atilde;o gente... A universidade precisa de mais &amp;quot;extens&amp;atilde;o&amp;quot;, vascularidade, sintonia com nossas comundades.&lt;br /&gt;
	Na cultura popular quem define o &amp;quot;bamba&amp;quot; &amp;eacute; a comunidade, sua hist&amp;oacute;ria e compromisso:&lt;br /&gt;
	&amp;quot;Menino, quem &amp;eacute; seu Mestre?&amp;quot;&lt;br /&gt;
	Qual &amp;eacute; o lugar do conhecimento?:&lt;br /&gt;
	&lt;i&gt;&amp;quot;diz que foi pora&amp;iacute;...&amp;quot;&lt;/i&gt;, talvez at&amp;eacute; pela univerdade se tiver quem o possa ach&amp;aacute;-lo:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=9-WaE08iWpc&amp;amp;feature=related&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=9-WaE08iWpc&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Mas cuidemos com as salas de jantar, n&amp;atilde;o se perdamos no pora&amp;iacute; que seja:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=uR3gWHPNy54&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=uR3gWHPNy54&lt;/a&gt; &amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;franscisco alves&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&amp;quot;Isso!&lt;br /&gt;
	Eu via um bocado de birra e de gente que n&amp;atilde;oqueria ficar por baixo e ficava tirando argumento da cartola de tudo quanto&amp;nbsp;&amp;eacute; jeito para se opor a mim. S&amp;oacute; para dar uma de que tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; contestador e argumentador.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Fora desse ambiente rolamais humildade, desde que eu seja humilde tamb&amp;eacute;m.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Experimentei isso n&amp;atilde;o apenas quando falava sobre software livre, mas sobre coleta seletiva e lixo e vegetarianismo tamb&amp;eacute;m.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Tem orelha seca com a mente mais aberta e disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para aprender&amp;nbsp;que muito universit&amp;aacute;rio.&amp;quot;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;mbraz&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;nana, nina , nao. Creditar somente ao sistema de cren&amp;ccedil;as e&amp;#39; bastante&lt;br /&gt;
	comodo para quem esta&amp;#39; dentro e ligado a academia.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Se o orelha seca e o Dr. forem presos nao ficarao na mesma cela.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Se o orelha seca mandar um texto para o congresso que nao caiba nas&lt;br /&gt;
	normas da A.B.N.T, recebera&amp;#39; um muito obrigado somente como resposta.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Se cortarem todas as bolsas de pesquisa e &amp;#39;financiamento&amp;#39; no Brasil,&lt;br /&gt;
	quem podera&amp;#39; nos socorrer? Chapolim Colorado?&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	;))&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	m&amp;#39;braz ... de muito bom humor aqui na Bahia.&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dasilvaorg&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Sistemas de cren&amp;ccedil;as e pr&amp;aacute;ticas &amp;eacute; muito diferente de apenas sistemas de cren&amp;ccedil;as.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	E afinal, de onde vem essa express&amp;atilde;o &amp;quot;orelha seca&amp;quot;?&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	m&amp;#39;braz, acho que n&amp;atilde;o d&amp;aacute; pra ver, como voc&amp;ecirc; diz,&amp;nbsp; &amp;quot;quem est&amp;aacute; dentro e ligado &amp;agrave; academia&amp;quot; como privilegiado s&amp;oacute; por &amp;quot;ser&amp;quot; &amp;quot;academia&amp;quot;. A&amp;iacute; a gente desmantela uma id&amp;eacute;ia de Redes? N&amp;atilde;o?&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	E pensando assim, como voc&amp;ecirc; pensa em: PODER?&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A Bahia &amp;eacute; massa! :)&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dalton martins&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Companheiro,&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Dentro e fora &amp;eacute; que &amp;eacute; a quest&amp;atilde;o. Se vemos assim, a separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; t&amp;aacute; criada.&lt;br /&gt;
	Ligado e desligado todo mundo t&amp;aacute;.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A quest&amp;atilde;o num &amp;eacute; o onde, e sim o como.... Bater na academia &amp;eacute; igual&lt;br /&gt;
	bater no governo.... Mas, a mudan&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o come&amp;ccedil;a l&amp;aacute;, come&amp;ccedil;a aqui,&lt;br /&gt;
	pertinho... Ou a&amp;iacute;. Ou n&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Abs&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;mbraz&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;orelha seca vem no proximo email que voce ainda nao leu.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Leituras lineares fazem parte do sistema de crencas e praticas da academia.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	tem muita rede aqui na bahia... ;)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;eita, num criei separacao nenhuma, nao, bixim? Num to batendo na&lt;br /&gt;
	acadimia nao, to batendo nos academicos mesmo, que estes sim sao o&lt;br /&gt;
	processo.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ou voces acharam que eu estava falando em instituicoes?&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dasilvaorg&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Ai, ai que minha compreens&amp;atilde;o &amp;eacute; limitada m&amp;#39;braz. Ademais n&amp;atilde;o estou na Bahia, nas redes e, portanto, a mente t&amp;aacute; menos arejada. hehe&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Se voc&amp;ecirc; cria uma categoria,&amp;nbsp; &amp;quot;acad&amp;ecirc;micos&amp;quot;,&amp;nbsp; voc&amp;ecirc; t&amp;aacute; falando de institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es sim, n&amp;atilde;o? Ou voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; querendo se referir a organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A Marilena Chau&amp;iacute; &amp;eacute; que tem um texto que eu gosto falando da universidade institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o X universidade organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o: &lt;a href=&quot;http://pet.icmc.usp.br/enapet/docs/GD4_texto2.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://pet.icmc.usp.br/enapet/docs/GD4_texto2.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	:)&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dalton martins&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;mbraz,&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;falar de acad&amp;ecirc;micos, pol&amp;iacute;ticos, cientistas, fil&amp;oacute;sofos ou anarquistas &amp;eacute; a mesma coisa.&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;apenas categorias abstratas de algo que apenas tu sabe exatamente o quer dizer. ou seja, se tu t&amp;aacute; batendo em acad&amp;ecirc;micos, tu t&amp;aacute; batendo em si mesmo, pq a id&amp;eacute;ia que tu tem de acad&amp;ecirc;micos &amp;eacute; tua e pode ser que as coisas n&amp;atilde;o ocorram exatamente assim...&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;o bacana do metareciclagem pra mim &amp;eacute; que aqui a gente vive experi&amp;ecirc;ncia viva de rede.&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;e na rede somos tags emergindo e submergindo...&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;se ca&amp;iacute;mos na mesma pr&amp;aacute;tica de categorizar e bater, talvez, e apenas talvez, estejamos repetindo o mesmo padr&amp;atilde;o que criticamos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;e vamo no fluxo e muito ax&amp;eacute; pra ti!!&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;lelex&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;e para ser uma nobel em fisica n&amp;atilde;o pode ter pousado pra revista de moda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;;-)&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;pro.thiago&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Cada espa&amp;ccedil;o tem seus c&amp;oacute;digos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Na &amp;quot;acad&amp;ecirc;mia&amp;quot;, tal como conhecemos hoje, um &amp;quot;oreia seca&amp;quot; realmente teria dificuldade de fazer-se ouvidos seus saberes. A linguagem &amp;eacute; mais rebuscada, as reflex&amp;otilde;es mais subjetivas, os espa&amp;ccedil;os mais demarcados por grossas hastes de &amp;oacute;culos e rechunchudas barbas. A simplicidade n&amp;atilde;o &amp;eacute; bem-vinda sem os floreios ideol&amp;oacute;gicos. L&amp;aacute; se citam autores decor(ativos)&amp;nbsp; - citam, citam e citam.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	S&amp;atilde;o os l&amp;iacute;ngua seca, afinal se fala, cospe, baba e na maioria das vezes porra nenhuma.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;quot;Oreia seca&amp;quot; &amp;eacute; um termo, pejorativo, pelo qual se chama o pe&amp;atilde;o de obra, que por causa do p&amp;oacute;, do cimento e da cal, fica com a orelha seca quando constr&amp;oacute;i as casas das pessoas. Tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; sin&amp;ocirc;nimo de quem s&amp;oacute; obedece patr&amp;atilde;o, &amp;eacute; ignorante e n&amp;atilde;o tem muitas alternativas na vida profissional. Orelhas secas e baixas.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	No canteiro de obra, o doutor&amp;nbsp; entra, mas &amp;eacute; outro espa&amp;ccedil;o, outros c&amp;oacute;digos. Enquanto o Jardim de Akademus de hoje &amp;eacute; intelectualmente refinado - o termo acad&amp;ecirc;mia vem de uma escola criada por Plat&amp;atilde;o em um jardim consagrado ao her&amp;oacute;i ateniense Akademus, dedicada ao culto das Musas&amp;nbsp; -, o Canteiro dos Oreias &amp;eacute; um espa&amp;ccedil;o emp&amp;iacute;rico de pesquisa tecnol&amp;oacute;gica, que por vezes tamb&amp;eacute;m se vicia de esteri&amp;oacute;tipos e reprodu&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas no fim ao menos d&amp;aacute; casa.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	No Canteiro dos Oreias o Doutor &lt;b&gt;pode &lt;/b&gt;dizer o que deve ser &lt;b&gt;feito&lt;/b&gt;, mas n&amp;atilde;o &lt;b&gt;sabe fazer&lt;/b&gt;, e o oreia seca&amp;nbsp; &lt;b&gt;tem que&lt;/b&gt; obedecer sen&amp;atilde;o n&amp;atilde;o come. &lt;b&gt;Poder&lt;/b&gt;. Mas, na pr&amp;aacute;xis, &amp;eacute; o oreia quem &lt;b&gt;manda &lt;/b&gt;na hora de realizar, que &lt;b&gt;sabe &lt;/b&gt;usar a colher, carregar, misturar, queimar, chapiscar, calfinar, faz, &amp;eacute; poeta, escultor, mas se fode.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;em&gt;&amp;quot;Saber&amp;quot; e Saber fazer. Onde est&amp;aacute; o Poder? Pode uma coisa dessa? &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Quem me dera mais de orelhas e l&amp;iacute;nguas nossas nesta ilustre acad&amp;ecirc;mia.&lt;br /&gt;
	Quem me dera mais cientistas construtores de outras realidades e pedreiros capazes arquitetar novas formas de morar e estar no mundo.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	org&amp;acirc;nicos abra&amp;ccedil;os tecnocient&amp;iacute;ficos e coletivizat&amp;oacute;rios,&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;mbraz&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;eita, que &amp;#39;categorias abstratas&amp;#39; e&amp;#39; mais um dos delirios do&lt;br /&gt;
	&amp;#39;academico&amp;#39;, agora com aspinhas.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	o que parece muito estranho, e&amp;#39; que sempre se pensa que ha&amp;#39; algo dado.&lt;br /&gt;
	O que a Marilena Chaui escreveu ...o que Kant propos como imperativo&lt;br /&gt;
	categorico.. e por ai&amp;#39; vai.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Nao passa pelos &amp;#39;&amp;#39;linguas secas&amp;#39;&amp;#39;, agora com duas aspinhas, que&lt;br /&gt;
	criamos conceitos pelas praticas sem depender do academicismo, agora&lt;br /&gt;
	sem aspinhas.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	resumindo: nao somos n&amp;oacute;s que nao estabelecemos dialogos com os&lt;br /&gt;
	academicos, sao seus codigos que sao demais limitados para entender&lt;br /&gt;
	que metarecicleiros &amp;nbsp;buscam novos modos e praticas do conhecer.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	ou, em patxoh&amp;atilde;, lingua dos patax&amp;oacute;s: Korro poot&amp;aacute;, ka&amp;ocirc;!&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;efeefe&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;acho que essa coisa de outrar pra desqualificar &amp;eacute; bem limitada. eu&lt;br /&gt;
	conhe&amp;ccedil;o acad&amp;ecirc;micxs que sabem construir casa, conhe&amp;ccedil;o pe&amp;atilde;o que floreia&lt;br /&gt;
	os causos e d&amp;aacute; aula de vida com isso.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	generalizar &amp;eacute; sempre um equ&amp;iacute;voco. &amp;eacute; assim que come&amp;ccedil;a a intoler&amp;acirc;ncia, o&lt;br /&gt;
	fundamentalismo e as guerras. mais do que isso, qualquer generaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;
	que engloba pessoas MUITO diferentes &amp;eacute; in&amp;uacute;til.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	bom lembrar que aqui na metareciclagem tem uma p&amp;aacute; de gente que est&amp;aacute; na&lt;br /&gt;
	academia - dalton, hd, orlando, fescur, rboufleur, daniel hora,&lt;br /&gt;
	dricaveloso, lula pinto, e mais um monte. colocar &amp;quot;acad&amp;ecirc;micos&amp;quot; de um&lt;br /&gt;
	lado e &amp;quot;metarecicleiros&amp;quot; do outro &amp;eacute; propor o contr&amp;aacute;rio do que a gente&lt;br /&gt;
	faz aqui na pr&amp;aacute;tica.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	pela toler&amp;acirc;ncia&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;sergio teixeira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;pro. thiago,&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;queria participar dessa discuss&amp;atilde;o, na parte sobre oreia e lingua, come&amp;ccedil;ando com: &amp;quot;o modo como fazemos as coisas s&amp;oacute; &amp;eacute; assim enquanto n&amp;atilde;o o questionamos em sufici&amp;ecirc;ncia.&amp;quot;, &amp;quot;nosso pensamento molda os instrumentos que usamos assim como, reciprocamente, eles moldam nosso pensamento... tudo isso depende do que percebemos. Espontaneamente ou levados por outr&amp;eacute;m&amp;quot;, &amp;quot;consci&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; CON-SCI&amp;Ecirc;NCIA - conhecer junto&amp;quot;, autopoiese do sistema..., por a&amp;iacute; vai...&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;quase desanimei e s&amp;oacute; para n&amp;atilde;o desistir, coloco:&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;um sistema pode ser visto do ponto de vista de uma interrel&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atividades. Cada pequeno ato que comp&amp;otilde;e as atividades serve, mais do que a alguma coisa, a algu&amp;eacute;m. Qual &amp;eacute; essa rede de &amp;quot;servidos&amp;quot;, esses algu&amp;eacute;ns beneficiados com nosso m&amp;uacute;sculo-pensamento realizado? Eles merecem isso por que? Que outra forma poderia ter essa rede?&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;abra&amp;ccedil;os,&amp;quot;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;dasilvaorg&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;O conversa t&amp;aacute; caminhando, bacana, deixa eu aproveitar para refletir sobre algumas quest&amp;otilde;es que foram colocadas:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;im&quot;&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;blockquote class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;Se cortarem todas as bolsas de pesquisa e &amp;#39;financiamento&amp;#39; no Brasil, quem podera&amp;#39; nos socorrer?&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Esse &amp;eacute; um ponto bem interessante para tocar e que mostra exatamente o imbricamento que n&amp;atilde;o permite que a gente fa&amp;ccedil;a distin&amp;ccedil;&amp;otilde;es absolutas. Basta uma pergunta: O que era o programa Casa Brasil? &amp;quot;Acad&amp;ecirc;mico&amp;quot;? (com duas aspinhas como gosta o m&amp;#39;braz, hehe)&amp;nbsp; As bolsas eram do CNPQ, n&amp;atilde;o? O que n&amp;atilde;o deu certo por l&amp;aacute;?&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;im&quot;&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;blockquote class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;quot;Saber&amp;quot;&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Saber fazer&lt;/b&gt;. Onde est&amp;aacute; o &lt;b&gt;Poder&lt;/b&gt;? &lt;b&gt;Pode &lt;/b&gt;uma coisa dessa?&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A quest&amp;atilde;o do poder foi uma provoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o m&amp;#39;braz porque o contexto que ele tava colocando &amp;eacute; dual, estanque. Nesse caso PODER me parece ter uma acep&amp;ccedil;&amp;atilde;o bem estanque tamb&amp;eacute;m. Emobra eu n&amp;atilde;o entenda nada teoricamente de PODER, sei que teve um franc&amp;ecirc;s arretado que colocou a coisa de uma forma bem din&amp;acirc;mica.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;im&quot;&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;blockquote class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;o que parece muito estranho, e&amp;#39; que sempre se pensa que ha&amp;#39; algo dado.&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Entendo a sua interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas citar refer&amp;ecirc;ncias e teorizar &amp;eacute; coisa de todos n&amp;oacute;s. Reconhe&amp;ccedil;o que na pr&amp;aacute;tica acad&amp;ecirc;mica muita gente n&amp;atilde;o reflete sobre as refer&amp;ecirc;ncias e as teoriza&amp;ccedil;&amp;otilde;es e apenas reproduz e repete, assim como muita gente de um modo geral n&amp;atilde;o reflete sobre muita coisa. No Encontr&amp;atilde;o Bailux Party eu conversava com o Eduardo Montoto sobre consci&amp;ecirc;ncia de si, possibilidade de consci&amp;ecirc;ncia cr&amp;iacute;tica, como isso surge, como se trabalha isso na contram&amp;atilde;o de uma p&amp;aacute; de coisas ao nosso redor para &amp;quot;robotizar&amp;quot; nossos comportamentos? (Ali&amp;aacute;s, m&amp;#39;braz, aproveita que voc&amp;ecirc; t&amp;aacute; em Arraial e se puder d&amp;aacute; um super abra&amp;ccedil;o no Montoto por mim!!!)&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;im&quot;&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;blockquote class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;criamos conceitos pelas praticas sem depender do academicismo&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O academicismo &amp;eacute; uma pr&amp;aacute;tica. Ser&amp;aacute; que &amp;eacute; boa para pr&amp;aacute;xis essa distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre teoria e pr&amp;aacute;tica?&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;im&quot;&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;blockquote class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;Cada pequeno ato que comp&amp;otilde;e as atividades serve, mais do que a alguma coisa, a algu&amp;eacute;m. Qual &amp;eacute; essa rede de &amp;quot;servidos&amp;quot;, esses algu&amp;eacute;ns beneficiados com nosso m&amp;uacute;sculo-pensamento realizado? Eles merecem isso por que? Que outra forma poderia ter essa rede?&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;S&amp;eacute;rgio, sei que as quest&amp;otilde;es foram para o Pro. Thiago, mas eu fiquei curioso com teus questionamentos. Por que pensar em formas de redes?&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Abra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou na l&amp;iacute;ngua inventada aqui em casa:&amp;nbsp; T&amp;atilde;, Ch&amp;atilde;.&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dalton martins&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;ff j&amp;aacute; versou e reversou na toler&amp;acirc;ncia atenta que inventa o caminho do meio.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	mas, acho que vale a pena, exatamente por aqui ser metareciclagem, dar uma olhada nessa coisa de c&amp;oacute;digo...&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	se nos propomos a dizer que o c&amp;oacute;digo de algu&amp;eacute;m &amp;eacute; limitado ou n&amp;atilde;o, ampliado ou n&amp;atilde;o, a mim me parece que:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
	&lt;li&gt;temos acesso ao &amp;quot;c&amp;oacute;digo fonte&amp;quot; e a partir dali o hacker cria seu fork, algo ocorre e uma nova vers&amp;atilde;o surge;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;se n&amp;atilde;o temos acesso ao c&amp;oacute;digo fonte, o que me parece o caso por se tratar apenas de um conceito e nenhum de n&amp;oacute;s aqui tem o root da Matrix, julgamos por algo que achamos que &amp;eacute;. A&amp;iacute;, surge a dualidade, a classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o fanatismo metarecicleiro, com ar libertador, renovador e inspirador abre suas asas, atrav&amp;eacute;s da inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria. A rede morre exatamente a&amp;iacute; e em torno do conceito uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o surge, independente de CNPJ, hierarquias formais ou sal&amp;aacute;rio de fim de m&amp;ecirc;s. E o movimento que se diz renovador, mais uma vez &amp;eacute; abduzido na circularidade das pr&amp;oacute;prias armadilhas, perde a capacidade de di&amp;aacute;logo, de rede mutante... at&amp;eacute; o pr&amp;oacute;ximo surgir.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;e assim seguimos, olhando para algo que parece ser o outro, sendo que apenas vemos nossa proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o do que achamos que &amp;eacute; o outro em puro movimento...&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	abs,&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;rbailux&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Fenomenologia da percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o.abs holograficos do bando&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dasilvaorg&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Impressionante como texto pode emocionar.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;im&quot;&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;blockquote&gt;A&amp;iacute;, surge a dualidade, a classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o fanatismo metarecicleiro, com ar libertador, renovador e inspirador abre suas asas, atrav&amp;eacute;s da inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria. A rede morre exatamente a&amp;iacute; e em torno do conceito uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o surge&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;D&amp;aacute; medo. Parece um mecanismo autom&amp;aacute;tico sem fim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;im&quot;&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;blockquote class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;e assim seguimos, olhando para algo que parece ser o outro, sendo que apenas vemos nossa proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o do que achamos que &amp;eacute; o outro em puro movimento...&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Se s&amp;oacute; olh&amp;aacute;ssemos...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dalton martins&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot; Exato.&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;Mas, num me parece que seja sem fim.&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;Acho, por exemplo, que espa&amp;ccedil;os de reflex&amp;atilde;o como esse aqui realmente tem o potencial de levar para um outro lugar e ir dissolvendo esse ciclos em espirais da vida afora. &amp;Eacute; assim a metareciclagem que vejo hoje, e acho que nunca a parte meta do nome me fez tanto sentido quanto agora.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;Outro dia, tava ouvindo de um desses manos que respeito deveras de v&amp;aacute;rias estradas me contando que, na vis&amp;atilde;o dele, o MetaReciclagem era algo incr&amp;iacute;vel. Uma das poucas listas, grupos ou sei l&amp;aacute; o que, que ele viu sobreviver tantos anos com o vigor de atividade ao longo do tempo. A&amp;iacute;, me disse que parou para refletir nisso, pois ele queria perceber qual ou quais elementos convergiam para isso. A sacada que ele teve foi: ningu&amp;eacute;m nunca conseguiu definir metareciclagem, sempre que tentam, algu&amp;eacute;m vem, diz outra coisa e aquilo tudo gira de novo numa sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o curiosa de incompreens&amp;atilde;o, afastando alguns, aproximando outros... Uma dan&amp;ccedil;a, um ritmo de vai e vem, mas uma sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de algo interessante ainda continua habitando esse espa&amp;ccedil;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;Parei para pensar no que ele me disse. Pode ser que seja isso, pode ser n&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o faz tanta diferen&amp;ccedil;a assim, mas ainda acho bonito ver um conceito que num &amp;eacute; conceito e que se dobra por dentro de si mesmo o tempo todo. Talvez seja isso o fundamento das redes livres... ou n&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;h4&quot; id=&quot;q_128ac003bc9bef75_3&quot;&gt;- Mostrar texto das mensagens anteriores -&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class=&quot;h4&quot;&gt;lelex&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;quot;a pessoa humana&amp;nbsp;s&amp;oacute; ser&amp;aacute; livre&amp;nbsp; qdo for dona dos seus pr&amp;oacute;prios c&amp;oacute;digos,...&amp;quot;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;glauco paiva&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;quot;Acho que o lance &amp;eacute; fazer e documentar que os acad&amp;ecirc;micos se viram pra escrever e falar sobre o que est&amp;aacute; acontecendo.&lt;br /&gt;
	Acredito que esta &amp;eacute; uma boa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com esse povo, a gente faz e eles estudam e devolvem esse produto pra quem quer fazer mais e melhor.&amp;quot;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;tati prado&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
	&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	&lt;p&gt;&amp;quot;-No livro de Pel&amp;eacute; as coisas v&amp;atilde;o acontecendo, e depois acontecendo, e depois acontecendo. &amp;Eacute; diferente do seu, porque voc&amp;ecirc; fica s&amp;oacute; inventando. O seu &amp;eacute; mais dif&amp;iacute;cil de fazer mas o dele &amp;eacute; melhor&amp;quot;.&lt;/p&gt;
	&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
	&lt;div&gt;Clarice Lispector - &amp;quot;Cr&amp;iacute;tica Leve&amp;quot;&lt;/div&gt;
	&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
		vai saber se vale a pena confiar na clarice...&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		s&amp;oacute; sei que eu(s), elx(s), outrx(s), tudo junto sempre vai dar &amp;quot;n&amp;oacute;s&amp;quot;... qual seja o lugar em que a gente esteja...&amp;quot;&lt;/p&gt;
	&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	&lt;p&gt;&lt;strong&gt;morgana gomes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p&gt;&amp;quot;Merleau-Ponty&lt;br /&gt;
		filosofia po&amp;eacute;tica&amp;quot;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;hdhd&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;mBraz&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	o problema s&amp;atilde;o as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es... academia, igreja, governo... tudo onde o poder constitui a hierarquia.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	os academicos s&amp;atilde;o pessoas... foram os academicos q criaram a &amp;eacute;tica hacker (n&amp;atilde;o a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o), alias desde plat&amp;atilde;o o q importa eh disseminar conhecimento... a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o enjaula e t&amp;aacute; ai para ser hackeada&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	e vc acha q entre os indios n&amp;atilde;o h&amp;aacute; hierarquia? ;)&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;glauco paiva&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Qual &amp;eacute; o problema com os caras que est&amp;atilde;o estudando enclausurados? De uma forma ou de outra acabamos nos referenciando nos caras...&lt;br /&gt;
	Num d&amp;aacute; pra n&amp;atilde;o pensar na utilidade da academia nem nas formas como podemos usar esse conhecimento e torna-lo livre, acho que &amp;eacute; o papel de quem se diz libert&amp;aacute;rio.&lt;br /&gt;
	&amp;Eacute; s&amp;oacute; ter um pouco de boa vontade e olhar em volta pra perceber que todo o discurso que ataca a academia est&amp;aacute; se baseando nela mesmo, usando as mesmas fontes, isso eu n&amp;atilde;o entendo bem.&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;fabi borges&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;ai que coisa,&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;lelex&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;todo cemit&amp;eacute;rio tem seu valor.. sambaquis... tumulo do conhecimento... o que n&amp;atilde;o significa morto... apenas sepultado.. tem que desenterrar!&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;mbraz&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;gE iv gt&quot;&gt;
	&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; class=&quot;cf gJ&quot;&gt;
		&lt;tbody&gt;
			&lt;tr&gt;
				&lt;td class=&quot;gF gK&quot;&gt;
					&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; class=&quot;cf ix&quot;&gt;
						&lt;tbody&gt;
							&lt;tr&gt;
								&lt;td&gt;
									&lt;div class=&quot;iw&quot;&gt;&lt;span class=&quot;lHQn1d&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;f hd&quot; src=&quot;http://mail.google.com/a/veredas.net/images/cleardot.gif&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;ik&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;df&quot; height=&quot;16&quot; id=&quot;upi&quot; jid=&quot;marcbraz@gmail.com&quot; name=&quot;upi&quot; src=&quot;http://mail.google.com/a/veredas.net/images/cleardot.gif&quot; width=&quot;16&quot; /&gt;&lt;/span&gt;
										&lt;h3 class=&quot;gD&quot;&gt;&lt;span email=&quot;marcbraz@gmail.com&quot;&gt;mbraz&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;hb&quot;&gt;para &lt;span class=&quot;g2&quot; email=&quot;eiabel.lelex@gmail.com&quot;&gt;eiabel.lelex&lt;/span&gt;, &lt;span class=&quot;g2&quot; email=&quot;metareciclagem@lists.riseup.net&quot;&gt;metareciclagem&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;
				&lt;td class=&quot;gH&quot;&gt;
					&lt;div class=&quot;gK&quot;&gt;&lt;span class=&quot;iD&quot; idlink=&quot;&quot;&gt;mostrar detalhes&lt;/span&gt; &lt;span alt=&quot;12&quot; class=&quot;g3&quot; id=&quot;:35w&quot; title=&quot;12&quot;&gt;18 mai (2 dias atr&amp;aacute;s)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;
				&lt;td class=&quot;gH&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&amp;#39;Extra&amp;iacute;do de: Pol&amp;iacute;tica Livre &amp;nbsp;- &amp;nbsp;25 de Abril de 2010&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A &amp;iacute;ndia Arn&amp;atilde; Patax&amp;oacute;, 30 anos, cujo nome na &amp;quot;l&amp;iacute;ngua do branco&amp;quot; &amp;eacute;&lt;br /&gt;
	Mariceia Meirelles Guedes, ganhou o Pr&amp;ecirc;mio Mulher de Neg&amp;oacute;cios 2009 -na&lt;br /&gt;
	categoria Neg&amp;oacute;cios Coletivos -, concedido pelo Servi&amp;ccedil;o Brasileiro de&lt;br /&gt;
	Apoio &amp;agrave; Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-BA).&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ela &amp;eacute; da comunidade ind&amp;iacute;gena de Aldeia Velha, umas das mais antigas do&lt;br /&gt;
	extremo sul, onde se encontram sambaquis (dep&amp;oacute;sitos constitu&amp;iacute;dos por&lt;br /&gt;
	materiais org&amp;acirc;nicos e calc&amp;aacute;reos) que seriam de 2.400 anos atr&amp;aacute;s. A&lt;br /&gt;
	aldeia fica em Arraial D&amp;rsquo;Ajuda, distrito de Porto Seguro (a 709 km de&lt;br /&gt;
	Salvador). Arn&amp;atilde; &amp;eacute; uma das 40 integrantes da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Etnoturismo&lt;br /&gt;
	Patax&amp;oacute; da Aldeia Velha.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;quot;Nasci e cresci vendo e ajudando meus pais na venda e produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o do&lt;br /&gt;
	artesanato. Tenho orgulho do que fa&amp;ccedil;o&amp;quot;, comentou ela. Arn&amp;atilde; diz que&lt;br /&gt;
	falta apoio por parte do poder p&amp;uacute;blico e de empresas privadas. (A&lt;br /&gt;
	Tarde)&amp;#39;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/politica/4738847/trabalho-de-india-pataxo-e-premiado-em-porto-seguro&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.jusbrasil.com.br/politica/4738847/trabalho-de-india-pataxo-e-premiado-em-porto-seguro&lt;/a&gt;&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;respondendo ao hdhd&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;sim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	chamo &amp;#39;hierarquia&amp;#39; a Roda do Tempo. Um dia voce esta&amp;#39; acima, no outro embaixo.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Amanha, ritual pataxo&amp;#39; no meio da mata fechada. Perguntarei&lt;br /&gt;
	diretamente: - Entre voces, ha&amp;#39; hierarquia?;)&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;lelex&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;t&amp;aacute; mbraz, mas toda tribo tem cacique, tem paje, tem tuxaua, enfim, cada um com seu conhecimento a ser partiulhado, o que determina certa hierarquia, sim.&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;ou n&amp;atilde;o?&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;fabi borges&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;ahuuuuu, to vendo que esquentou a discuss&amp;atilde;o,&lt;br /&gt;
	certxs tecnoxam&amp;atilde;s na &amp;aacute;rea...&lt;br /&gt;
	uma hierarquia &amp;eacute; necess&amp;aacute;ria, toda tribo tem xam&amp;atilde;, diz um&lt;br /&gt;
	o outro diz: o franciscanimo sucumbiu ao catolicismo,&lt;br /&gt;
	a hierarquia prevaleceu, o que seria dos mitos sem seus inventores,&lt;br /&gt;
	inventar sociedade &amp;eacute; inventar e invenenar mundo&lt;br /&gt;
	o outro redargui: todo mito pressupoem hierarquia, toda mitologia &amp;eacute; patriarca,&lt;br /&gt;
	os fatrios sucumbiram a hierarquia, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; escuta para a n&amp;atilde;o representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;
	essa escuta deve ser inventada&lt;br /&gt;
	o outro sonda: que fazer com essa vontade de ser representado, de aparecer na foto do sat&amp;eacute;lite&lt;br /&gt;
	n&amp;atilde;o seria mais resistente sendo menos indiv&amp;iacute;duos e mais ponto de conex&amp;atilde;o?&lt;br /&gt;
	o outro diz das trag&amp;eacute;dias, se a coisa explode, n&amp;atilde;o tem l&amp;iacute;der?&lt;br /&gt;
	o terceiro diz, vcs sabem que falar j&amp;aacute; &amp;eacute; representar, ent&amp;atilde;o por linguagem entendemos n&amp;oacute;s, os sapiens-comunicants&lt;br /&gt;
	_se todo mundo emite como se escuta?&lt;br /&gt;
	vc quer modula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, diz o quarto?&lt;br /&gt;
	e quem modera a modula&amp;ccedil;&amp;atilde;o?&lt;br /&gt;
	garota de programa,&lt;br /&gt;
	da&amp;iacute; tem o cafet&amp;atilde;o, o l&amp;iacute;der da parada&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;lelex&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;sem esquecer dos cart&amp;otilde;es de credito, hehehehe&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;fabi borges&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;e as credenciais...&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	porque n&amp;atilde;o acaba no programa&lt;br /&gt;
	o programa &amp;eacute; a combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;
	o chefe no embate ali, se imp&amp;ocirc;e&lt;br /&gt;
	como algu&amp;eacute;m que tem afinidade com o futuro&lt;br /&gt;
	a representa&amp;ccedil;ao sempre inclui futuro,&lt;br /&gt;
	o olhar para a coisa que n&amp;atilde;o existe,&lt;br /&gt;
	a f&amp;eacute; &amp;eacute; a vontade de comunidade,&lt;br /&gt;
	enquanto a cren&amp;ccedil;a &amp;eacute; comum&lt;br /&gt;
	a cren&amp;ccedil;a &amp;eacute; um valor frequentemente dominada por imagens&lt;br /&gt;
	sem imagens ainda h&amp;aacute; cren&amp;ccedil;a?&lt;br /&gt;
	tem que ouvir com o suvaco diz a outra&lt;br /&gt;
	e o suvaco e o mendigo n&amp;atilde;o dizem nada, n&amp;atilde;o disseram&lt;br /&gt;
	esse &amp;eacute; o sil&amp;ecirc;ncio buscado?&lt;br /&gt;
	uma efervescencia antes do dom&amp;iacute;nio,&lt;br /&gt;
	primeiro a orgia, depois a fam&amp;iacute;lia,&lt;br /&gt;
	, n&amp;atilde;o, mas o chipanz&amp;eacute; &amp;eacute; lider&lt;br /&gt;
	ah, voltamos ao passado para equilibrar mundo&lt;br /&gt;
	e segue&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;sergio teixeira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Orlando, desculpa o descontexto.&amp;nbsp;&amp;quot;Forma de rede&amp;quot; estava na minha imagina&amp;ccedil;&amp;atilde;o porque quero brincar de representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o visual de redes usando algoritmos force-based, e depois fazer cellular automata tridimensional. Parece s&amp;oacute; brincadeira est&amp;eacute;tica mas, acho que tem mais depois. Se algu&amp;eacute;m quiser se juntar ...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;efeefe&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;oi sergio,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;n&amp;atilde;o entendi &amp;quot;algoritmos force-based&amp;quot; e &amp;quot;cellular automata tridimensional&amp;quot;.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	xemeliza isso a&amp;iacute; pra gente!&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	(e piada interna agora entre outrxs: alguma lembran&amp;ccedil;a de 2002?)&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dasilvaorg&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;n&amp;atilde;o &amp;quot;tava&amp;quot; em dois mil e dois mais conhe&amp;ccedil;o uma vers&amp;atilde;o dessa est&amp;oacute;ria. hehe :)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;Eacute;, S&amp;eacute;rgio, aproveitando a aux&amp;iacute;lio luxuoso do pandeiro do Felipe, xemeliza a&amp;iacute;!!!&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	:)&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;sergio teixeira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;&lt;span&gt;Para ajudar a justificar esse assunto aqui, &amp;eacute; porque eu queria representar graficamente o jogo de poder entre os oreia e l&amp;iacute;ngua, seca e moiada e quem sabe testar formas tridimensionais que se alterariam conforme a perturba&amp;ccedil;&amp;atilde;o introduzida no meio. &amp;Eacute; um brinquedo que acho que trar&amp;aacute; insights.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span&gt;Algoritmos force-based:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span&gt;Imagina que voc&amp;ecirc; quer desenhar uma representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rede em 3D: alguns n&amp;oacute;s (bolinhas) conectados a outros (linhas). Na forma mais direta, isso s&amp;oacute; vai dizer quem t&amp;aacute; ligado a quem. Agora imagina que voc&amp;ecirc; quer que essa forma represente uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em que algum atributo comum &amp;agrave;s bolinhas causa repuls&amp;atilde;o mas cada bolinha relute em ser repelida por causa de alguma conveni&amp;ecirc;ncia. Para cada bolinha, o potencial de repuls&amp;atilde;o e o senso de conveni&amp;ecirc;ncia (que tende &amp;agrave; aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o) podem ser diferentes. O desenho espacial agora teria um crit&amp;eacute;rio definido. Imagina ent&amp;atilde;o se esses atributos de cada bolinha fossem din&amp;acirc;micos, variassem no tempo. E se fossem, compostos? E se pud&amp;eacute;ssemos inferir sobre diferenciais (t&amp;aacute; bom, a&amp;iacute; j&amp;aacute; &amp;eacute; uma viajem mais longa na maionese)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;set up initial node velocities to (0,0)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;set up initial node positions randomly &lt;i&gt;// make sure no 2 nodes are in exactly the same position&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;loop&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;total_kinetic_energy := 0 &lt;i&gt;// running sum of total kinetic energy over all particles&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;for each node&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;net-force := (0, 0) &lt;i&gt;// running sum of total force on this particular node&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;for each other node&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;net-force := net-force + Coulomb_repulsion( this_node, other_node )&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;next node&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;for each spring connected to this node&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;net-force := net-force + Hooke_attraction( this_node, spring )&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;next spring&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;// without damping, it moves forever&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;this_node.velocity := (this_node.velocity + timestep * net-force) * damping&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;this_node.position := this_node.position + timestep * this_node.velocity&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;total_kinetic_energy := total_kinetic_energy + this_node.mass * (this_node.velocity)^2&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;next node&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;until total_kinetic_energy is less than some small number &lt;i&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;// the simulation has stopped moving&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span&gt;Cellular automata:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span&gt;Imagina agora que cada bolinha pode reproduzir-se, morrer (sumir), crescer, mudar de cor, variar de estado, etc, dependendo do comportamento de sua vizinhan&amp;ccedil;a imediata. &amp;Eacute; um processo recorrente em que a cada mudan&amp;ccedil;a de estado de uma bolinha, muda tamb&amp;eacute;m sua vizinhan&amp;ccedil;a, e assim por diante. Com o tempo, o desenho pode entrar em loop (fica se repetindo numa sequ&amp;ecirc;ncia determinada), pode sumir tudo (acaba o mundo), estourar (se estiver em um espa&amp;ccedil;o confinado), sei l&amp;aacute; o que mais...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span&gt;Tem um japon&amp;ecirc;s que estudou cristais de &amp;aacute;gua congelada. Se essa &amp;aacute;gua foi aben&amp;ccedil;oada antes do congelamento, a forma de cristaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o era bonita; se eram submetidos a maus pensamentos, os cristais eram feios...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span&gt;Ser&amp;aacute; que d&amp;aacute; correla&amp;ccedil;&amp;atilde;o? Sei l&amp;aacute;, quero saber &amp;eacute; o que adv&amp;eacute;m dos tipos de perturba&amp;ccedil;&amp;otilde;es internas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span&gt;abra&amp;ccedil;os&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;strong&gt;tati prado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&amp;quot;sei l&amp;aacute; como junta essa parte que eu gostei:&lt;br /&gt;
	Parece s&amp;oacute; &lt;u&gt;brincadeira est&amp;eacute;tica &lt;/u&gt;mas, acho que tem mais depois. Se algu&amp;eacute;m quiser se juntar ...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;com aquilo outro logo ali embaixo, com mais isso:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;a href=&quot;http://tinyurl.com/3a8t4d5&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://tinyurl.com/3a8t4d5&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;a href=&quot;http://tinyurl.com/37vagy4&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://tinyurl.com/37vagy4&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	coreologia... laban... s&amp;atilde;o nomes e umas ideias do mundo da dan&amp;ccedil;a...&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	movimento!&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	trajet&amp;oacute;rias rumo &amp;agrave;s perturba&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blico-coletivas agora...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;pro.thiago&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;que suruba epistemol&amp;oacute;gica.&lt;br /&gt;
	como caminhamos bastante e os como os recortes excluem alguns contextos, vou tentar responder tod@s nessa mensagem &amp;uacute;nica:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	o importante galera &amp;eacute; n&amp;atilde;o entendermos a conversa de maneira polarizada ou acusativa, esse debate sobre &amp;quot;academia&amp;quot; nos moldes atuais e outras tecnologias de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conhecimento &amp;eacute; antigo. &amp;eacute; claro, que todos os espa&amp;ccedil;os s&amp;atilde;o plurais, por&amp;eacute;m marcados sempre por tend&amp;ecirc;ncias hegem&amp;ocirc;nicas.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Conhecimento adv&amp;eacute;m da(s) experi&amp;ecirc;ncia(s).O palco das experi&amp;ecirc;ncias &amp;eacute; a vida. N&amp;oacute;s pesquisadores, acad&amp;ecirc;micos ou n&amp;atilde;o, temos que perder a vergonha de falar de valores.&lt;br /&gt;
	Transmitir informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; diferente de produzir conhecimento. O desdobramento natural do conhecimento &amp;eacute; a intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste com o cotidiano e a comunidade, nisso a &amp;quot;academia&amp;quot;, em geral, pena um tanto.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A &amp;quot;academia&amp;quot; simula esse processo com experi&amp;ecirc;ncias restritas em espa&amp;ccedil;os isolados. &amp;Agrave;s vezes faz bem, em outras nem tanto. Por&amp;eacute;m h&amp;aacute; outros espa&amp;ccedil;os independentes capazes de produzir conhecimentos, muito embora este fato n&amp;atilde;o seja reconhecido pela maioria dos acad&amp;ecirc;micos. &amp;Eacute; claro que ambos os espa&amp;ccedil;os podem e devem conviver, por&amp;eacute;m, &amp;eacute; interessante que comuniquem, troquem, que haja reciprocidade... C&amp;oacute;digo aberto, n&amp;atilde;o? A&amp;iacute; est&amp;aacute; a ideia de rede e simbiose, a consci&amp;ecirc;ncia da condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o sist&amp;ecirc;mica, j&amp;aacute; percebida h&amp;aacute; mil&amp;ecirc;nios pelas culturas ancestrais e hoje apropriada pelo discurso acad&amp;ecirc;mico.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	As hierarquias... h&amp;aacute; diversas formas delas, algumas impostas e outorgadas, outras mais aut&amp;ecirc;nticas segundo cada contexto. A autoridade aut&amp;ecirc;ntica - condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ser co-autor do outro - depende do reconhecimento de uma comunidade, como &amp;eacute; comum na cultura raquer, na capoeira, na aldeias indigenas e n&amp;atilde;o de t&amp;iacute;tulos oficiais.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Quanto se restringe um trabalho de pesquisa a um comp&amp;ecirc;ndio de cita&amp;ccedil;&amp;otilde;es de outros trabalhos empobrecemos a pr&amp;aacute;tica cient&amp;iacute;fica, seja acad&amp;ecirc;mica ou n&amp;atilde;o. Produzir e criar conhecimentos pressup&amp;otilde;e o contato com informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es legadas pela cultura - fazemos isso a todo momento, como j&amp;aacute; dito -, mas n&amp;atilde;o apenas sua mera reprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	abra&amp;ccedil;os experimentais, coexistente e convergentes,&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;vitorio amaro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Era uma vez...&lt;br /&gt;
	Flamingos dan&amp;ccedil;antes do lago ... /;..in;,forma&amp;ccedil;&amp;atilde;ozzzz\\\\&lt;br /&gt;
	correm correm correm&lt;br /&gt;
	procurando&lt;br /&gt;
	Flamejantes do Sol&lt;br /&gt;
	/// cantam&lt;br /&gt;
	correm,.;, correm&lt;br /&gt;
	//faiscantes&lt;br /&gt;
	Concep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ideias e de pr&amp;aacute;ticas&lt;br /&gt;
	e os dogmas em que estou?&lt;br /&gt;
	meus p&amp;eacute;s na lama&lt;br /&gt;
	e agora o que fa&amp;ccedil;o?&lt;br /&gt;
	pra onde corro oq abra&amp;ccedil;o/;.?&lt;br /&gt;
	pra onde corro?&lt;br /&gt;
	corre corre corre dan&amp;ccedil;a a dan&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;
	flamejante&lt;br /&gt;
	/e a verdade/;? que manda e com&lt;br /&gt;
	eu obede&amp;ccedil;o ent&amp;atilde;o t&amp;atilde;o tao anda? oq fa&amp;ccedil;o/;?&lt;br /&gt;
	comandanda comanda como anda?&lt;br /&gt;
	Quem manda no q fa&amp;ccedil;o/;]?&lt;br /&gt;
	;.,/Loucas vcs s&amp;atilde;o loucas]&lt;br /&gt;
	meus p&amp;eacute;s na lama;.;.o que eu fa&amp;ccedil;o/?:&lt;br /&gt;
	e minhas asas?&lt;br /&gt;
	meus peś na lama e como eu saio/;.?&lt;br /&gt;
	entro na dan&amp;ccedil;a e quem comanda;.?&lt;br /&gt;
	iiiiiiiiiierarkias hahaha&lt;br /&gt;
	como eu me fa&amp;ccedil;o&lt;br /&gt;
	hauahuahua&lt;br /&gt;
	corre corre corre pra todos os lados&lt;br /&gt;
	e minhas asas;//.?:&lt;br /&gt;
	quando as bato/;;?&lt;br /&gt;
	meus p&amp;eacute;s na lama&lt;br /&gt;
	oq eu fa&amp;ccedil;o/;.?&lt;br /&gt;
	eu obede&amp;ccedil;o ent&amp;atilde;o t&amp;atilde;o taooo&lt;br /&gt;
	nunca desfa&amp;ccedil;o&lt;br /&gt;
	/vento frio de outono/ #Outono&lt;br /&gt;
	e minhas asas/?&lt;br /&gt;
	a pr&amp;aacute;tica eu penso e falo huauhahua&lt;br /&gt;
	Liberdade/;;;;?????&lt;br /&gt;
	como as fa&amp;ccedil;o/;]?&lt;br /&gt;
	//p&amp;eacute;s de lama&lt;br /&gt;
	bico seco eu falo!!!&lt;br /&gt;
	ME contor&amp;ccedil;o&lt;br /&gt;
	E quando eu fa&amp;ccedil;o/:?&amp;quot;&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Fri, 21 May 2010 19:39:07 +0000</pubDate>
 <dc:creator>mairabegalli</dc:creator>
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