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 <title>MetaReciclagem - ong</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/taxonomy/term/1382/0</link>
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 <title>Considerações sobre anos findos e um quase findo...</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/blog/28-12-13/Consideracoes-sobre-anos-findos-e-um-quase-findo</link>
 <description>&lt;p class=&quot;rtejustify&quot;&gt;N&amp;atilde;o sei se as observa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que pretendo fazer nos pr&amp;oacute;ximos par&amp;aacute;grafos podem se encaixar de forma natural nesse espa&amp;ccedil;o. Mas como o ano est&amp;aacute; acabando e nos &amp;uacute;ltimos dias tenho me colocado a ler mensagens da &lt;a href=&quot;https://lists.riseup.net/www/info/metareciclagem&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Lista&lt;/a&gt; referentes aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2012 (isso mesmo, 2012!) que estavam com leitura pendente, senti novamente a necessidade de participar desse blog coletivo. Deve ser a tal &amp;quot;sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pertencimento&amp;quot; que outrora experimentei e que nesse momento aparece com for&amp;ccedil;a e me instiga boas reflex&amp;otilde;es. Mas vamos l&amp;aacute;:&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;rtejustify&quot;&gt;Questionado pelo Valdir Rodriguez sobre o porqu&amp;ecirc; de mais uma vez o encontro anual da antiga equipe de TI da &lt;a href=&quot;http://portal.estacio.br/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Unesa&lt;/a&gt; n&amp;atilde;o ter acontecido, lancei as justificativas costumeiras (embora verdadeiras) como falta de tempo, dist&amp;acirc;ncia, etc; mas em seguida sugeri que, se n&amp;atilde;o nos ver&amp;iacute;amos, que pelo menos relat&amp;aacute;ssemos o que fizemos nos &amp;uacute;ltimos dois anos. Eis ent&amp;atilde;o meu relato:&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;rtejustify&quot;&gt;&lt;em&gt;&amp;quot;...da &amp;uacute;ltima vez que realizamos nosso encontro (julho/2011) eu havia acabado de sair da &lt;a href=&quot;http://www.escolaep.com.br&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;escola&lt;/a&gt; onde trabalhei desde 2004. Estava fazendo est&amp;aacute;gio de meio ambiente na ong &lt;a href=&quot;http://www.guardioesdomar.org.br&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Guardi&amp;otilde;es do Mar&lt;/a&gt;, que fica ao lado do shopping s&amp;atilde;ogon&amp;ccedil;a. Ao retornar pra &lt;a href=&quot;http://pmro.rj.gov.br&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Rio das Ostras&lt;/a&gt; fiquei ainda uns meses desempregado, ent&amp;atilde;o comecei a trabalhar como t&amp;eacute;cnico ambiental numa empresa de saneamento que prestava servi&amp;ccedil;o pra &lt;a href=&quot;http://www.camerondobrasil.com/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Cameron&lt;/a&gt; de Maca&amp;eacute;. Fiquei por l&amp;aacute; do final de 2011 a fevereiro de 2013.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;rtejustify&quot;&gt;&lt;em&gt;Em 2012, me juntei com um pessoal que estudou e deu aulas pra mim e fundamos um Grupo. Atuei discretamente nele durante todo o ano de 2012, paralelamente ao meu trabalho, buscando nessa empreitada uma alternativa &amp;agrave;s frustra&amp;ccedil;&amp;otilde;es profissionais que estavam sendo vivenciadas naqueles meses.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;rtejustify&quot;&gt;&lt;em&gt;No in&amp;iacute;cio de 2013, atendendo a uma demanda cada vez maior de convites para eventos e a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambiental, resolvi fazer algo inesperado: larguei o emprego e passei a me dedicar em tempo integral a Ong. Com isso, tivemos alguns &amp;ecirc;xitos, como cobertura da imprensa em v&amp;aacute;rios eventos que organizamos, entrada para o Conselho de Meio Ambiente do munic&amp;iacute;pio e network bacana na regi&amp;atilde;o. Mas com o tempo as parcerias n&amp;atilde;o se mostraram efetivas e muitas perspectivas n&amp;atilde;o se realizaram, de modo que demos uma pausa nas atividades da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o em setembro. De l&amp;aacute; para c&amp;aacute; passei a dar aulas em cursos t&amp;eacute;cnicos aqui da regi&amp;atilde;o e nesse momento me encontro de f&amp;eacute;rias. Enfim, n&amp;atilde;o foi um ano ruim&amp;quot;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;rtejustify&quot;&gt;Bom, esse foi o meu pequeno relato. Pretendo estar ativo novamente na lista em 2014, compartilhando com o bando algumas experi&amp;ecirc;ncias com lixo eletr&amp;ocirc;nico que vivenciei nesse ano quase findo.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;rtejustify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;rtejustify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://rede.metareciclagem.org/blog/28-12-13/Consideracoes-sobre-anos-findos-e-um-quase-findo#comments</comments>
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 <pubDate>Sun, 29 Dec 2013 00:01:15 +0000</pubDate>
 <dc:creator>vitorkerouac</dc:creator>
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 <title>Responsabilidade Social</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/blog/28-11-13/Responsabilidade-Social</link>
 <description>&lt;p&gt;As pessoas &amp;agrave;s vezes me perguntam porque &amp;eacute; que eu sou t&amp;atilde;o chato com certas coisas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a grande maioria destas perguntas eu n&amp;atilde;o tenho nenhuma resposta racional. Mas para algumas eu tenho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vou tomar o exemplo da parceira entre o Matehackers e a ONG Abrace, da Embratec.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quando eu fui l&amp;aacute; fazer as primeiras entrevistas com o pessoal da Embratec, da ONG Abrace e do Matehackers (no caso, somente eu), eu relatei que ando pelo Brasil e vejo muita coisa que n&amp;atilde;o acontece conforme as minhas expectativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tem legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o para descarte e destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de equipamentos eletroeletr&amp;ocirc;nicos, e tamb&amp;eacute;m para res&amp;iacute;duos eletroeletr&amp;ocirc;nicos que eu lutei junto pra construir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tem in&amp;uacute;meras iniciativas de empresas, organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es, institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, pessoas para tentar atingir alguns objetivos de descarte e destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de equipamentos e res&amp;iacute;duos eletroeletr&amp;ocirc;nicos por todo o mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o h&amp;aacute; uma &amp;uacute;nica iniciativa satisfat&amp;oacute;ria, no mundo inteiro. Qualquer pessoa dedicada e interessada certamente chegar&amp;aacute; &amp;agrave; mesma conclus&amp;atilde;o, e se n&amp;atilde;o chegar &amp;eacute; porque n&amp;atilde;o buscou direito. Nunca ouvi uma opini&amp;atilde;o contr&amp;aacute;ria a esta que n&amp;atilde;o passasse por desinforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Quem quiser tentar refutar, sinta-se &amp;agrave; vontade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando eu aceitei e assumi a responsabilidade l&amp;aacute; junto com o Vagner, com a Embratec, com a ONG Abrace e com o Matehackers, eu declarei explicitamente que eu tinha esperan&amp;ccedil;a de fazer alguma diferen&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porque todo e qualquer processo de destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de computadores termina da mesma forma: m&amp;aacute;quinas s&amp;atilde;o desviadas, componentes e equipamentos s&amp;atilde;o descartados no lixo comum, v&amp;atilde;o para os aterros de onde est&amp;aacute;vamos tentando evitar que eles fossem, ou v&amp;atilde;o para a casa de pessoas que precisam daquelas m&amp;aacute;quinas menos que outras pessoas que teriam menos acesso &amp;agrave; tecnologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As minhas experi&amp;ecirc;ncias, e a minha interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o acerca das experi&amp;ecirc;ncias de muita gente me permitem afirmar que:&lt;br /&gt;
	&amp;lt;ul&amp;gt;&lt;br /&gt;
	&amp;lt;li&amp;gt;Dar computadores para as pessoas n&amp;atilde;o &amp;eacute; o suficiente. De fato, simplesmente largar o computador nas m&amp;atilde;os das pessoas pode causar mais problemas do que providenciar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es, em todos os casos que eu j&amp;aacute; presenciei.&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
	&amp;lt;li&amp;gt;Observar, influenciar, interferir nas consequ&amp;ecirc;ncias sociais que causa a tecnologia na vida das pessoas (tamb&amp;eacute;m chamado de &amp;quot;impacto&amp;quot;), &amp;eacute; uma coisa desej&amp;aacute;vel.&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
	&amp;lt;li&amp;gt;A pergunta que para mim faz sentido fazer sempre, escrever nas paredes, embaixo do travesseiro, nos muros, na tela do computador, e na mente de todo mundo que estiver por perto, &amp;eacute;: &amp;quot;Como &amp;eacute; que a tecnologia vai ser utilizada pelas pessoas e n&amp;atilde;o o contr&amp;aacute;rio?&amp;quot;.&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
	&amp;lt;li&amp;gt;Termos como por exemplo, mas n&amp;atilde;o limitados a &amp;quot;apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o cr&amp;iacute;tica da tecnologia&amp;quot; s&amp;atilde;o de suma import&amp;acirc;ncia.&amp;lt;/li&amp;gt;&lt;br /&gt;
	&amp;lt;/ul&amp;gt;&lt;br /&gt;
	Uma coisa &amp;eacute; algu&amp;eacute;m ver na televis&amp;atilde;o, ouvir algu&amp;eacute;m falar e fazer de conta que concorda, aceita e reconhece que existem pessoas com necessidades reais e que precisam ter acesso &amp;agrave; tecnologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra coisa completamente diferente &amp;eacute; algu&amp;eacute;m ser obrigadx a passar o dia inteiro, todo dia, vendo estas coisas. Vendo e convivendo com gente que tem necessidades reais, e que precisam de gente trabalhando pra garantir que ter&amp;atilde;o condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es melhores. Quando eu digo &amp;quot;condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es melhores&amp;quot;, n&amp;atilde;o estou dizendo que eu sei o que as pessoas precisam. Estou me referindo &amp;agrave; capacidade das pessoas de poderem decidir se &amp;eacute; interessante terem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es melhores, e o que s&amp;atilde;o condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es melhores em primeiro lugar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu poderia ilustrar o que eu digo e fazer document&amp;aacute;rios, fotografias, escrever relatos de pessoas que&amp;nbsp; s&amp;atilde;o realmente carentes, pobres, ou sei l&amp;aacute; qual &amp;eacute; o novo termo moderno e menos preconceituoso que esta sociedade inventou para rotular estas pessoas. No meu tempo usavam &amp;quot;gente humilde&amp;quot;, &amp;quot;pessoas que vivem em &amp;aacute;rea de vulnerabilidade social&amp;quot;, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas este trabalho seria desgastante e a &amp;uacute;nica coisa que eu ia ganhar com isto seria visibilidade e reconhecimento. S&amp;atilde;o duas coisas que eu tenho asco e dispenso. Eu prefiro que as pessoas tenham nas m&amp;atilde;os a capacidade de fazer fotografias, document&amp;aacute;rios, e escrever sobre as suas vidas e suas hist&amp;oacute;rias para realizar a mudan&amp;ccedil;a que pretendem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas se estas pessoas n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m estes recursos &amp;agrave; disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como &amp;eacute; que a sociedade vai ver que elas precisam destes recursos, se eles n&amp;atilde;o tem os recursos para mostrar para a sociedade que eles precisam de recursos? Peculiar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como eu sempre digo, estas coisas n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m como depender de mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o social. Porque a midia convencional n&amp;atilde;o vai registrar estas coisas e mostrar pra todo mundo. E tu, que j&amp;aacute; tem a interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o prejudicada, vai ver as crian&amp;ccedil;as recebendo computadores, criando contas no Facebook e utilizando o computador estritamente para isto, e vai achar normal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o te incomodar&amp;aacute; o fato de que empresas resolver&amp;atilde;o o problema de descarte dando computadores que iriam para o lixo para comunidades, para que estas comunidades tenham acesso a servi&amp;ccedil;os e produtos de parceiros destas empresas. Porque quando uma comunidade come&amp;ccedil;a a ter acesso ao pouco dinheiro que nunca tiveram antes, l&amp;aacute; estar&amp;aacute; a for&amp;ccedil;a de equil&amp;iacute;brio do capitalismo pronta para introduzir aquelas pessoas na mesma vala comum dos consumidores que j&amp;aacute; existiam antes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A m&amp;aacute;quina tem que girar. E eu sou conivente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o te incomodar&amp;aacute; o fato de que 100% das pessoas, organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es que declaram ser transparentes n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m a m&amp;iacute;nima no&amp;ccedil;&amp;atilde;o do que &amp;eacute; que significa este termo. O que estas pessoas, organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es realmente deveriam dizer &amp;eacute; que s&amp;atilde;o um fiasco no que tange a transpar&amp;ecirc;ncia e que t&amp;ecirc;m muito a aprender sobre isto. Mas elas geralmente se anunciam como &amp;quot;a primeira em transpar&amp;ecirc;ncia&amp;quot; ou coisa parecida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Matehackers n&amp;atilde;o &amp;eacute; exemplo de transpar&amp;ecirc;ncia. Eu n&amp;atilde;o sou exemplo de transpar&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se tem como atingir este conceito, s&amp;oacute; temos chance nos associando, nos agrupando, colaborando, cooperando. Isto &amp;eacute; uma premissa b&amp;aacute;sica e antiga, n&amp;atilde;o estou reiventando a roda, tampouco propondo algo revolucion&amp;aacute;rio ou extraordin&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o neste caso seria transformar o velho no novo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com menos vaidade, menos descaso, mais aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e mais boa vontade algu&amp;eacute;m teria alguma chance de alcan&amp;ccedil;ar a transpar&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas h&amp;aacute; poucxs interessados porque transpar&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma coisa que tu, verme infeliz, consegue enclausurar em um recipiente fechado e vender aos poucos. &amp;Eacute; o exato oposto disto.&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://rede.metareciclagem.org/blog/28-11-13/Responsabilidade-Social#comments</comments>
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 <pubDate>Thu, 28 Nov 2013 19:42:45 +0000</pubDate>
 <dc:creator>iuriguilherme</dc:creator>
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