<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss version="2.0" xml:base="http://rede.metareciclagem.org"  xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<channel>
 <title>MetaReciclagem - bifo berardi</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/taxonomy/term/1097/0</link>
 <description></description>
 <language>pt-br</language>
<item>
 <title>Uma chamada ao exército do amor e ao exército do software</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/blog/25-10-11/Uma-chamada-ao-exercito-do-amor-e-ao-exercito-do-software</link>
 <description>&lt;p&gt;12 de Outubro de 2011&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por Franco Berardi e Geert Lovink&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://culturadigital.br/movimento/2011/10/25/uma-chamada-ao-exercito-do-amor-e-o-exercito-de-software/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o colaborativa&lt;/a&gt; por Felipe Cabral, Renato Fabbri, Iuri Guilherme dos Santos Martins, Felipe Fonseca e Naldinho Motoboy.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://networkcultures.org/wpmu/geert/2011/10/12/franco-berardi-geert-lovink-a-call-to-the-army-of-love-and-to-the-army-of-software/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Original aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;A luta contra a Ditadura Econ&amp;ocirc;mica [1] est&amp;aacute; em erup&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os chamados &amp;ldquo;mercados financeiros&amp;rdquo; e seus servi&amp;ccedil;os c&amp;iacute;nicos est&amp;atilde;o destruindo os fundamentos da civiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o social. O legado do compromisso do p&amp;oacute;s-guerra entre a classe oper&amp;aacute;ria e a burguesia progressista est&amp;aacute; longe de desaparecer. Pol&amp;iacute;ticas neoliberais est&amp;atilde;o cortando custos da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do sistema de sa&amp;uacute;de p&amp;uacute;blica e derrubando o direito a um sal&amp;aacute;rio e uma pens&amp;atilde;o. O resultado ser&amp;aacute; o empobrecimento de grande parte da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a precariedade das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho (freelances em alta, contratos de curto prazo, per&amp;iacute;odos de desemprego) e a humilha&amp;ccedil;&amp;atilde;o di&amp;aacute;ria dos trabalhadores. O efeito da crise financeira ainda poder&amp;aacute; ser visto atrav&amp;eacute;s da viol&amp;ecirc;ncia, com pessoas evocando bodes expiat&amp;oacute;rios [2] e expalhando raiva aos quatro ventos. Limpeza &amp;eacute;tnica, guerra civil, a oblitera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da democracia. Este &amp;eacute; um sistema que chamamos o Nazismo Financeiro: FINAZISMO.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora mesmo, as pessoas est&amp;atilde;o lutando em muitos locais e de muitas maneiras. O Occupy Wall Street inspirou uma mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em massa em Nova Iorque, que est&amp;aacute; se expandindo pelos Estados Unidos a cada dia. Na Gr&amp;eacute;cia, trabalhadores e estudantes est&amp;atilde;o okupando a Pra&amp;ccedil;a Syntagma e protestando contra a extors&amp;atilde;o do Banco Central Europeu, que est&amp;aacute; devastando o pa&amp;iacute;s. Cairo, Madrid e Tel Aviv: a lista dos movimentos de pra&amp;ccedil;as est&amp;aacute; proliferando. Em 15 de outubro, cidades ao redor do mundo ir&amp;atilde;o [2] lotar com pessoas protestando contra o roubo sist&amp;ecirc;mico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ser&amp;aacute; que nossas demonstra&amp;ccedil;&amp;otilde;es e ocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es v&amp;atilde;o parar a m&amp;aacute;quina Finazista? N&amp;atilde;o. A resist&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o vai resistir, e nossa luta n&amp;atilde;o vai parar os crimes legais. Vamos ser francos, n&amp;oacute;s n&amp;atilde;o vamos persuadir nossos inimigos a parar seus ataques predat&amp;oacute;rios (&amp;lsquo;vamos lucrar ainda mais com a pŕoxima queda&amp;rsquo;) pela simples raz&amp;atilde;o de que nossos inimigos n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o seres humanos. Eles s&amp;atilde;o m&amp;aacute;quinas. Sim, seres humanos &amp;ndash; gerentes, acionistas, negociadores &amp;ndash; est&amp;atilde;o guardando o dinheiro que n&amp;oacute;s estamos perdendo, e predam os recursos que os trabalhadores produzem. Pol&amp;iacute;ticos assinam leis que entregam as vidas de milh&amp;otilde;es de pessoas para o Deus Todo-Poderoso do Mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Banqueiros e investidores n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os verdadeiros tomadores de decis&amp;otilde;es, eles s&amp;atilde;o participantes em uma economia de confus&amp;atilde;o gestual. O real processo do poder predat&amp;oacute;rio se tornou automatizado. A transfer&amp;ecirc;ncia de recursos e riqueza daqueles que produzem para aqueles que n&amp;atilde;o fazem nada a n&amp;atilde;o ser observar os padr&amp;otilde;es abstratos de transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras est&amp;aacute; embutida na m&amp;aacute;quina, no software que controla a m&amp;aacute;quina. Esque&amp;ccedil;a os governos e os partidos pol&amp;iacute;ticos. Estes fantoches que fingem ser l&amp;iacute;deres est&amp;atilde;o de conversa fiada. A op&amp;ccedil;&amp;atilde;o paternalista que eles oferecem atrav&amp;eacute;s de &amp;lsquo;medidas austeras&amp;rsquo; enfatiza um cinismo galopante inerente aos partidos pol&amp;iacute;ticos: todos eles sabem que perderam o poder para o modelo de capitalismo econ&amp;ocirc;mico h&amp;aacute; anos. Desnecess&amp;aacute;rio dizer que a classe pol&amp;iacute;tica est&amp;aacute; ansiosa para controlar e sacrificar os recursos sociais do futuro atrav&amp;eacute;s de cortes de or&amp;ccedil;amento para &amp;lsquo;satisfazer os mercados&amp;rsquo;. Pare de dar ouvidos a eles, pare de votar neles, pare de pular de raiva e amaldi&amp;ccedil;o&amp;aacute;-los. Eles s&amp;atilde;o apenas cafet&amp;otilde;es, e a pol&amp;iacute;tica est&amp;aacute; morta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que dever&amp;iacute;amos fazer? Viver com a viol&amp;ecirc;ncia Finazista, curvar-nos &amp;agrave; arrog&amp;acirc;ncia dos algoritmos, aceitar a explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o crescente e o decl&amp;iacute;nio dos sal&amp;aacute;rios? N&amp;atilde;o. Vamos lutar contra o Finazismo, pois nunca &amp;eacute; tarde demais. Neste momento, ele est&amp;aacute; vencendo por duas raz&amp;otilde;es. Primeiro, porque perdemos o prazer de estarmos juntos. Trinta anos de precariedade e competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o destruiram nossa solidariedade social. A virtualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das m&amp;iacute;dias destruiu a empatia entre os corpos, o prazer de tocar o outro e o prazer de viver no espa&amp;ccedil;o urbano. Perdemos o prazer no amar, por muito tempo devotado ao trabalho e &amp;agrave;s exig&amp;ecirc;ncias virtuais. [ 3 ]&amp;nbsp; O grande ex&amp;eacute;rcito do amor tem que acordar. Segundo, porque nossa intelig&amp;ecirc;ncia tem sido submetida ao poder dos algoritmos em troca de um punhado de dinheiro de merda e de uma vida virtual. Por um sal&amp;aacute;rio miser&amp;aacute;vel quando comparado aos lucros dos chefes de corpora&amp;ccedil;&amp;otilde;es, um pequeno ex&amp;eacute;rcito de softwaristas est&amp;atilde;o aceitando a tarefa de destruir a dignidade humana e a justi&amp;ccedil;a. O pequeno ex&amp;eacute;rcito de programadores tem que acordar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;H&amp;aacute; apenas uma maneira de acordar o amante que est&amp;aacute; escondido em nossos paralisados, assustados e fr&amp;aacute;geis corpos virtualizados. H&amp;aacute; apenas uma maneira de acordar o ser humano que est&amp;aacute; escondido na vida di&amp;aacute;ria miser&amp;aacute;vel do softwarista: tomar as ruas e lutar. Queimar bancos &amp;eacute; in&amp;uacute;til, pois o poder real n&amp;atilde;o est&amp;aacute; nas constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es f&amp;iacute;sicas, mas na conex&amp;atilde;o abstrata entre n&amp;uacute;meros, algoritmos e informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Por&amp;eacute;m, ocupar bancos &amp;eacute; bom como um ponto de partida para um processo de longo prazo de desmantelamento e re-escrita dos aut&amp;ocirc;matos tecno-lingu&amp;iacute;sticos que est&amp;atilde;o escravizando todos n&amp;oacute;s. Esta &amp;eacute; a &amp;uacute;nica pol&amp;iacute;tica que conta. Alguns dizem que o movimento Occupy Wall Street n&amp;atilde;o tem demandas claras e uma agenda. Esta observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; rid&amp;iacute;cula. Como no caso de todos os movimentos sociais, os contextos pol&amp;iacute;ticos e motiva&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o diversos, mesmo difusos ou muito frequentemente contradit&amp;oacute;rios. O movimento de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o seria melhor com demandas mais realistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que &amp;eacute; emocionante agora &amp;eacute; a multiplicidade de novas conex&amp;otilde;es e compromissos. Mas ainda mais emocionante &amp;eacute; encontrar maneiras que podem p&amp;ocirc;r em marcha o &amp;ldquo;&amp;ecirc;xodo&amp;rdquo; coletivo da agonia capitalista. N&amp;atilde;o vamos falar sobre a &amp;ldquo;sustentabilidade&amp;rdquo; do movimento. Isto &amp;eacute; chato. Tudo &amp;eacute; transit&amp;oacute;rio. Estes eventos de combust&amp;atilde;o r&amp;aacute;pida n&amp;atilde;o nos ajudam a superar a depress&amp;atilde;o di&amp;aacute;ria. Ocupar as pra&amp;ccedil;as e outros espa&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos &amp;eacute; uma forma de responder &amp;agrave; curta dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o das manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e passeatas. Estamos aqui para ficar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o estamos demandando uma reforma do sistema financeiro global ou do Banco Central Europeu. O retorno &amp;agrave;s moedas nacionais do passado, tal como requisitado pelos direitistas populistas, n&amp;atilde;o ir&amp;aacute; tornar os cidad&amp;atilde;os comuns menos vulner&amp;aacute;veis &amp;agrave;s especula&amp;ccedil;&amp;otilde;es monet&amp;aacute;rias. Um retorno &amp;agrave; soberania do Estado tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e muitas pessoas j&amp;aacute; percebem isto. A demanda por mais interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o, controle e supervis&amp;atilde;o dos mercados &amp;eacute; um gesto desesperado. A verdadeira quest&amp;atilde;o &amp;eacute; que os humanos n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o mais no comando. Precisamos desmantelar as pr&amp;oacute;prias m&amp;aacute;quinas. Isto pode ser feito de uma maneira muito pac&amp;iacute;fica. Hackear seus sistemas, publicar seus crimes atrav&amp;eacute;s de iniciativas como o Wikileaks [ 4 ] e ent&amp;atilde;o deletar suas redes assassinas de neg&amp;oacute;cios em tempo real, para sempre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mercados financeiros s&amp;atilde;o feitos da pol&amp;iacute;tica de velocidade e desterritorializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas n&amp;oacute;s conhecemos&amp;nbsp; suas arquiteturas e vulnerabilidades. O mundo financeiro perdeu sua legitimidade. N&amp;atilde;o h&amp;aacute; mais consenso global de que o &amp;lsquo;mercado&amp;rsquo; est&amp;aacute; sempre certo. E esta &amp;eacute; nossa chance de agir. O movimento deve responder &amp;agrave; altura. Desativar e reprogramar o software financeiro n&amp;atilde;o &amp;eacute; um sonho de uma sabotagem ludita da m&amp;aacute;quina. Regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mercado n&amp;atilde;o ir&amp;aacute; fazer o servi&amp;ccedil;o, apenas autonomia e auto-organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos programadores pode desmantelar os algoritmos predat&amp;oacute;rios e criar programas de auto-empoderamento para a sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O intelecto geral e o corpo social er&amp;oacute;tico devem se encontrar nas ruas e nas pra&amp;ccedil;as, e unidos ir&amp;atilde;o quebrar as cadeias do Finazismo.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Notas de tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;[ 1 ] No texto original o termo usado &amp;eacute; &amp;ldquo;Ditadura Financeira&amp;rdquo;. No entanto, Jos&amp;eacute; Saramago, durante o document&amp;aacute;rio &amp;ldquo;Janela da Alma&amp;rdquo; j&amp;aacute; havia conceituado esse fenomeno como Ditadura Econ&amp;ocirc;mica, portanto acho mais prudente utiliz&amp;aacute;-lo aqui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;[ 2 ] &amp;Eacute; sempre importante lembrar a explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e as implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es do significado do termo Bode Expiat&amp;oacute;rio (com x). O bode expiat&amp;oacute;rio era um animal que era apartado do rebanho e deixado s&amp;oacute; na natureza selvagem como parte das cerim&amp;ocirc;nias hebraicas do Yom Kippur, o Dia da Expia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a &amp;eacute;poca do Templo de Jerusal&amp;eacute;m. Este rito &amp;eacute; descrito na B&amp;iacute;blia em Lev&amp;iacute;tico, cap&amp;iacute;tulo 16.&amp;nbsp; Em sentido figurado, um &amp;ldquo;bode expiat&amp;oacute;rio&amp;rdquo; &amp;eacute; algu&amp;eacute;m que &amp;eacute; escolhido&amp;nbsp; arbitrariamente para levar (sozinho) a culpa de uma calamidade, crime ou&amp;nbsp; qualquer evento negativo (que geralmente n&amp;atilde;o tenha cometido). A busca&amp;nbsp; do bode expiat&amp;oacute;rio &amp;eacute; um ato irracional de determinar que uma pessoa ou&amp;nbsp; um grupo de pessoas, ou at&amp;eacute; mesmo algo, seja respons&amp;aacute;vel de um ou mais&amp;nbsp; problemas sem a constata&amp;ccedil;&amp;atilde;o real dos fatos. A busca do bode expiat&amp;oacute;rio &amp;eacute; um importante instrumento de propaganda. Um cl&amp;aacute;ssico exemplo s&amp;atilde;o os judeus durante o per&amp;iacute;odo nazista, que eram apontados como culpados pelo colapso pol&amp;iacute;tico e pelos problemas econ&amp;ocirc;micos da Alemanha.&amp;nbsp; Atualmente, o uso de bodes expiat&amp;oacute;rios &amp;eacute; cada vez mais combatido e,&amp;nbsp; quanto esta tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; levada ao seu extremo, podem ser criadas regras&amp;nbsp; sociais de controle da linguagem, como no caso do politicamente correto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;[ 3 ] No caso do Brasil, vale destacar a iniciativa do Olimpicleaks ( &lt;a href=&quot;http://olimpicleaks.midiatatica.info&quot; title=&quot;http://olimpicleaks.midiatatica.info&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://olimpicleaks.midiatatica.info&lt;/a&gt; ), plataforma colaborativa para a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de documentos oficiais escondidos e materiais que detalham as reconfigura&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Rio de Janeiro para os mega-eventos globais, focando nos autorit&amp;aacute;rios casos de remo&amp;ccedil;&amp;otilde;es for&amp;ccedil;adas e ilegais. Antes escondidos, estes documentos agora est&amp;atilde;o digitalizados e dispon&amp;iacute;veis ao p&amp;uacute;blico&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;[ 4 ] Apesar de reconhecer a import&amp;acirc;ncia da tecnologia digital para a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, percebe-se que os autores n&amp;atilde;o se desfazem do mito de que a Internet e comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o eletr&amp;ocirc;nica por si s&amp;oacute; afastam as pessoas.&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://rede.metareciclagem.org/blog/25-10-11/Uma-chamada-ao-exercito-do-amor-e-ao-exercito-do-software#comments</comments>
 <category domain="http://rede.metareciclagem.org/assunto/bifo-berardi">bifo berardi</category>
 <category domain="http://rede.metareciclagem.org/assunto/geert-lovink">geert lovink</category>
 <category domain="http://rede.metareciclagem.org/tags/m-dia-t-tica">mídia tática</category>
 <group domain="http://rede.metareciclagem.org/conectaz/Mutir%C3%A3o-da-Gambiarra" xmlns="http://drupal.org/project/og">Mutirão da Gambiarra</group>
 <pubDate>Tue, 25 Oct 2011 14:18:12 +0000</pubDate>
 <dc:creator>felipefonseca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">2076 at http://rede.metareciclagem.org</guid>
</item>
</channel>
</rss>
