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 <title>MetaReciclagem - academia</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/taxonomy/term/207/0</link>
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 <language>pt-br</language>
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 <title>AcademiaLivre</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/conectaz/AcademiaLivre</link>
 <description>&lt;div class=&quot;form-item&quot;&gt;
 &lt;label&gt;Descrição: &lt;/label&gt;
 Grupo de pesquisa ligado à rede MetaReciclagem
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Tentando construir interfaces entre o cotidiano da MetaReciclagem e a pesquisa acad&amp;ecirc;mica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hernani Dimantas comentou:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;efe, interfaces &amp;eacute; um termo bem amplo. eu gosto dele por significar muitas coisas que, por um lado aponta para as ferramentas. interfaces gr&amp;aacute;ficas, de &amp;aacute;udio, de v&amp;iacute;deo. E, por outro, a proposta do MetaReciclagem s&amp;atilde;o interfaces m&amp;uacute;ltiplas. Rede de afetos, apropria&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Esp&amp;oacute;ros e conectazes. Enfim, tecnologia social.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Eu acho que avan&amp;ccedil;amos muito nesse debate nos &amp;uacute;ltimos 10 anos. Tem muita MetaReciclagem trafegando pelos acad&amp;ecirc;micos. MetaReciclagem &amp;eacute; tema de TCC, mestrados e doutorados.&amp;nbsp;N&amp;atilde;o &amp;eacute; sobre construir interfaces. &amp;Eacute; sobre agregar projetos acad&amp;ecirc;micos , art&amp;iacute;sticos e sei l&amp;aacute; o que mais podemos pensar. ;)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;field field-type-text field-field-situacao-conectaz&quot;&gt;
      &lt;div class=&quot;field-label&quot;&gt;Situação desta ConecTAZ:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
    &lt;div class=&quot;field-items&quot;&gt;
            &lt;div class=&quot;field-item odd&quot;&gt;
                    funcionando        &lt;/div&gt;
        &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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 <comments>http://rede.metareciclagem.org/conectaz/AcademiaLivre#comments</comments>
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 <pubDate>Fri, 30 Nov 2012 18:28:43 +0000</pubDate>
 <dc:creator>felipefonseca</dc:creator>
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 <title>MetaReciclagem Uma Mudança de Mentalidade</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/blog/13-09-11/MetaReciclagem-Uma-Mudanca-de-Mentalidade</link>
 <description>&lt;p&gt;1. Introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	A inform&amp;aacute;tica passou a fazer parte no dia a dia das pessoas, seja nas transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es banc&amp;aacute;rias, em ambientes escolares, no trabalho e no lazer.&amp;nbsp; Cada vez mais o computador se mostra presente no cotidiano. Apesar da alta produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o na tecnologia da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no Brasil, o acesso ao computador e &amp;agrave; internet &amp;eacute; ainda escasso para alguns indiv&amp;iacute;duos. Programas de inclus&amp;atilde;o digital s&amp;atilde;o elaborados para esta parcela, atualmente exclu&amp;iacute;da da dita sociedade da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por&amp;eacute;m estes programas s&amp;atilde;o criticados por especialistas por n&amp;atilde;o atenderem de forma eficaz &amp;agrave;s demandas do que&amp;nbsp; &amp;eacute; chamado de exclus&amp;atilde;o digital. Em contraponto com as pessoas sem acesso a estes meios, outra parcela da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com um maior poder aquisitivo, consome cada vez mais um computador de &amp;uacute;ltima gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou algum gadget de &amp;uacute;ltima moda. O consumo desenfreado, numa sociedade onde pessoas trocam de celular duas vezes ao ano, que trocam componentes de seus computadores sempre que um novo mais veloz ou com maior capacidade &amp;eacute; lan&amp;ccedil;ado, n&amp;atilde;o &amp;eacute; acompanhado por uma pergunta b&amp;aacute;sica: para onde vai o lixo tecnol&amp;oacute;gico gerado?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	No Brasil, surge um grupo de nome MetaReciclagem, que tem como proposta reciclagem do lixo eletr&amp;ocirc;nico para a transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o social. De acordo com o grupo, tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel reciclar mentes para esta transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a inclus&amp;atilde;o digital se d&amp;aacute; por um processo de apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica e n&amp;atilde;o apenas &amp;ldquo;usar o computador&amp;rdquo;. Este grupo, de origem em S&amp;atilde;o Paulo, est&amp;aacute; presente em todo o Brasil, de forma descentralizada e auto-organizada, inclusive tendo uma forte atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Governo Brasileiro (Minist&amp;eacute;rios da Cultura e Ci&amp;ecirc;ncia e Tecnologia) com quest&amp;otilde;es pertinentes a tudo que perpasse pelo computador, redes, equipamentos tecnol&amp;oacute;gicos, cibercultura e sociedade.&lt;br /&gt;
	Este trabalho consiste na investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da import&amp;acirc;ncia de contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da MetaReciclagem &amp;agrave; questionamentos sobre o lixo eletr&amp;ocirc;nico que est&amp;aacute; sendo descartado pelos r&amp;aacute;pidos avan&amp;ccedil;os tecnol&amp;oacute;gicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2. Justificativa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	Conhecendo mais esse grupo, suas propostas e sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, podemos entender mais&amp;nbsp; processos como: sociedade da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, lixo eletr&amp;ocirc;nico, compartilhamento, comunidades virtuais, cibercultura, exclus&amp;atilde;o digital e liberdade na internet. Estes processos s&amp;atilde;o de suma import&amp;acirc;ncia para entendimento de nossa sociedade que, atrav&amp;eacute;s desse grupo, &amp;eacute; observada por uma diferente &amp;oacute;tica e assim trazendo &amp;agrave; tona questionamentos pertinentes &amp;agrave; academia para um maior entendimento de nossa sociedade, visto que este grupo traz uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de usu&amp;aacute;rio de tecnologia cr&amp;iacute;tica ao uso e desuso de tais equipamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3. Problematiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	Saber ao fundo, rotulando o que seria o grupo de MetaReciclagem &amp;eacute; uma quest&amp;atilde;o complicada, pois os participantes do grupo narram que n&amp;atilde;o existe uma hist&amp;oacute;ria verdadeira do grupo ou todas s&amp;atilde;o verdadeiras. A hist&amp;oacute;ria &amp;eacute; narrada por pessoas que colocam, ou tiram, pontos pessoais e sendo assim o grupo prefere n&amp;atilde;o se agarrar a uma &amp;uacute;nica narrativa. Apesar desta dificuldade de enquadramento do surgimento do grupo, podemos usar os dados destas vers&amp;otilde;es e construir um hist&amp;oacute;rico apontando pontos em comum relevantes ao surgimento do mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	MetaReciclagem &amp;eacute; definida como uma rede,&amp;nbsp; atuando desde 2002, no desenvolvimento de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tecnologia de maneira descentralizada e aberta.&amp;nbsp; Esta rede tem como base a desconstru&amp;ccedil;&amp;atilde;o do hardware, que seria uma forma de desconstruir pe&amp;ccedil;as de um computador para entendimento de funcionamento das mesmas; utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de software livre&amp;nbsp; e uso de licen&amp;ccedil;as abertas, que garante o uso, altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, compartilhamento e divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma forma livre. Como a rede &amp;eacute; descentralizada, ela aglutina pessoas de diversos lugares do Brasil. Basicamente, ela tem como estrutura um site e uma lista de discuss&amp;atilde;o. No site os usu&amp;aacute;rios podem participar lendo os materiais que s&amp;atilde;o postados em formato de blog, bem como ter acesso a tudo que foi discutido na lista de discuss&amp;atilde;o. O interessante do site &amp;eacute; que qualquer um pode se inscrever e contribuir com o site, alimentando-o com novas postagens e/ou interagindo com o que foi postado. A lista de discuss&amp;atilde;o serve como um canal em tempo real, onde as pessoas enviam e respondem e-mails sobre diversas quest&amp;otilde;es, gerando uma discuss&amp;atilde;o entre os membros inscritos. &amp;Eacute; importante frisar que as discuss&amp;otilde;es na rede &amp;ldquo;metarecicleira&amp;rdquo; (termo usado pelos participantes) n&amp;atilde;o se restringe apenas ao assunto computador, internet e lixo eletr&amp;ocirc;nico, mas tudo que seja relativo ao social: governo, resist&amp;ecirc;ncia ind&amp;iacute;gena, artes, feminismo, sociologia, antropologia, enfim tudo que &amp;eacute; importante, ou julgado importante para algumas pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	O foco deste projeto de pesquisa &amp;eacute; se aprofundar nas contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do grupo &amp;agrave; sociedade, visto que eles v&amp;atilde;o al&amp;eacute;m de passivos usu&amp;aacute;rios de tecnologia, pois buscam questionamentos sobre a import&amp;acirc;ncia da mesma em nossas vidas. O principal questionamento da rede &amp;eacute; sobre o descarte do lixo eletr&amp;ocirc;nico, gerado pela velocidade da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de artefatos tecnol&amp;oacute;gicos. A sociedade atual tem passado por r&amp;aacute;pidas mudan&amp;ccedil;as na sua rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a tecnologia, exemplo: um celular antes servia para fazer e receber chamadas; hoje em dia entra na internet e pode ser ligado a um teclado e a uma televis&amp;atilde;o. Estes avan&amp;ccedil;os geram questionamentos por uma pequena parte da sociedade, por exemplo: onde est&amp;atilde;o os celulares antigos, em desuso? Sabemos que pa&amp;iacute;ses mais pobres servem de escoamento para uma nova categoria de lixo gerada por nossa sociedade, o lixo eletr&amp;ocirc;nico. Este tipo de lixo se torna convidativo a parcela mais pobre da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o pois ele pode conter pe&amp;ccedil;as com algum valor comercial: cobre, ouro entre outros metais. Mas que tamb&amp;eacute;m certas partes como baterias, que n&amp;atilde;o servem para estas pessoas, s&amp;atilde;o descartadas no meio ambiente e s&amp;atilde;o perigosas pois cont&amp;eacute;m metais pesados e produtos qu&amp;iacute;micos que poluem e afetam diretamente a sa&amp;uacute;de humana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	Para Bauman, h&amp;aacute; a hip&amp;oacute;tese de que todo esse descarte de lixo, que &amp;eacute; indesejado pela sociedade, &amp;eacute; escoado para uma parcela da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o que &amp;eacute; chamada por ele de lixo. Um exemplo s&amp;atilde;o programas de inclus&amp;atilde;o digital que recebem computadores velhos, destinados a pessoas de baixa renda que n&amp;atilde;o fazem minimamente tarefas cotidianas. Podemos lan&amp;ccedil;ar a quest&amp;atilde;o: de fato &amp;eacute; inclus&amp;atilde;o digital voc&amp;ecirc; oferecer ferramentas que n&amp;atilde;o estejam alinhadas com a atualidade? Para a rede MetaReciclagem &amp;eacute; importante saber separar e preparar essa tecnologia obsoleta, tendo cuidado com termos como inclus&amp;atilde;o digital. Para eles as empresas ou pessoas que se desfazem dos seus aparatos tecnol&amp;oacute;gicos obsoletos devem ter a consci&amp;ecirc;ncia de um descarte adequado dos mesmos e ter a responsabilidade deste p&amp;oacute;s-uso. Infelizmente, algumas ONG&amp;#39;s, que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m este aprofundamento, servem de escoadoras de lixo eletr&amp;ocirc;nico, visto que recebem este tipo de lixo de empresas que por sua vez repassa-os para comunidades pobres que ir&amp;aacute; compor projetos de inclus&amp;atilde;o digital ou ser&amp;atilde;o destru&amp;iacute;dos para aproveitamento das partes citadas acima.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	Portanto, o objetivo desta pesquisa &amp;eacute; uma busca de como o grupo de MetaReciclagem pode contribuir para trazer &amp;agrave; tona tanto a academia quanto a sociedade para questionamentos acerca de todo o lixo tecnol&amp;oacute;gico gerado pela sociedade atual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;4. Quadro Te&amp;oacute;rico&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	Bauman traz importantes somas a este projeto de pesquisa pois &amp;eacute; um grande pensador sobre a modernidade e suas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es, principalmente ao se tratar destas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es levando em conta&amp;nbsp; consumo, que segundo ele tem aumentado a uma velocidade incr&amp;iacute;vel na modernidade.&lt;br /&gt;
	O autor traz uma vis&amp;atilde;o muito interessante sobre o que seria o lixo, ampliando seu significado, uma vez que &amp;eacute; dada, ao mesmo, uma dimens&amp;atilde;o sociol&amp;oacute;gica indo al&amp;eacute;m do habitual que &amp;eacute; pensar o lixo como apenas aquilo que n&amp;atilde;o serve mais. Bauman vai al&amp;eacute;m nesta amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, citando que alguns setores da sociedade est&amp;atilde;o sendo encarados como lixo, ou seja, descartados, indesejados como podemos observar&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	&amp;ldquo;Desesperados, n&amp;atilde;o aceitariam a simples verdade de que odiosos montes de lixo s&amp;oacute; poderiam n&amp;atilde;o existir se, antes de mais nada, n&amp;atilde;o tivessem sido feitos (por eles mesmos, os leonianos!). Eles se recusariam a aceitar&amp;nbsp; que (como diz a mensagem de Marco P&amp;oacute;lo, que os leonianos n&amp;atilde;o ouviram.), &amp;ldquo;&amp;agrave; medida que a cidade se renova a cada dia, ela preserva&amp;nbsp; totalmente&amp;nbsp; a si mesma na sua &amp;uacute;nica forma definitiva: o lixo&amp;nbsp; de ontem empilhado sobre o lixo de anteontem e de todos os dias e anos e d&amp;eacute;cadas.&amp;rdquo; (CALVINO apud BAUMAN, 2005, p.9).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A sociedade atual agrava mais ainda essa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pois o consumo por tecnologia est&amp;aacute; avan&amp;ccedil;ando r&amp;aacute;pido demais e s&amp;atilde;o criadas necessidades por uma certa atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes equipamentos. O computador que n&amp;atilde;o est&amp;aacute; &amp;ldquo;rodando&amp;rdquo; a mais nova vers&amp;atilde;o de determinado software, aquele celular que n&amp;atilde;o tem as novas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es que todos os mais novos t&amp;ecirc;m e tamb&amp;eacute;m os apelos publicit&amp;aacute;rios que estimulam o consumo de tais equipamentos, &amp;ldquo;&amp;eacute; a novidade de hoje que torna a de ontem obsoleta, destinada ao monte de lixo.&amp;rdquo; (BAUMAN, 2005).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	5. Objetivos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	Agora podemos trazer a discuss&amp;atilde;o e coloc&amp;aacute;-la na forma de objetivos para serem perseguidos neste projeto:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5.1 Objetivo Geral&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	Analisando o grupo MetaReciclagem investigaremos propostas de mudan&amp;ccedil;a de mentalidade no que concerne &amp;agrave; quest&amp;atilde;o do lixo eletr&amp;ocirc;nico, oriundas de novos atores sociais que utilizam a tecnologia como proposta de inclus&amp;atilde;o social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5.2 Objetivos Espec&amp;iacute;ficos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	1. Entender a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o descentralizada do grupo pesquisado;&lt;br /&gt;
	2. Identificar suas contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; sociedade;&lt;br /&gt;
	3. Descobrir como a MetaReciclagem pode contribuir para a mudan&amp;ccedil;a de mentalidade dos atores envolvidos direta e indiretamente.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	6. Quest&amp;otilde;es de Pesquisa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	1.a) Qual o perfil dos atores que atuam o grupo MetaReciclagem?&lt;br /&gt;
	1.b) Como se d&amp;aacute; a auto-organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do grupo?&lt;br /&gt;
	2.a) Quais os impactos das contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es da MetaReciclagem de forma direta &amp;agrave; sociedade?&lt;br /&gt;
	2.b) O grupo traz discuss&amp;otilde;es efetivas &amp;agrave; quest&amp;atilde;o do lixo tecnol&amp;oacute;gico?&lt;br /&gt;
	3.a) Como se d&amp;aacute; o processo de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o social proposto pelo grupo?&lt;br /&gt;
	3.b) Quais s&amp;atilde;o os resultados satisfat&amp;oacute;rios acerca da mudan&amp;ccedil;a de mentalidade? Baseado em pontos tocados pelo pr&amp;oacute;prio grupo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;7. Metodologia&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	A pesquisa dar-se-&amp;aacute;, inicialmente, pelo acompanhamento do grupo em seus dois ve&amp;iacute;culos de discuss&amp;atilde;o: Portal e Lista de Discuss&amp;atilde;o. Onde ser&amp;atilde;o colhidos dados das discuss&amp;otilde;es promovidas por seus usu&amp;aacute;rios. Os dados coletados ser&amp;atilde;o analisados e&amp;nbsp; documentados em di&amp;aacute;rio de campo. O pesquisador decidiu se apresentar ao grupo e aproveitando que, pela descentraliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mesmo, h&amp;aacute; pessoas em diversas partes do pa&amp;iacute;s, inclusive nordeste, far&amp;aacute; entrevistas presenciais com pessoas envolvidas no estado de Pernambuco ou em outros pr&amp;oacute;ximos (dependendo da disponibilidade de ambos).&lt;br /&gt;
	Ser&amp;atilde;o aplicados question&amp;aacute;rios on-line ao grupo, buscando atingir uma boa quantidade de membros do grupo, bem como atingir diferentes regi&amp;otilde;es do Brasil. Este question&amp;aacute;rio buscar&amp;aacute; sondar poss&amp;iacute;veis diferen&amp;ccedil;as e tamb&amp;eacute;m elaborar tipos de perfis, levando em conta regi&amp;atilde;o, escolaridade, tempo no grupo, experi&amp;ecirc;ncias pr&amp;aacute;ticas e experi&amp;ecirc;ncias te&amp;oacute;ricas.&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://rede.metareciclagem.org/blog/13-09-11/MetaReciclagem-Uma-Mudanca-de-Mentalidade#comments</comments>
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 <pubDate>Tue, 13 Sep 2011 13:55:06 +0000</pubDate>
 <dc:creator>yzak</dc:creator>
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 <title>Metareciclagem e academia: espaço de reflexão ou perda de potência?</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/blog/06-07-11/Metareciclagem-e-academia-espaco-de-reflexao-ou-perda-de-potencia</link>
 <description>&lt;p&gt;A discuss&amp;atilde;o sobre caminhos e meios da rede metareciclagem &amp;eacute; algo que tem sempre permeado e ajudado a manter viva a din&amp;acirc;mica de conversas da pr&amp;oacute;pria rede.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;H&amp;aacute; algumas semanas atr&amp;aacute;s andei me perguntando como as pessoas que se propuseram a estudar metareciclagem por uma abordagem um pouco mais formal tinham encontrado solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para seus questionamentos. Pesquisei um pouco no Google, no Scholar, mas muita informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dispersa, cansei e parei. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encontrei uma &lt;a href=&quot;http://www.harzing.com/pop.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;ferramenta&lt;/a&gt; essa semana que baixa os primeiros 1000 resultados do google scholar e organiza a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma maneira del&amp;iacute;cia de ver. &amp;Eacute; claro que a primeira coisa que fiz foi pesquisar MetaReciclagem por l&amp;aacute;. Coloquei em anexo nesse post o resultado que coletei, se algu&amp;eacute;m tiver interesse em ver mais detalhado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alguns resultados me surpreenderam, pois eu sabia que haviam alguns estudos, algumas teses, mas n&amp;atilde;o fazia ideia de que j&amp;aacute; haviam sido publicos mais de 110 trabalhos que referenciam metareciclagem de alguma forma. Outro ponto mais interessante ainda, a grande maioria dos autores eu sequer ouvi falar. Esses trabalhos j&amp;aacute; receberam mais de 67 cita&amp;ccedil;&amp;otilde;es, no total. O que d&amp;aacute; uma certa ideia do espalhamento e apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessa produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Me surpreendeu bastante, confesso. N&amp;atilde;o sei o quanto o pessoal daqui tava por dentro disso. Me deu vontade de olhar com mais cuidado o que cada publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem falado, como entendeu e traduziu o que estamos fazendo por aqui, como descreveu sua vis&amp;atilde;o de Metareciclagem e como tudo isso impacta a nossa pr&amp;oacute;pria de ver e fazer metareciclagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sei que muita gente por aqui tem resist&amp;ecirc;ncia a trabalhos acad&amp;ecirc;micos e tals. Nada contra e nem a favor. Cada um, cada um. Masssss..... Como voc&amp;ecirc; l&amp;ecirc; esse movimento? Algumas possibilidades:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;metareciclagem t&amp;aacute; amadurecendo como processo e levando muita gente interessada em pesquisar cultura digital, inclus&amp;atilde;o digital, lixo eletr&amp;ocirc;nico, &amp;eacute;tica hacker, etc a incluir o meta como uma refer&amp;ecirc;ncia, ampliando o espa&amp;ccedil;o de reflex&amp;atilde;o do que fazemos?&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;metareciclagem est&amp;aacute; perdendo pot&amp;ecirc;ncia, virando uma rede careta e, portanto, sendo mais facilmente apropriada para estudos formais acad&amp;ecirc;micos?&lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;nenhuma das duas coisas e eu gostaria de saber o que mais pensam sobre isso....&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;;-)&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://rede.metareciclagem.org/blog/06-07-11/Metareciclagem-e-academia-espaco-de-reflexao-ou-perda-de-potencia#comments</comments>
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 <pubDate>Wed, 06 Jul 2011 17:28:50 +0000</pubDate>
 <dc:creator>dmartins</dc:creator>
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 <title>Capturas de algo em Dalton Martins</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/blog/12-08-10/Capturas-de-algo-em-Dalton-Martins</link>
 <description>&lt;p&gt;Os fluxos da minha pesquisa est&amp;atilde;o inevitavelmente ligados &amp;agrave; MetaReciclagem. Em certo momento eu simplesmente queria era entender os movimentos estrat&amp;eacute;gicos entre a meta e as coisas gov, mas hoje j&amp;aacute; n&amp;atilde;o sei mais. Mas esse aprendizado que &amp;eacute; ir assimilando, quase que totalmente pela Internet, as conversas de grupos, de pessoas que aparecem mais aqui e ali e outras que nem tanto, de nomes, de espa&amp;ccedil;os, de termos, de pr&amp;aacute;ticas, est&amp;aacute; sendo um grande laborat&amp;oacute;rio para em algum momento chegar &amp;agrave; etnografia que vai ser desenhada para atender, dentre outras coisas, aos requisitos acad&amp;ecirc;micos. E assim &amp;eacute; que vou juntando pedacinhos de coisas, de falas, imagens, texto etc. Coisas que fui tuitando pra registrar, recortes de outros registros e coisas semelhantes. Esse aqui, com coisas do Dalton,&amp;nbsp; tava guardado esperando para ser contextualizo e virar um post no &lt;a href=&quot;http://reacesso.webnos.org&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;reacesso&lt;/a&gt;. Mas a&amp;iacute; ele olhou pra mim hoje e disse: &amp;quot;C&amp;ecirc; t&amp;aacute; esperando muito. C&amp;ecirc; t&amp;aacute; com isso a&amp;iacute; parado pra qu&amp;ecirc;?&amp;quot; Ent&amp;atilde;o resolvi soltar aqui, quer lugar melhor?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fragmentos de Dalton Martins&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;A gente tem que ver a forma como as corpora&amp;ccedil;&amp;otilde;es se organizam como um campo flu&amp;iacute;dico onde a gente pode penetrar e interagir l&amp;aacute; dentro, e rearticular o sistema produtivo, e n&amp;atilde;o ver como um embate.&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que nos interessa quando a gente t&amp;aacute; falando em Rede Social &amp;eacute; uma abertura de linguagem @ &lt;a href=&quot;http://twitter.com/dmartins&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;dmartins&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;http://ow.ly/wnDG&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://ow.ly/wnDG&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ou&amp;ccedil;a @&lt;a href=&quot;http://twitter.com/dmartins&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;dmartins&lt;/a&gt; aqui:&lt;a href=&quot;http://ow.ly/wnF7&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://ow.ly/wnF7&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ndash; Veja o PPT aqui: &lt;a href=&quot;http://ow.ly/wnEW&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://ow.ly/wnEW&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Redes Sociais&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como &amp;eacute; que eu consigo ver essas conex&amp;otilde;es? @&lt;a href=&quot;http://twitter.com/dmartins&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;dmartins&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;http://ow.ly/wnDG&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://ow.ly/wnDG&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A busca sempre foi pelas conex&amp;otilde;es ocultas. Como uma coisa se conecta com a outra? @&lt;a href=&quot;http://twitter.com/dmartins&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;dmartins&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;http://ow.ly/wnBt&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://ow.ly/wnBt&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A interdepend&amp;ecirc;ncia permite que a gente entenda a co-emerg&amp;ecirc;ncia: n&amp;oacute;s nos construindo o tempo todo @&lt;a href=&quot;http://twitter.com/dmartins&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;dmartins&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;http://ow.ly/wnB1&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://ow.ly/wnB1&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A gente cai nas mesmas tend&amp;ecirc;ncias que a gente combate com uma facilidade muito grande @&lt;a href=&quot;http://twitter.com/dmartins&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;dmartins&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;http://ow.ly/wnyW&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://ow.ly/wnyW&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aonde eu t&amp;ocirc;? A quem eu sirvo? O que que eu t&amp;ocirc; fazendo mesmo? @&lt;a href=&quot;http://twitter.com/dmartins&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;dmartins&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;http://ow.ly/wnyF&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://ow.ly/wnyF&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como a visualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da info ajuda a desenvolver uma consci&amp;ecirc;ncia do processo que eu t&amp;ocirc; inserido @&lt;a href=&quot;http://twitter.com/dmartins&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;dmartins&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;http://ow.ly/wny1&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://ow.ly/wny1&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A minha busca, pela visualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos dados, da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute; por um processo de consci&amp;ecirc;ncia. @&lt;a href=&quot;http://twitter.com/dmartins&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;dmartins&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;http://ow.ly/wnwo&quot; rel=&quot;nofollow&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://ow.ly/wnwo&lt;/a&gt; #&lt;a href=&quot;http://search.twitter.com/search?q=%23mrec&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;mrec&lt;/a&gt; #&lt;a href=&quot;http://search.twitter.com/search?q=%23reacesso&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;reacesso&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://rede.metareciclagem.org/blog/12-08-10/Capturas-de-algo-em-Dalton-Martins#comments</comments>
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 <pubDate>Thu, 12 Aug 2010 19:22:08 +0000</pubDate>
 <dc:creator>o2</dc:creator>
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 <title>É um exercício de tradução limitado pelo vocabulário</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/wiki/ExercicioAcademia</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O trecho de texto abaixo come&amp;ccedil;a com a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um post do blog #reacesso e&amp;nbsp; migra para um texto a ser constru&amp;iacute;do na wiki metareciclagem. &lt;/strong&gt;&lt;strike&gt;&lt;strong&gt;Se ele passar a ser um texto com mais de um colaborador entramos em uma outra fase.&lt;/strong&gt;&lt;/strike&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;.....&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tava&amp;nbsp; aqui estudando um texto que fala de como a desconstru&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma cr&amp;iacute;tica convencional do texto porque ali o &amp;quot;desconstrutor&amp;quot; n&amp;atilde;o&amp;nbsp; sup&amp;otilde;e &amp;quot;saber mais&amp;quot; que o construtor. E que o que essa pr&amp;aacute;tica&amp;nbsp; explora de fato a capacidade que a linguagem tem de falar mais que os controles que temos dela. Da&amp;iacute;, n&amp;atilde;o sei porque, lembrei de um epis&amp;oacute;dio em sala de aula no semestre passado, numa disciplina sobre redes, quando eu insatisfeito com as discuss&amp;otilde;es que estavam me parecendo formalistas demais, coloquei que o problema com o discurso que est&amp;aacute;vamos ali tentando estabelecer era essa amarra do produzir &amp;quot;acad&amp;ecirc;mico&amp;quot; que nos faz ter que trazer vozes j&amp;aacute; legitimadas aqui ou acol&amp;aacute; para falar por n&amp;oacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lembro que o que eu pensava na hora era essa coisa de cada palavra, express&amp;atilde;o, no&amp;ccedil;&amp;atilde;o usada num texto, discurso acad&amp;ecirc;mico ter que trazer &lt;i&gt;aliados &lt;/i&gt;&amp;quot;te&amp;oacute;ricos&amp;quot; para uma disputa. Conceitos, no&amp;ccedil;&amp;otilde;es, perspectivas que estabelecem posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e colocam as possibilidades do jogo. As contrapartes, advers&amp;aacute;rios no jogo,&amp;nbsp; ou&amp;nbsp; possuem tamb&amp;eacute;m algum&amp;nbsp; &amp;quot;dom&amp;iacute;nio&amp;quot;&amp;nbsp; das posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es colocadas ou jogam com outras posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para objetivos aparentemente iguais. Apenas aparentemente, porque h&amp;aacute;&amp;nbsp; objetivos impl&amp;iacute;citos, objetivos n&amp;atilde;o manifestos, que de fato diferenciam os objetivos.&amp;nbsp; Estas posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;nbsp; tem que ter&amp;nbsp; legitimidade de acordo com as conven&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos grupos que est&amp;atilde;o no jogo. Um&amp;nbsp; clube fechado onde as regras n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o influenciadas por percep&amp;ccedil;&amp;otilde;es externas.S&amp;oacute; podemos usar conceitos e no&amp;ccedil;&amp;otilde;es a, b ou c que v&amp;ecirc;m de X, Y e Z porque X, Y e Z j&amp;aacute; s&amp;atilde;o reconhecidos pelo jogadores como posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es leg&amp;iacute;timas. &amp;Eacute; a&amp;iacute; que o formalismo enche o saco, limita e provavelmente produz esses espet&amp;aacute;culos sem sentido que muitos veem nos trabalhos acad&amp;ecirc;micos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es eu vejo na pr&amp;aacute;xis que podem ser trazidas para o jogo ?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ent&amp;atilde;o &amp;eacute; que faz sentido ter as posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e sua limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es e trazer posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es da pr&amp;aacute;xis para ampliar as compreens&amp;otilde;es e chegar a ....&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;mas estamos limitados pelas possibilidades de tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os vocabul&amp;aacute;rios n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o suficientes para traduzir as experi&amp;ecirc;ncias sem perder muito de sua riqueza&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A&amp;iacute; nesse jogo, ainda estamos enfrentando quest&amp;otilde;es&amp;nbsp; morais e legais a serem dribladas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;as experi&amp;ecirc;ncias n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o limitam &amp;agrave;s purifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es que precisamos fazer delas para narr&amp;aacute;-las no contexto acad&amp;ecirc;mico... aspectos morais, legais&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;por outro lado n&amp;atilde;o h&amp;aacute; de fato essa fronteira no clube. O que &amp;eacute; elimidado para purificar o texto se d&amp;aacute; apenas no texto, por isso a compreens&amp;atilde;o do&amp;nbsp; pesquisador sempre &amp;eacute; mais ampla que o que h&amp;aacute; no seu texto,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pesquisador, escritor, narrador dos fatos para a academia purifica as experi&amp;ecirc;ncias para o texto mas lida&amp;nbsp; com as impurezas na pr&amp;aacute;xis e sabe que o texto, os textos s&amp;atilde;o sempre muito limitados,&amp;nbsp; pois por menos de impurezas que tenhamos eliminado o texto n&amp;atilde;o &amp;eacute; a experi&amp;ecirc;ncia....&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Depois de algumas contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es na lista elaboro o que vem a seguir em 06 de junho de 2010 &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nestas nossas &amp;quot;conversas&amp;quot; em lista, de uma forma mais direta e com um tempo e espa&amp;ccedil;o de dispers&amp;atilde;o e esgotamento maiores,&amp;nbsp; ou em posts de blogs e wikis e com outras caracteriza&amp;ccedil;&amp;otilde;es de tempo e espa&amp;ccedil;o, ou mesmo nos mensageiros instant&amp;acirc;neos, no IRC, cada um desses espa&amp;ccedil;os e pr&amp;aacute;ticas s&amp;oacute;cio tecnol&amp;oacute;gicas com suas possibilidades e limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es, sempre revivo a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que fez chegar &amp;agrave; compreens&amp;atilde;o do #reacesso.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O reacesso, &amp;agrave; primeira vista, com uma olhada superficial, pode parecer um simples ir e voltar de de textos e compreens&amp;otilde;es. Mas, por outro lado, ao mesmo tempo que leio a ordem do discurso, vou tendo cada vez mais refor&amp;ccedil;ada uma no&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que,&amp;nbsp; ainda que eu n&amp;atilde;o sinta que consiga expressar plenamente, e que bom que n&amp;atilde;o consiga, reacesso &amp;eacute; real como aquela realidade que eu crio.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Criamos as realidades ao nomear certas coisas que carecem apenas de reacesso para receberem um outro nome e assim por diande. Mesmo quando n&amp;atilde;o nomeamos explicitamente&amp;nbsp; trabalharmos com a no&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a vis&amp;atilde;o, a cren&amp;ccedil;a, um tipo de discurso ao qual n&amp;atilde;o ligamos sempre conscientemente e diretamente a textos anteriores, e aqui eu uso texto compreendendo que pode significar muito mais do que algo que est&amp;aacute; escrito.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Recentemente fui apresentado &amp;agrave; met&amp;aacute;fora da tecnologia enquanto texto. No&amp;ccedil;&amp;atilde;o creditada ao Steve Woolgar e que a Christine Hine utilizou num livro de 2000, o Virtual Ethnography. A inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o nesse par&amp;aacute;grafo era falar disto um pouco, j&amp;aacute; que achei a no&amp;ccedil;&amp;atilde;o muito interessante e parece que ela tem um fundamento tamb&amp;eacute;m para como estou visualizando a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um entendimento de tecnologia com a Actor-Network Theory. Mas quando eu retomo a escrita imediatamente algo me v&amp;ecirc;m &amp;agrave; cabe&amp;ccedil;a. Que o reacesso &amp;eacute;, tamb&amp;eacute;m,&amp;nbsp; justamente uma rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; dificuldade de lidar com as refer&amp;ecirc;ncias.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;Eacute; justamente esse processo que eu estou falando, de ter as pessoas conversando sobre um assunto mas sempre tendo que buscar refer&amp;ecirc;ncias como aliados para&amp;nbsp; para que a conversa continue. S&amp;oacute; que uma percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediada, agora, &amp;eacute; que essas refer&amp;ecirc;ncias, ainda que me parecem quando penso em &amp;quot;objetivo&amp;quot; muito semelhantes, mas devem&amp;nbsp; ter intencionalidades que eu n&amp;atilde;o compreendo, n&amp;atilde;o acesso, n&amp;atilde;o vejo, n&amp;atilde;o sinto e por a&amp;iacute; vai.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Acho que a discuss&amp;atilde;o vai na quest&amp;atilde;o desses aliados-refer&amp;ecirc;ncias para o falar e como participar da conversa r sem esses aliados-refer&amp;ecirc;ncias. &amp;Eacute; poss&amp;iacute;vel? &amp;Eacute; poss&amp;iacute;vel que a sua fala seja considerada? E os aliados-refer&amp;ecirc;ncias n&amp;atilde;o manifestos? Bem, claro que o pedacinho do Foucault que eu li deu uma turbinada aqui na capacidade de visualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da coisa. E, ao mesmo tempo, seŕa que eu posso dizer que t&amp;ocirc; entendendo quando o Liquuid diz que a lista &amp;eacute; muito acad&amp;ecirc;mica, que somos muito acad&amp;ecirc;micos?&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Vou voltar pro resto do texto do Foucault, esse, como v&amp;aacute;rios,&amp;nbsp; eu n&amp;atilde;o consigo deixar pela metade. O que refor&amp;ccedil;a para mim a&amp;iacute; que h&amp;aacute; uma s&amp;eacute;rie de problemas em torno dessa quest&amp;atilde;o do reacesso, especialmente quando limito a quest&amp;atilde;o &amp;agrave; &lt;strong&gt;releitura do que em tese ainda n&amp;atilde;o foi lido&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://rede.metareciclagem.org/wiki/ExercicioAcademia#comments</comments>
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 <pubDate>Fri, 04 Jun 2010 15:11:59 +0000</pubDate>
 <dc:creator>o2</dc:creator>
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<item>
 <title>MutiraoThreadOutono2010</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/wiki/MutiraoThreadOutono2010</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;quot;&lt;span class=&quot;hP&quot; id=&quot;:1yo&quot;&gt;Metarecicl&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class=&quot;hP&quot; id=&quot;:1yo&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class=&quot;hP&quot; id=&quot;:1yo&quot;&gt;agem e a Academia&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dasilvaorg:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Algumas considera&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre um papo que certamente n&amp;atilde;o come&amp;ccedil;ou a&amp;iacute;, mas que recentemente foi retomado nesta thread: &lt;a href=&quot;http://comments.gmane.org/gmane.politics.organizations.metareciclagem/36571&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Refer&amp;ecirc;ncia do C&amp;oacute;digo Aberto e do Software Livre&lt;/a&gt;&lt;br clear=&quot;all&quot; /&gt;
	&lt;br /&gt;
	* Academia &amp;eacute; muito gen&amp;eacute;rico. A gente cai num imagin&amp;aacute;rio gen&amp;eacute;rico acad&amp;ecirc;mico, mas h&amp;aacute; mais mist&amp;eacute;rios entre o c&amp;eacute;u e a terra bl&amp;aacute;, bl&amp;aacute;, bl&amp;aacute;...&lt;br /&gt;
	* Se pensarmos nas coisas como sistemas de cren&amp;ccedil;as e pr&amp;aacute;ticas d&amp;aacute; no mesmo ser acad&amp;ecirc;mico ou n&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;
	* Ret&amp;oacute;rica &amp;eacute; o ponto em qualquer um desses sistemas;&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dalton martins&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;exato!&lt;br /&gt;
	a liberdade t&amp;aacute; na forma do pensamento, a estrutura &amp;eacute; pris&amp;atilde;o apenas para quem v&amp;ecirc; a pris&amp;atilde;o...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;pro.thiago &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Ontem, conversei com colegas que escolheram a univerdade como seu palco.&lt;br /&gt;
	A universidade &amp;eacute; legal, mas trocamos, no papo, dois riscos:&lt;br /&gt;
	O espa&amp;ccedil;o acad&amp;ecirc;mico tamb&amp;eacute;m cont&amp;eacute;m seus v&amp;iacute;cios, ideologias, conchavos, cozinha&amp;ccedil;&amp;otilde;es do galo, ran&amp;ccedil;os e ranhos ideol&amp;oacute;gicos. Se (des)enganado pela ilus&amp;atilde;o do copyright da verdade pode se tornar uma emboscada para algumas mentes, fechando c&amp;oacute;digos e acessos. Pena...&lt;br /&gt;
	Quantos departamentos vinculados &amp;agrave; multinacionais, apropriados pela l&amp;oacute;gica de mercado e pela gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de t&amp;iacute;tulos viciados...&lt;br /&gt;
	O segundo risco &amp;eacute; a punhetagem. A acad&amp;ecirc;mia pode ser uma&amp;nbsp; das gaiolas do medo. Conhecimento que n&amp;atilde;o produz transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, para mim perde o sentido. Engorda tra&amp;ccedil;as mas n&amp;atilde;o gente... A universidade precisa de mais &amp;quot;extens&amp;atilde;o&amp;quot;, vascularidade, sintonia com nossas comundades.&lt;br /&gt;
	Na cultura popular quem define o &amp;quot;bamba&amp;quot; &amp;eacute; a comunidade, sua hist&amp;oacute;ria e compromisso:&lt;br /&gt;
	&amp;quot;Menino, quem &amp;eacute; seu Mestre?&amp;quot;&lt;br /&gt;
	Qual &amp;eacute; o lugar do conhecimento?:&lt;br /&gt;
	&lt;i&gt;&amp;quot;diz que foi pora&amp;iacute;...&amp;quot;&lt;/i&gt;, talvez at&amp;eacute; pela univerdade se tiver quem o possa ach&amp;aacute;-lo:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=9-WaE08iWpc&amp;amp;feature=related&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=9-WaE08iWpc&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Mas cuidemos com as salas de jantar, n&amp;atilde;o se perdamos no pora&amp;iacute; que seja:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=uR3gWHPNy54&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=uR3gWHPNy54&lt;/a&gt; &amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;franscisco alves&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&amp;quot;Isso!&lt;br /&gt;
	Eu via um bocado de birra e de gente que n&amp;atilde;oqueria ficar por baixo e ficava tirando argumento da cartola de tudo quanto&amp;nbsp;&amp;eacute; jeito para se opor a mim. S&amp;oacute; para dar uma de que tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; contestador e argumentador.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Fora desse ambiente rolamais humildade, desde que eu seja humilde tamb&amp;eacute;m.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Experimentei isso n&amp;atilde;o apenas quando falava sobre software livre, mas sobre coleta seletiva e lixo e vegetarianismo tamb&amp;eacute;m.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Tem orelha seca com a mente mais aberta e disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para aprender&amp;nbsp;que muito universit&amp;aacute;rio.&amp;quot;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;mbraz&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;nana, nina , nao. Creditar somente ao sistema de cren&amp;ccedil;as e&amp;#39; bastante&lt;br /&gt;
	comodo para quem esta&amp;#39; dentro e ligado a academia.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Se o orelha seca e o Dr. forem presos nao ficarao na mesma cela.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Se o orelha seca mandar um texto para o congresso que nao caiba nas&lt;br /&gt;
	normas da A.B.N.T, recebera&amp;#39; um muito obrigado somente como resposta.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Se cortarem todas as bolsas de pesquisa e &amp;#39;financiamento&amp;#39; no Brasil,&lt;br /&gt;
	quem podera&amp;#39; nos socorrer? Chapolim Colorado?&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	;))&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	m&amp;#39;braz ... de muito bom humor aqui na Bahia.&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dasilvaorg&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Sistemas de cren&amp;ccedil;as e pr&amp;aacute;ticas &amp;eacute; muito diferente de apenas sistemas de cren&amp;ccedil;as.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	E afinal, de onde vem essa express&amp;atilde;o &amp;quot;orelha seca&amp;quot;?&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	m&amp;#39;braz, acho que n&amp;atilde;o d&amp;aacute; pra ver, como voc&amp;ecirc; diz,&amp;nbsp; &amp;quot;quem est&amp;aacute; dentro e ligado &amp;agrave; academia&amp;quot; como privilegiado s&amp;oacute; por &amp;quot;ser&amp;quot; &amp;quot;academia&amp;quot;. A&amp;iacute; a gente desmantela uma id&amp;eacute;ia de Redes? N&amp;atilde;o?&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	E pensando assim, como voc&amp;ecirc; pensa em: PODER?&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A Bahia &amp;eacute; massa! :)&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dalton martins&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Companheiro,&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Dentro e fora &amp;eacute; que &amp;eacute; a quest&amp;atilde;o. Se vemos assim, a separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; t&amp;aacute; criada.&lt;br /&gt;
	Ligado e desligado todo mundo t&amp;aacute;.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A quest&amp;atilde;o num &amp;eacute; o onde, e sim o como.... Bater na academia &amp;eacute; igual&lt;br /&gt;
	bater no governo.... Mas, a mudan&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o come&amp;ccedil;a l&amp;aacute;, come&amp;ccedil;a aqui,&lt;br /&gt;
	pertinho... Ou a&amp;iacute;. Ou n&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Abs&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;mbraz&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;orelha seca vem no proximo email que voce ainda nao leu.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Leituras lineares fazem parte do sistema de crencas e praticas da academia.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	tem muita rede aqui na bahia... ;)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;eita, num criei separacao nenhuma, nao, bixim? Num to batendo na&lt;br /&gt;
	acadimia nao, to batendo nos academicos mesmo, que estes sim sao o&lt;br /&gt;
	processo.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ou voces acharam que eu estava falando em instituicoes?&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dasilvaorg&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Ai, ai que minha compreens&amp;atilde;o &amp;eacute; limitada m&amp;#39;braz. Ademais n&amp;atilde;o estou na Bahia, nas redes e, portanto, a mente t&amp;aacute; menos arejada. hehe&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Se voc&amp;ecirc; cria uma categoria,&amp;nbsp; &amp;quot;acad&amp;ecirc;micos&amp;quot;,&amp;nbsp; voc&amp;ecirc; t&amp;aacute; falando de institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es sim, n&amp;atilde;o? Ou voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; querendo se referir a organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A Marilena Chau&amp;iacute; &amp;eacute; que tem um texto que eu gosto falando da universidade institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o X universidade organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o: &lt;a href=&quot;http://pet.icmc.usp.br/enapet/docs/GD4_texto2.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://pet.icmc.usp.br/enapet/docs/GD4_texto2.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	:)&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dalton martins&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;mbraz,&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;falar de acad&amp;ecirc;micos, pol&amp;iacute;ticos, cientistas, fil&amp;oacute;sofos ou anarquistas &amp;eacute; a mesma coisa.&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;apenas categorias abstratas de algo que apenas tu sabe exatamente o quer dizer. ou seja, se tu t&amp;aacute; batendo em acad&amp;ecirc;micos, tu t&amp;aacute; batendo em si mesmo, pq a id&amp;eacute;ia que tu tem de acad&amp;ecirc;micos &amp;eacute; tua e pode ser que as coisas n&amp;atilde;o ocorram exatamente assim...&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;o bacana do metareciclagem pra mim &amp;eacute; que aqui a gente vive experi&amp;ecirc;ncia viva de rede.&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;e na rede somos tags emergindo e submergindo...&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;se ca&amp;iacute;mos na mesma pr&amp;aacute;tica de categorizar e bater, talvez, e apenas talvez, estejamos repetindo o mesmo padr&amp;atilde;o que criticamos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;e vamo no fluxo e muito ax&amp;eacute; pra ti!!&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;lelex&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;e para ser uma nobel em fisica n&amp;atilde;o pode ter pousado pra revista de moda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;;-)&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;pro.thiago&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Cada espa&amp;ccedil;o tem seus c&amp;oacute;digos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Na &amp;quot;acad&amp;ecirc;mia&amp;quot;, tal como conhecemos hoje, um &amp;quot;oreia seca&amp;quot; realmente teria dificuldade de fazer-se ouvidos seus saberes. A linguagem &amp;eacute; mais rebuscada, as reflex&amp;otilde;es mais subjetivas, os espa&amp;ccedil;os mais demarcados por grossas hastes de &amp;oacute;culos e rechunchudas barbas. A simplicidade n&amp;atilde;o &amp;eacute; bem-vinda sem os floreios ideol&amp;oacute;gicos. L&amp;aacute; se citam autores decor(ativos)&amp;nbsp; - citam, citam e citam.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	S&amp;atilde;o os l&amp;iacute;ngua seca, afinal se fala, cospe, baba e na maioria das vezes porra nenhuma.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;quot;Oreia seca&amp;quot; &amp;eacute; um termo, pejorativo, pelo qual se chama o pe&amp;atilde;o de obra, que por causa do p&amp;oacute;, do cimento e da cal, fica com a orelha seca quando constr&amp;oacute;i as casas das pessoas. Tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; sin&amp;ocirc;nimo de quem s&amp;oacute; obedece patr&amp;atilde;o, &amp;eacute; ignorante e n&amp;atilde;o tem muitas alternativas na vida profissional. Orelhas secas e baixas.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	No canteiro de obra, o doutor&amp;nbsp; entra, mas &amp;eacute; outro espa&amp;ccedil;o, outros c&amp;oacute;digos. Enquanto o Jardim de Akademus de hoje &amp;eacute; intelectualmente refinado - o termo acad&amp;ecirc;mia vem de uma escola criada por Plat&amp;atilde;o em um jardim consagrado ao her&amp;oacute;i ateniense Akademus, dedicada ao culto das Musas&amp;nbsp; -, o Canteiro dos Oreias &amp;eacute; um espa&amp;ccedil;o emp&amp;iacute;rico de pesquisa tecnol&amp;oacute;gica, que por vezes tamb&amp;eacute;m se vicia de esteri&amp;oacute;tipos e reprodu&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas no fim ao menos d&amp;aacute; casa.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	No Canteiro dos Oreias o Doutor &lt;b&gt;pode &lt;/b&gt;dizer o que deve ser &lt;b&gt;feito&lt;/b&gt;, mas n&amp;atilde;o &lt;b&gt;sabe fazer&lt;/b&gt;, e o oreia seca&amp;nbsp; &lt;b&gt;tem que&lt;/b&gt; obedecer sen&amp;atilde;o n&amp;atilde;o come. &lt;b&gt;Poder&lt;/b&gt;. Mas, na pr&amp;aacute;xis, &amp;eacute; o oreia quem &lt;b&gt;manda &lt;/b&gt;na hora de realizar, que &lt;b&gt;sabe &lt;/b&gt;usar a colher, carregar, misturar, queimar, chapiscar, calfinar, faz, &amp;eacute; poeta, escultor, mas se fode.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;em&gt;&amp;quot;Saber&amp;quot; e Saber fazer. Onde est&amp;aacute; o Poder? Pode uma coisa dessa? &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Quem me dera mais de orelhas e l&amp;iacute;nguas nossas nesta ilustre acad&amp;ecirc;mia.&lt;br /&gt;
	Quem me dera mais cientistas construtores de outras realidades e pedreiros capazes arquitetar novas formas de morar e estar no mundo.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	org&amp;acirc;nicos abra&amp;ccedil;os tecnocient&amp;iacute;ficos e coletivizat&amp;oacute;rios,&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;mbraz&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;eita, que &amp;#39;categorias abstratas&amp;#39; e&amp;#39; mais um dos delirios do&lt;br /&gt;
	&amp;#39;academico&amp;#39;, agora com aspinhas.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	o que parece muito estranho, e&amp;#39; que sempre se pensa que ha&amp;#39; algo dado.&lt;br /&gt;
	O que a Marilena Chaui escreveu ...o que Kant propos como imperativo&lt;br /&gt;
	categorico.. e por ai&amp;#39; vai.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Nao passa pelos &amp;#39;&amp;#39;linguas secas&amp;#39;&amp;#39;, agora com duas aspinhas, que&lt;br /&gt;
	criamos conceitos pelas praticas sem depender do academicismo, agora&lt;br /&gt;
	sem aspinhas.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	resumindo: nao somos n&amp;oacute;s que nao estabelecemos dialogos com os&lt;br /&gt;
	academicos, sao seus codigos que sao demais limitados para entender&lt;br /&gt;
	que metarecicleiros &amp;nbsp;buscam novos modos e praticas do conhecer.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	ou, em patxoh&amp;atilde;, lingua dos patax&amp;oacute;s: Korro poot&amp;aacute;, ka&amp;ocirc;!&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;efeefe&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;acho que essa coisa de outrar pra desqualificar &amp;eacute; bem limitada. eu&lt;br /&gt;
	conhe&amp;ccedil;o acad&amp;ecirc;micxs que sabem construir casa, conhe&amp;ccedil;o pe&amp;atilde;o que floreia&lt;br /&gt;
	os causos e d&amp;aacute; aula de vida com isso.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	generalizar &amp;eacute; sempre um equ&amp;iacute;voco. &amp;eacute; assim que come&amp;ccedil;a a intoler&amp;acirc;ncia, o&lt;br /&gt;
	fundamentalismo e as guerras. mais do que isso, qualquer generaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;
	que engloba pessoas MUITO diferentes &amp;eacute; in&amp;uacute;til.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	bom lembrar que aqui na metareciclagem tem uma p&amp;aacute; de gente que est&amp;aacute; na&lt;br /&gt;
	academia - dalton, hd, orlando, fescur, rboufleur, daniel hora,&lt;br /&gt;
	dricaveloso, lula pinto, e mais um monte. colocar &amp;quot;acad&amp;ecirc;micos&amp;quot; de um&lt;br /&gt;
	lado e &amp;quot;metarecicleiros&amp;quot; do outro &amp;eacute; propor o contr&amp;aacute;rio do que a gente&lt;br /&gt;
	faz aqui na pr&amp;aacute;tica.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	pela toler&amp;acirc;ncia&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;sergio teixeira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;pro. thiago,&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;queria participar dessa discuss&amp;atilde;o, na parte sobre oreia e lingua, come&amp;ccedil;ando com: &amp;quot;o modo como fazemos as coisas s&amp;oacute; &amp;eacute; assim enquanto n&amp;atilde;o o questionamos em sufici&amp;ecirc;ncia.&amp;quot;, &amp;quot;nosso pensamento molda os instrumentos que usamos assim como, reciprocamente, eles moldam nosso pensamento... tudo isso depende do que percebemos. Espontaneamente ou levados por outr&amp;eacute;m&amp;quot;, &amp;quot;consci&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; CON-SCI&amp;Ecirc;NCIA - conhecer junto&amp;quot;, autopoiese do sistema..., por a&amp;iacute; vai...&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;quase desanimei e s&amp;oacute; para n&amp;atilde;o desistir, coloco:&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;um sistema pode ser visto do ponto de vista de uma interrel&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atividades. Cada pequeno ato que comp&amp;otilde;e as atividades serve, mais do que a alguma coisa, a algu&amp;eacute;m. Qual &amp;eacute; essa rede de &amp;quot;servidos&amp;quot;, esses algu&amp;eacute;ns beneficiados com nosso m&amp;uacute;sculo-pensamento realizado? Eles merecem isso por que? Que outra forma poderia ter essa rede?&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;abra&amp;ccedil;os,&amp;quot;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;dasilvaorg&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;O conversa t&amp;aacute; caminhando, bacana, deixa eu aproveitar para refletir sobre algumas quest&amp;otilde;es que foram colocadas:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;im&quot;&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;blockquote class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;Se cortarem todas as bolsas de pesquisa e &amp;#39;financiamento&amp;#39; no Brasil, quem podera&amp;#39; nos socorrer?&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Esse &amp;eacute; um ponto bem interessante para tocar e que mostra exatamente o imbricamento que n&amp;atilde;o permite que a gente fa&amp;ccedil;a distin&amp;ccedil;&amp;otilde;es absolutas. Basta uma pergunta: O que era o programa Casa Brasil? &amp;quot;Acad&amp;ecirc;mico&amp;quot;? (com duas aspinhas como gosta o m&amp;#39;braz, hehe)&amp;nbsp; As bolsas eram do CNPQ, n&amp;atilde;o? O que n&amp;atilde;o deu certo por l&amp;aacute;?&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;im&quot;&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;blockquote class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;quot;Saber&amp;quot;&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Saber fazer&lt;/b&gt;. Onde est&amp;aacute; o &lt;b&gt;Poder&lt;/b&gt;? &lt;b&gt;Pode &lt;/b&gt;uma coisa dessa?&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;A quest&amp;atilde;o do poder foi uma provoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o m&amp;#39;braz porque o contexto que ele tava colocando &amp;eacute; dual, estanque. Nesse caso PODER me parece ter uma acep&amp;ccedil;&amp;atilde;o bem estanque tamb&amp;eacute;m. Emobra eu n&amp;atilde;o entenda nada teoricamente de PODER, sei que teve um franc&amp;ecirc;s arretado que colocou a coisa de uma forma bem din&amp;acirc;mica.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;im&quot;&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;blockquote class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;o que parece muito estranho, e&amp;#39; que sempre se pensa que ha&amp;#39; algo dado.&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Entendo a sua interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas citar refer&amp;ecirc;ncias e teorizar &amp;eacute; coisa de todos n&amp;oacute;s. Reconhe&amp;ccedil;o que na pr&amp;aacute;tica acad&amp;ecirc;mica muita gente n&amp;atilde;o reflete sobre as refer&amp;ecirc;ncias e as teoriza&amp;ccedil;&amp;otilde;es e apenas reproduz e repete, assim como muita gente de um modo geral n&amp;atilde;o reflete sobre muita coisa. No Encontr&amp;atilde;o Bailux Party eu conversava com o Eduardo Montoto sobre consci&amp;ecirc;ncia de si, possibilidade de consci&amp;ecirc;ncia cr&amp;iacute;tica, como isso surge, como se trabalha isso na contram&amp;atilde;o de uma p&amp;aacute; de coisas ao nosso redor para &amp;quot;robotizar&amp;quot; nossos comportamentos? (Ali&amp;aacute;s, m&amp;#39;braz, aproveita que voc&amp;ecirc; t&amp;aacute; em Arraial e se puder d&amp;aacute; um super abra&amp;ccedil;o no Montoto por mim!!!)&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;im&quot;&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;blockquote class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;criamos conceitos pelas praticas sem depender do academicismo&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O academicismo &amp;eacute; uma pr&amp;aacute;tica. Ser&amp;aacute; que &amp;eacute; boa para pr&amp;aacute;xis essa distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre teoria e pr&amp;aacute;tica?&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;im&quot;&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;blockquote class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;Cada pequeno ato que comp&amp;otilde;e as atividades serve, mais do que a alguma coisa, a algu&amp;eacute;m. Qual &amp;eacute; essa rede de &amp;quot;servidos&amp;quot;, esses algu&amp;eacute;ns beneficiados com nosso m&amp;uacute;sculo-pensamento realizado? Eles merecem isso por que? Que outra forma poderia ter essa rede?&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;S&amp;eacute;rgio, sei que as quest&amp;otilde;es foram para o Pro. Thiago, mas eu fiquei curioso com teus questionamentos. Por que pensar em formas de redes?&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Abra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou na l&amp;iacute;ngua inventada aqui em casa:&amp;nbsp; T&amp;atilde;, Ch&amp;atilde;.&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dalton martins&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;ff j&amp;aacute; versou e reversou na toler&amp;acirc;ncia atenta que inventa o caminho do meio.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	mas, acho que vale a pena, exatamente por aqui ser metareciclagem, dar uma olhada nessa coisa de c&amp;oacute;digo...&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	se nos propomos a dizer que o c&amp;oacute;digo de algu&amp;eacute;m &amp;eacute; limitado ou n&amp;atilde;o, ampliado ou n&amp;atilde;o, a mim me parece que:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
	&lt;li&gt;temos acesso ao &amp;quot;c&amp;oacute;digo fonte&amp;quot; e a partir dali o hacker cria seu fork, algo ocorre e uma nova vers&amp;atilde;o surge;&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;se n&amp;atilde;o temos acesso ao c&amp;oacute;digo fonte, o que me parece o caso por se tratar apenas de um conceito e nenhum de n&amp;oacute;s aqui tem o root da Matrix, julgamos por algo que achamos que &amp;eacute;. A&amp;iacute;, surge a dualidade, a classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o fanatismo metarecicleiro, com ar libertador, renovador e inspirador abre suas asas, atrav&amp;eacute;s da inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria. A rede morre exatamente a&amp;iacute; e em torno do conceito uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o surge, independente de CNPJ, hierarquias formais ou sal&amp;aacute;rio de fim de m&amp;ecirc;s. E o movimento que se diz renovador, mais uma vez &amp;eacute; abduzido na circularidade das pr&amp;oacute;prias armadilhas, perde a capacidade de di&amp;aacute;logo, de rede mutante... at&amp;eacute; o pr&amp;oacute;ximo surgir.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;e assim seguimos, olhando para algo que parece ser o outro, sendo que apenas vemos nossa proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o do que achamos que &amp;eacute; o outro em puro movimento...&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	abs,&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;rbailux&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Fenomenologia da percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o.abs holograficos do bando&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dasilvaorg&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Impressionante como texto pode emocionar.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;im&quot;&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;blockquote&gt;A&amp;iacute;, surge a dualidade, a classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o fanatismo metarecicleiro, com ar libertador, renovador e inspirador abre suas asas, atrav&amp;eacute;s da inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria. A rede morre exatamente a&amp;iacute; e em torno do conceito uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o surge&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;D&amp;aacute; medo. Parece um mecanismo autom&amp;aacute;tico sem fim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;im&quot;&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;blockquote class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;e assim seguimos, olhando para algo que parece ser o outro, sendo que apenas vemos nossa proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o do que achamos que &amp;eacute; o outro em puro movimento...&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Se s&amp;oacute; olh&amp;aacute;ssemos...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dalton martins&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot; Exato.&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;Mas, num me parece que seja sem fim.&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;Acho, por exemplo, que espa&amp;ccedil;os de reflex&amp;atilde;o como esse aqui realmente tem o potencial de levar para um outro lugar e ir dissolvendo esse ciclos em espirais da vida afora. &amp;Eacute; assim a metareciclagem que vejo hoje, e acho que nunca a parte meta do nome me fez tanto sentido quanto agora.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;Outro dia, tava ouvindo de um desses manos que respeito deveras de v&amp;aacute;rias estradas me contando que, na vis&amp;atilde;o dele, o MetaReciclagem era algo incr&amp;iacute;vel. Uma das poucas listas, grupos ou sei l&amp;aacute; o que, que ele viu sobreviver tantos anos com o vigor de atividade ao longo do tempo. A&amp;iacute;, me disse que parou para refletir nisso, pois ele queria perceber qual ou quais elementos convergiam para isso. A sacada que ele teve foi: ningu&amp;eacute;m nunca conseguiu definir metareciclagem, sempre que tentam, algu&amp;eacute;m vem, diz outra coisa e aquilo tudo gira de novo numa sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o curiosa de incompreens&amp;atilde;o, afastando alguns, aproximando outros... Uma dan&amp;ccedil;a, um ritmo de vai e vem, mas uma sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de algo interessante ainda continua habitando esse espa&amp;ccedil;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;Parei para pensar no que ele me disse. Pode ser que seja isso, pode ser n&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o faz tanta diferen&amp;ccedil;a assim, mas ainda acho bonito ver um conceito que num &amp;eacute; conceito e que se dobra por dentro de si mesmo o tempo todo. Talvez seja isso o fundamento das redes livres... ou n&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;h4&quot; id=&quot;q_128ac003bc9bef75_3&quot;&gt;- Mostrar texto das mensagens anteriores -&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class=&quot;h4&quot;&gt;lelex&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;quot;a pessoa humana&amp;nbsp;s&amp;oacute; ser&amp;aacute; livre&amp;nbsp; qdo for dona dos seus pr&amp;oacute;prios c&amp;oacute;digos,...&amp;quot;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;glauco paiva&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;quot;Acho que o lance &amp;eacute; fazer e documentar que os acad&amp;ecirc;micos se viram pra escrever e falar sobre o que est&amp;aacute; acontecendo.&lt;br /&gt;
	Acredito que esta &amp;eacute; uma boa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com esse povo, a gente faz e eles estudam e devolvem esse produto pra quem quer fazer mais e melhor.&amp;quot;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;tati prado&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
	&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	&lt;p&gt;&amp;quot;-No livro de Pel&amp;eacute; as coisas v&amp;atilde;o acontecendo, e depois acontecendo, e depois acontecendo. &amp;Eacute; diferente do seu, porque voc&amp;ecirc; fica s&amp;oacute; inventando. O seu &amp;eacute; mais dif&amp;iacute;cil de fazer mas o dele &amp;eacute; melhor&amp;quot;.&lt;/p&gt;
	&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
	&lt;div&gt;Clarice Lispector - &amp;quot;Cr&amp;iacute;tica Leve&amp;quot;&lt;/div&gt;
	&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
		vai saber se vale a pena confiar na clarice...&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		s&amp;oacute; sei que eu(s), elx(s), outrx(s), tudo junto sempre vai dar &amp;quot;n&amp;oacute;s&amp;quot;... qual seja o lugar em que a gente esteja...&amp;quot;&lt;/p&gt;
	&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
	&lt;p&gt;&lt;strong&gt;morgana gomes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p&gt;&amp;quot;Merleau-Ponty&lt;br /&gt;
		filosofia po&amp;eacute;tica&amp;quot;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;hdhd&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;mBraz&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	o problema s&amp;atilde;o as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es... academia, igreja, governo... tudo onde o poder constitui a hierarquia.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	os academicos s&amp;atilde;o pessoas... foram os academicos q criaram a &amp;eacute;tica hacker (n&amp;atilde;o a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o), alias desde plat&amp;atilde;o o q importa eh disseminar conhecimento... a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o enjaula e t&amp;aacute; ai para ser hackeada&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	e vc acha q entre os indios n&amp;atilde;o h&amp;aacute; hierarquia? ;)&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;glauco paiva&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Qual &amp;eacute; o problema com os caras que est&amp;atilde;o estudando enclausurados? De uma forma ou de outra acabamos nos referenciando nos caras...&lt;br /&gt;
	Num d&amp;aacute; pra n&amp;atilde;o pensar na utilidade da academia nem nas formas como podemos usar esse conhecimento e torna-lo livre, acho que &amp;eacute; o papel de quem se diz libert&amp;aacute;rio.&lt;br /&gt;
	&amp;Eacute; s&amp;oacute; ter um pouco de boa vontade e olhar em volta pra perceber que todo o discurso que ataca a academia est&amp;aacute; se baseando nela mesmo, usando as mesmas fontes, isso eu n&amp;atilde;o entendo bem.&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;fabi borges&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;ai que coisa,&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;lelex&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;todo cemit&amp;eacute;rio tem seu valor.. sambaquis... tumulo do conhecimento... o que n&amp;atilde;o significa morto... apenas sepultado.. tem que desenterrar!&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;mbraz&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;gE iv gt&quot;&gt;
	&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; class=&quot;cf gJ&quot;&gt;
		&lt;tbody&gt;
			&lt;tr&gt;
				&lt;td class=&quot;gF gK&quot;&gt;
					&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; class=&quot;cf ix&quot;&gt;
						&lt;tbody&gt;
							&lt;tr&gt;
								&lt;td&gt;
									&lt;div class=&quot;iw&quot;&gt;&lt;span class=&quot;lHQn1d&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;f hd&quot; src=&quot;http://mail.google.com/a/veredas.net/images/cleardot.gif&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;ik&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;df&quot; height=&quot;16&quot; id=&quot;upi&quot; jid=&quot;marcbraz@gmail.com&quot; name=&quot;upi&quot; src=&quot;http://mail.google.com/a/veredas.net/images/cleardot.gif&quot; width=&quot;16&quot; /&gt;&lt;/span&gt;
										&lt;h3 class=&quot;gD&quot;&gt;&lt;span email=&quot;marcbraz@gmail.com&quot;&gt;mbraz&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;hb&quot;&gt;para &lt;span class=&quot;g2&quot; email=&quot;eiabel.lelex@gmail.com&quot;&gt;eiabel.lelex&lt;/span&gt;, &lt;span class=&quot;g2&quot; email=&quot;metareciclagem@lists.riseup.net&quot;&gt;metareciclagem&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;
				&lt;td class=&quot;gH&quot;&gt;
					&lt;div class=&quot;gK&quot;&gt;&lt;span class=&quot;iD&quot; idlink=&quot;&quot;&gt;mostrar detalhes&lt;/span&gt; &lt;span alt=&quot;12&quot; class=&quot;g3&quot; id=&quot;:35w&quot; title=&quot;12&quot;&gt;18 mai (2 dias atr&amp;aacute;s)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;
				&lt;td class=&quot;gH&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&amp;#39;Extra&amp;iacute;do de: Pol&amp;iacute;tica Livre &amp;nbsp;- &amp;nbsp;25 de Abril de 2010&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A &amp;iacute;ndia Arn&amp;atilde; Patax&amp;oacute;, 30 anos, cujo nome na &amp;quot;l&amp;iacute;ngua do branco&amp;quot; &amp;eacute;&lt;br /&gt;
	Mariceia Meirelles Guedes, ganhou o Pr&amp;ecirc;mio Mulher de Neg&amp;oacute;cios 2009 -na&lt;br /&gt;
	categoria Neg&amp;oacute;cios Coletivos -, concedido pelo Servi&amp;ccedil;o Brasileiro de&lt;br /&gt;
	Apoio &amp;agrave; Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-BA).&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ela &amp;eacute; da comunidade ind&amp;iacute;gena de Aldeia Velha, umas das mais antigas do&lt;br /&gt;
	extremo sul, onde se encontram sambaquis (dep&amp;oacute;sitos constitu&amp;iacute;dos por&lt;br /&gt;
	materiais org&amp;acirc;nicos e calc&amp;aacute;reos) que seriam de 2.400 anos atr&amp;aacute;s. A&lt;br /&gt;
	aldeia fica em Arraial D&amp;rsquo;Ajuda, distrito de Porto Seguro (a 709 km de&lt;br /&gt;
	Salvador). Arn&amp;atilde; &amp;eacute; uma das 40 integrantes da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Etnoturismo&lt;br /&gt;
	Patax&amp;oacute; da Aldeia Velha.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;quot;Nasci e cresci vendo e ajudando meus pais na venda e produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o do&lt;br /&gt;
	artesanato. Tenho orgulho do que fa&amp;ccedil;o&amp;quot;, comentou ela. Arn&amp;atilde; diz que&lt;br /&gt;
	falta apoio por parte do poder p&amp;uacute;blico e de empresas privadas. (A&lt;br /&gt;
	Tarde)&amp;#39;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;a href=&quot;http://www.jusbrasil.com.br/politica/4738847/trabalho-de-india-pataxo-e-premiado-em-porto-seguro&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.jusbrasil.com.br/politica/4738847/trabalho-de-india-pataxo-e-premiado-em-porto-seguro&lt;/a&gt;&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;respondendo ao hdhd&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;sim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	chamo &amp;#39;hierarquia&amp;#39; a Roda do Tempo. Um dia voce esta&amp;#39; acima, no outro embaixo.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Amanha, ritual pataxo&amp;#39; no meio da mata fechada. Perguntarei&lt;br /&gt;
	diretamente: - Entre voces, ha&amp;#39; hierarquia?;)&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;lelex&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;t&amp;aacute; mbraz, mas toda tribo tem cacique, tem paje, tem tuxaua, enfim, cada um com seu conhecimento a ser partiulhado, o que determina certa hierarquia, sim.&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;ou n&amp;atilde;o?&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;fabi borges&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;ahuuuuu, to vendo que esquentou a discuss&amp;atilde;o,&lt;br /&gt;
	certxs tecnoxam&amp;atilde;s na &amp;aacute;rea...&lt;br /&gt;
	uma hierarquia &amp;eacute; necess&amp;aacute;ria, toda tribo tem xam&amp;atilde;, diz um&lt;br /&gt;
	o outro diz: o franciscanimo sucumbiu ao catolicismo,&lt;br /&gt;
	a hierarquia prevaleceu, o que seria dos mitos sem seus inventores,&lt;br /&gt;
	inventar sociedade &amp;eacute; inventar e invenenar mundo&lt;br /&gt;
	o outro redargui: todo mito pressupoem hierarquia, toda mitologia &amp;eacute; patriarca,&lt;br /&gt;
	os fatrios sucumbiram a hierarquia, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; escuta para a n&amp;atilde;o representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;
	essa escuta deve ser inventada&lt;br /&gt;
	o outro sonda: que fazer com essa vontade de ser representado, de aparecer na foto do sat&amp;eacute;lite&lt;br /&gt;
	n&amp;atilde;o seria mais resistente sendo menos indiv&amp;iacute;duos e mais ponto de conex&amp;atilde;o?&lt;br /&gt;
	o outro diz das trag&amp;eacute;dias, se a coisa explode, n&amp;atilde;o tem l&amp;iacute;der?&lt;br /&gt;
	o terceiro diz, vcs sabem que falar j&amp;aacute; &amp;eacute; representar, ent&amp;atilde;o por linguagem entendemos n&amp;oacute;s, os sapiens-comunicants&lt;br /&gt;
	_se todo mundo emite como se escuta?&lt;br /&gt;
	vc quer modula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, diz o quarto?&lt;br /&gt;
	e quem modera a modula&amp;ccedil;&amp;atilde;o?&lt;br /&gt;
	garota de programa,&lt;br /&gt;
	da&amp;iacute; tem o cafet&amp;atilde;o, o l&amp;iacute;der da parada&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;lelex&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;sem esquecer dos cart&amp;otilde;es de credito, hehehehe&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;fabi borges&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;e as credenciais...&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	porque n&amp;atilde;o acaba no programa&lt;br /&gt;
	o programa &amp;eacute; a combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;
	o chefe no embate ali, se imp&amp;ocirc;e&lt;br /&gt;
	como algu&amp;eacute;m que tem afinidade com o futuro&lt;br /&gt;
	a representa&amp;ccedil;ao sempre inclui futuro,&lt;br /&gt;
	o olhar para a coisa que n&amp;atilde;o existe,&lt;br /&gt;
	a f&amp;eacute; &amp;eacute; a vontade de comunidade,&lt;br /&gt;
	enquanto a cren&amp;ccedil;a &amp;eacute; comum&lt;br /&gt;
	a cren&amp;ccedil;a &amp;eacute; um valor frequentemente dominada por imagens&lt;br /&gt;
	sem imagens ainda h&amp;aacute; cren&amp;ccedil;a?&lt;br /&gt;
	tem que ouvir com o suvaco diz a outra&lt;br /&gt;
	e o suvaco e o mendigo n&amp;atilde;o dizem nada, n&amp;atilde;o disseram&lt;br /&gt;
	esse &amp;eacute; o sil&amp;ecirc;ncio buscado?&lt;br /&gt;
	uma efervescencia antes do dom&amp;iacute;nio,&lt;br /&gt;
	primeiro a orgia, depois a fam&amp;iacute;lia,&lt;br /&gt;
	, n&amp;atilde;o, mas o chipanz&amp;eacute; &amp;eacute; lider&lt;br /&gt;
	ah, voltamos ao passado para equilibrar mundo&lt;br /&gt;
	e segue&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;sergio teixeira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Orlando, desculpa o descontexto.&amp;nbsp;&amp;quot;Forma de rede&amp;quot; estava na minha imagina&amp;ccedil;&amp;atilde;o porque quero brincar de representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o visual de redes usando algoritmos force-based, e depois fazer cellular automata tridimensional. Parece s&amp;oacute; brincadeira est&amp;eacute;tica mas, acho que tem mais depois. Se algu&amp;eacute;m quiser se juntar ...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;efeefe&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;oi sergio,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;n&amp;atilde;o entendi &amp;quot;algoritmos force-based&amp;quot; e &amp;quot;cellular automata tridimensional&amp;quot;.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	xemeliza isso a&amp;iacute; pra gente!&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	(e piada interna agora entre outrxs: alguma lembran&amp;ccedil;a de 2002?)&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dasilvaorg&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;n&amp;atilde;o &amp;quot;tava&amp;quot; em dois mil e dois mais conhe&amp;ccedil;o uma vers&amp;atilde;o dessa est&amp;oacute;ria. hehe :)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;Eacute;, S&amp;eacute;rgio, aproveitando a aux&amp;iacute;lio luxuoso do pandeiro do Felipe, xemeliza a&amp;iacute;!!!&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	:)&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;sergio teixeira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;&lt;span&gt;Para ajudar a justificar esse assunto aqui, &amp;eacute; porque eu queria representar graficamente o jogo de poder entre os oreia e l&amp;iacute;ngua, seca e moiada e quem sabe testar formas tridimensionais que se alterariam conforme a perturba&amp;ccedil;&amp;atilde;o introduzida no meio. &amp;Eacute; um brinquedo que acho que trar&amp;aacute; insights.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span&gt;Algoritmos force-based:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span&gt;Imagina que voc&amp;ecirc; quer desenhar uma representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rede em 3D: alguns n&amp;oacute;s (bolinhas) conectados a outros (linhas). Na forma mais direta, isso s&amp;oacute; vai dizer quem t&amp;aacute; ligado a quem. Agora imagina que voc&amp;ecirc; quer que essa forma represente uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em que algum atributo comum &amp;agrave;s bolinhas causa repuls&amp;atilde;o mas cada bolinha relute em ser repelida por causa de alguma conveni&amp;ecirc;ncia. Para cada bolinha, o potencial de repuls&amp;atilde;o e o senso de conveni&amp;ecirc;ncia (que tende &amp;agrave; aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o) podem ser diferentes. O desenho espacial agora teria um crit&amp;eacute;rio definido. Imagina ent&amp;atilde;o se esses atributos de cada bolinha fossem din&amp;acirc;micos, variassem no tempo. E se fossem, compostos? E se pud&amp;eacute;ssemos inferir sobre diferenciais (t&amp;aacute; bom, a&amp;iacute; j&amp;aacute; &amp;eacute; uma viajem mais longa na maionese)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;set up initial node velocities to (0,0)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;set up initial node positions randomly &lt;i&gt;// make sure no 2 nodes are in exactly the same position&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;loop&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;total_kinetic_energy := 0 &lt;i&gt;// running sum of total kinetic energy over all particles&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;for each node&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;net-force := (0, 0) &lt;i&gt;// running sum of total force on this particular node&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;for each other node&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;net-force := net-force + Coulomb_repulsion( this_node, other_node )&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;next node&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;for each spring connected to this node&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;net-force := net-force + Hooke_attraction( this_node, spring )&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;next spring&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;// without damping, it moves forever&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;this_node.velocity := (this_node.velocity + timestep * net-force) * damping&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;this_node.position := this_node.position + timestep * this_node.velocity&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;total_kinetic_energy := total_kinetic_energy + this_node.mass * (this_node.velocity)^2&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;next node&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
	&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;until total_kinetic_energy is less than some small number &lt;i&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;// the simulation has stopped moving&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span&gt;Cellular automata:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span&gt;Imagina agora que cada bolinha pode reproduzir-se, morrer (sumir), crescer, mudar de cor, variar de estado, etc, dependendo do comportamento de sua vizinhan&amp;ccedil;a imediata. &amp;Eacute; um processo recorrente em que a cada mudan&amp;ccedil;a de estado de uma bolinha, muda tamb&amp;eacute;m sua vizinhan&amp;ccedil;a, e assim por diante. Com o tempo, o desenho pode entrar em loop (fica se repetindo numa sequ&amp;ecirc;ncia determinada), pode sumir tudo (acaba o mundo), estourar (se estiver em um espa&amp;ccedil;o confinado), sei l&amp;aacute; o que mais...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span&gt;Tem um japon&amp;ecirc;s que estudou cristais de &amp;aacute;gua congelada. Se essa &amp;aacute;gua foi aben&amp;ccedil;oada antes do congelamento, a forma de cristaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o era bonita; se eram submetidos a maus pensamentos, os cristais eram feios...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span&gt;Ser&amp;aacute; que d&amp;aacute; correla&amp;ccedil;&amp;atilde;o? Sei l&amp;aacute;, quero saber &amp;eacute; o que adv&amp;eacute;m dos tipos de perturba&amp;ccedil;&amp;otilde;es internas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span&gt;abra&amp;ccedil;os&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;strong&gt;tati prado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&amp;quot;sei l&amp;aacute; como junta essa parte que eu gostei:&lt;br /&gt;
	Parece s&amp;oacute; &lt;u&gt;brincadeira est&amp;eacute;tica &lt;/u&gt;mas, acho que tem mais depois. Se algu&amp;eacute;m quiser se juntar ...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;com aquilo outro logo ali embaixo, com mais isso:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;a href=&quot;http://tinyurl.com/3a8t4d5&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://tinyurl.com/3a8t4d5&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;a href=&quot;http://tinyurl.com/37vagy4&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://tinyurl.com/37vagy4&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	coreologia... laban... s&amp;atilde;o nomes e umas ideias do mundo da dan&amp;ccedil;a...&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	movimento!&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	trajet&amp;oacute;rias rumo &amp;agrave;s perturba&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blico-coletivas agora...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;pro.thiago&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;que suruba epistemol&amp;oacute;gica.&lt;br /&gt;
	como caminhamos bastante e os como os recortes excluem alguns contextos, vou tentar responder tod@s nessa mensagem &amp;uacute;nica:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	o importante galera &amp;eacute; n&amp;atilde;o entendermos a conversa de maneira polarizada ou acusativa, esse debate sobre &amp;quot;academia&amp;quot; nos moldes atuais e outras tecnologias de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conhecimento &amp;eacute; antigo. &amp;eacute; claro, que todos os espa&amp;ccedil;os s&amp;atilde;o plurais, por&amp;eacute;m marcados sempre por tend&amp;ecirc;ncias hegem&amp;ocirc;nicas.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Conhecimento adv&amp;eacute;m da(s) experi&amp;ecirc;ncia(s).O palco das experi&amp;ecirc;ncias &amp;eacute; a vida. N&amp;oacute;s pesquisadores, acad&amp;ecirc;micos ou n&amp;atilde;o, temos que perder a vergonha de falar de valores.&lt;br /&gt;
	Transmitir informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; diferente de produzir conhecimento. O desdobramento natural do conhecimento &amp;eacute; a intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste com o cotidiano e a comunidade, nisso a &amp;quot;academia&amp;quot;, em geral, pena um tanto.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A &amp;quot;academia&amp;quot; simula esse processo com experi&amp;ecirc;ncias restritas em espa&amp;ccedil;os isolados. &amp;Agrave;s vezes faz bem, em outras nem tanto. Por&amp;eacute;m h&amp;aacute; outros espa&amp;ccedil;os independentes capazes de produzir conhecimentos, muito embora este fato n&amp;atilde;o seja reconhecido pela maioria dos acad&amp;ecirc;micos. &amp;Eacute; claro que ambos os espa&amp;ccedil;os podem e devem conviver, por&amp;eacute;m, &amp;eacute; interessante que comuniquem, troquem, que haja reciprocidade... C&amp;oacute;digo aberto, n&amp;atilde;o? A&amp;iacute; est&amp;aacute; a ideia de rede e simbiose, a consci&amp;ecirc;ncia da condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o sist&amp;ecirc;mica, j&amp;aacute; percebida h&amp;aacute; mil&amp;ecirc;nios pelas culturas ancestrais e hoje apropriada pelo discurso acad&amp;ecirc;mico.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	As hierarquias... h&amp;aacute; diversas formas delas, algumas impostas e outorgadas, outras mais aut&amp;ecirc;nticas segundo cada contexto. A autoridade aut&amp;ecirc;ntica - condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ser co-autor do outro - depende do reconhecimento de uma comunidade, como &amp;eacute; comum na cultura raquer, na capoeira, na aldeias indigenas e n&amp;atilde;o de t&amp;iacute;tulos oficiais.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Quanto se restringe um trabalho de pesquisa a um comp&amp;ecirc;ndio de cita&amp;ccedil;&amp;otilde;es de outros trabalhos empobrecemos a pr&amp;aacute;tica cient&amp;iacute;fica, seja acad&amp;ecirc;mica ou n&amp;atilde;o. Produzir e criar conhecimentos pressup&amp;otilde;e o contato com informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es legadas pela cultura - fazemos isso a todo momento, como j&amp;aacute; dito -, mas n&amp;atilde;o apenas sua mera reprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	abra&amp;ccedil;os experimentais, coexistente e convergentes,&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;vitorio amaro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Era uma vez...&lt;br /&gt;
	Flamingos dan&amp;ccedil;antes do lago ... /;..in;,forma&amp;ccedil;&amp;atilde;ozzzz\\\\&lt;br /&gt;
	correm correm correm&lt;br /&gt;
	procurando&lt;br /&gt;
	Flamejantes do Sol&lt;br /&gt;
	/// cantam&lt;br /&gt;
	correm,.;, correm&lt;br /&gt;
	//faiscantes&lt;br /&gt;
	Concep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ideias e de pr&amp;aacute;ticas&lt;br /&gt;
	e os dogmas em que estou?&lt;br /&gt;
	meus p&amp;eacute;s na lama&lt;br /&gt;
	e agora o que fa&amp;ccedil;o?&lt;br /&gt;
	pra onde corro oq abra&amp;ccedil;o/;.?&lt;br /&gt;
	pra onde corro?&lt;br /&gt;
	corre corre corre dan&amp;ccedil;a a dan&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;
	flamejante&lt;br /&gt;
	/e a verdade/;? que manda e com&lt;br /&gt;
	eu obede&amp;ccedil;o ent&amp;atilde;o t&amp;atilde;o tao anda? oq fa&amp;ccedil;o/;?&lt;br /&gt;
	comandanda comanda como anda?&lt;br /&gt;
	Quem manda no q fa&amp;ccedil;o/;]?&lt;br /&gt;
	;.,/Loucas vcs s&amp;atilde;o loucas]&lt;br /&gt;
	meus p&amp;eacute;s na lama;.;.o que eu fa&amp;ccedil;o/?:&lt;br /&gt;
	e minhas asas?&lt;br /&gt;
	meus peś na lama e como eu saio/;.?&lt;br /&gt;
	entro na dan&amp;ccedil;a e quem comanda;.?&lt;br /&gt;
	iiiiiiiiiierarkias hahaha&lt;br /&gt;
	como eu me fa&amp;ccedil;o&lt;br /&gt;
	hauahuahua&lt;br /&gt;
	corre corre corre pra todos os lados&lt;br /&gt;
	e minhas asas;//.?:&lt;br /&gt;
	quando as bato/;;?&lt;br /&gt;
	meus p&amp;eacute;s na lama&lt;br /&gt;
	oq eu fa&amp;ccedil;o/;.?&lt;br /&gt;
	eu obede&amp;ccedil;o ent&amp;atilde;o t&amp;atilde;o taooo&lt;br /&gt;
	nunca desfa&amp;ccedil;o&lt;br /&gt;
	/vento frio de outono/ #Outono&lt;br /&gt;
	e minhas asas/?&lt;br /&gt;
	a pr&amp;aacute;tica eu penso e falo huauhahua&lt;br /&gt;
	Liberdade/;;;;?????&lt;br /&gt;
	como as fa&amp;ccedil;o/;]?&lt;br /&gt;
	//p&amp;eacute;s de lama&lt;br /&gt;
	bico seco eu falo!!!&lt;br /&gt;
	ME contor&amp;ccedil;o&lt;br /&gt;
	E quando eu fa&amp;ccedil;o/:?&amp;quot;&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://rede.metareciclagem.org/wiki/MutiraoThreadOutono2010#comments</comments>
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 <pubDate>Fri, 21 May 2010 19:39:07 +0000</pubDate>
 <dc:creator>mairabegalli</dc:creator>
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 <title>Representar e Ser MetaReciclagem, Rede</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/blog/07-03-10/Representar-e-Ser-MetaReciclagem-Rede</link>
 <description>&lt;p&gt;Por que eu penso que o &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/wiki/Zonas-de-Colaboração&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;trabalho de Hernani Dimantas&lt;/a&gt; requer uma aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial do bando, independente das posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas e ideol&amp;oacute;gicas de cada um? E isso importa?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	Pelo que sei o Hernani est&amp;aacute; nas conversa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de muito do que hoje &amp;eacute; &amp;quot;conhecido&amp;quot; como MetaReciclagem desde o comecinho do comecinho do comecinho. Ou seja, as pessoas que partilharam conversas, maquinaram juntas, propuseram e executaran as primeiras a&amp;ccedil;&amp;otilde;es que comp&amp;otilde;em boa parte do que MetaReciclagem representa hoje. Eu disse &amp;quot;representa&amp;quot; e n&amp;atilde;o disse &amp;quot;&amp;eacute;&amp;quot;, certo? Ali&amp;aacute;s, o que MetaReciclagem &amp;quot;&amp;eacute;&amp;quot; continua sendo um jogo dos mais interessantes. Nessa conversa precisei pedir at&amp;eacute; ajuda no twitter para conseguir usar o verbo &amp;quot;ser&amp;quot;, o que acabou resultando em algo que o &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/pessoa/mbraz&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;mbraz &lt;/a&gt;escreveu e que merece ser registrado:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
	&lt;p class=&quot;rteindent1&quot;&gt;&lt;br /&gt;
		&lt;em&gt;dasilvaorg&lt;/em&gt;: qdo digo que algo representa a metarec digo: &amp;eacute; uma representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da metarec. Se eu quiser dizer que algo &amp;eacute; a metarec, direi?&lt;br /&gt;
		&lt;em&gt;mbraz:&lt;/em&gt; responderei por mim mesmo, ok, nao pela metareciclagem. Uso o verbo fazer, algo faz a metareciclagem e etc. Poderia ser produzir tambem, pois e&amp;#39; diferente de trabalho, representacao do produzir. J&amp;aacute;&amp;#39; usei tambem &amp;#39;acontecer&amp;#39;, pois processo e nao produto. Ex, o encontrao de pessoas em Arraial &amp;#39;aconteceu&amp;#39; na metareciclagem. Nao sei se ajudo, mas preciso acontecer metareciclagem em sp agora, ok ?&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	Quando eu falo em &amp;quot;representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;, intuitivamente, sem nenhum contexto te&amp;oacute;rico acad&amp;ecirc;mico, penso em &amp;quot;imagem mental&amp;quot;, &amp;quot;significa&amp;ccedil;&amp;atilde;o subjetiva&amp;quot;, &amp;quot;apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o particular e contextual&amp;quot;. Quando eu falo em &amp;quot;Ser&amp;quot; a&amp;iacute; tudo fica mais complicado e intrigante. E se eu pensar no nome &amp;quot;rede&amp;quot; essa complica&amp;ccedil;&amp;atilde;o come&amp;ccedil;a a ficar ainda mais intrigante e instigante.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	At&amp;eacute; agora n&amp;atilde;o me resolvi ainda com esse &amp;quot;Ser&amp;quot; rede. As conversas que vi em torno de Redes Sociais n&amp;atilde;o me convencem. E a conversa que mais tem me convencido at&amp;eacute; agora, que &amp;eacute; a das redes da Actor-Network Theory (conhecida por mim basicamente pelo trabalho de Bruno Latour) requer associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es com as quais eu ainda tenho bastante dificuldade em trabalhar com. Apar&amp;ecirc;ncias de inconsist&amp;ecirc;ncia de um lado e apar&amp;ecirc;ncias de consist&amp;ecirc;ncia de outro, sendo isto algo altamente subjetivo (ali&amp;aacute;s o que &amp;eacute; o objetivo?) melhor voltar &amp;agrave;s quest&amp;otilde;es do come&amp;ccedil;o do texto.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	J&amp;aacute; falei que o hd est&amp;aacute; no n&amp;uacute;cleo inicial da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da coisa (MetaReciclagem). Mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; s&amp;oacute; isso. Ele permanece sendo respeitado, ouvido e considerado por outros que tamb&amp;eacute;m estavam por l&amp;aacute; e podem, a partir do que dizem os registros na Internet, ser considerados o n&amp;uacute;cleo inicial de toda esta &amp;quot;representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot; do que temos aqui. &lt;strong&gt;Penso que s&amp;oacute; isso j&amp;aacute; seria um bom motivo para refletirmos sobre a import&amp;acirc;ncia ou n&amp;atilde;o de de colaborar com seu trabalho.&lt;/strong&gt; Mas tem mais que isso. E para ampliar esta est&amp;oacute;ria quero acrescentar mais dois nomes: &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/pessoa/felipefonseca&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Felipe Fonseca&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/pessoa/dmartins&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Dalton Martins&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Hernani Dimantas, Felipe Fonseca e Dalton Martins t&amp;ecirc;m mais alguma coisa em comum do que &amp;quot;MetaReciclagem&amp;quot;. O que? O &lt;a href=&quot;http://weblab.tk/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Weblab.tk&lt;/a&gt;. Penso que esse &amp;eacute; um ponto que merece destaque na conversa. Aqui ou acol&amp;aacute; toco no nome Weblab.tk, mas sempre evito dar &amp;ecirc;nfase porque a forma como vejo isto me parece ainda fortemente associada a um contexto s&amp;eacute;culo XX. Mas aqui e agora me parece o lugar e o momento certo de falar disto pensando em clarear vis&amp;otilde;es juntos. Ainda que atualmente eu esteja um pouco desencantado e n&amp;atilde;o espere mais que algu&amp;eacute;m que pudesse a vir a clarear isto junto chegue a ler este texto e interagir (muito texto, pouco status do escritor), o que me faz insistir na escrita talvez seja esta no&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que fatos s&amp;atilde;o constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es e, portanto, se for fato de que MetaReciclagem seja (agora o verbo ser) algo diferente, em termos da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, do que eu interpreto como s&amp;eacute;culo XX way, isto &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m uma constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Indo direto ao ponto. Existem tr&amp;ecirc;s pessoas, as que eu j&amp;aacute; mencionei, que est&amp;atilde;o fortemente associadas &amp;agrave;s &amp;quot;representa&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;quot; MetaReciclagem. Ao mesmo tempo, estas tr&amp;ecirc;s pessoas hoje trabalham juntas em algo que tem o nome de Weblab.tk. Quando eu come&amp;ccedil;o as associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es por a&amp;iacute; vejo uma &amp;quot;Rede&amp;quot; interessante e, na minha percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o, altamente influente em algumas coisas que se combinam a partir dos nomes: Pol&amp;iacute;ticas P&amp;uacute;blicas, Inclus&amp;atilde;o Digital e Cultura Digital (s&amp;oacute; pra sintetizar em 3), e que que merecem no m&amp;iacute;nimo ser discutidas por quem est&amp;aacute; aqui numa &amp;quot;representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot; MetaReciclagem.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Esta &amp;eacute; uma chance de jogarmos luz em algumas coisas, penso eu. Weblab.tk &amp;eacute; certamente s&amp;oacute; uma dimens&amp;atilde;o. Dimens&amp;atilde;o? Uma das que me chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dentre outras como: &lt;a href=&quot;http://www.descentro.org/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;des).(centro&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Estudio Livre&lt;/a&gt; ou &lt;a href=&quot;http://organismo.art.br/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Orquestra Organismo&lt;/a&gt;, por exemplo e para ficar em nomes de &amp;quot;conjuntos&amp;quot; apenas, e n&amp;atilde;o&amp;nbsp; continuar na cilada de listar pesssoas. Porque sei que tem tanta coisa que n&amp;atilde;o vejo a&amp;iacute;, n&amp;atilde;o &amp;eacute; mesmo? Ali&amp;aacute;s, nisto se configura a pertin&amp;ecirc;ncia da conversa em torno do trabalho do hd. Ou seja, talvez seja apenas um querer ego&amp;iacute;sta. Mesmo assim,&amp;nbsp; n&amp;atilde;o cedendo &amp;agrave;s apar&amp;ecirc;ncias,&amp;nbsp; venho aqui e registro. Tem relev&amp;acirc;ncia? Ah... Isso, sozinho eu n&amp;atilde;o tenho como dizer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://rede.metareciclagem.org/blog/07-03-10/Representar-e-Ser-MetaReciclagem-Rede#comments</comments>
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 <pubDate>Sun, 07 Mar 2010 23:00:14 +0000</pubDate>
 <dc:creator>o2</dc:creator>
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 <title>Zonas de Colaboração</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/wiki/Zonas-de-Colabora%C3%A7%C3%A3o</link>
 <description>&lt;p&gt;Hernani Dimantas est&amp;aacute; desenvolvendo sua tese de doutorado com foco nas Zonas de Colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da MetaReciclagem. Parte do processo &amp;eacute; ouvir as diversas pessoas que em algum momento estiveram envolvidas com a rede MetaReciclagem. Conversamos (Mutir&amp;atilde;o da Gambiarra) com Hernani sobre abrir esse levantamento, faz&amp;ecirc;-lo em rede. A ideia ent&amp;atilde;o &amp;eacute; faz&amp;ecirc;-lo por aqui, e eventualmente isso virar mais uma publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Mutir&amp;atilde;o da Gambiarra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para responder, voc&amp;ecirc; pode enviar um coment&amp;aacute;rio abaixo, responder pela &lt;a href=&quot;http://lista.metareciclagem.org&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;lista de discuss&amp;atilde;o&lt;/a&gt;, postar no seu pr&amp;oacute;prio blog (e adicionar o link aqui no wiki). Se nenhuma dessas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es parece f&amp;aacute;cil, voc&amp;ecirc; pode enviar para mim (efeefe) por email.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As perguntas s&amp;atilde;o bastante simples, pra dar espa&amp;ccedil;o pra interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es amplas. Solte o verbo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1) Os debates que aconteceram e que acontecem no MetaReciclagem (listas, conversas, encontros, palestras) contribu&amp;iacute;ram ou contribuem para gerar apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da tecnologia e transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o social? Em que sentido? D&amp;ecirc; exemplos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2) Na sua opini&amp;atilde;o, as caracter&amp;iacute;sticas da rede (multiplicidade, compartilhamento, produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de subjetividade, conversa&amp;ccedil;&amp;atilde;o) s&amp;atilde;o capazes de gerar transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es e interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es no contexto social, econ&amp;ocirc;mico da realidade brasileira? Como? D&amp;ecirc; exemplos.&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Fri, 05 Mar 2010 15:14:48 +0000</pubDate>
 <dc:creator>felipefonseca</dc:creator>
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 <title>MutiraoQualiHdHd</title>
 <link>http://rede.metareciclagem.org/wiki/MutiraoQualiHdHd</link>
 <description>&lt;p&gt;Em &lt;a href=&quot;http://rede.metareciclagem.org/sites/rede.metareciclagem.org/midia/tese_hdhd_2.0.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;anexo&lt;/a&gt; (PDF, 468KB), a qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o doutorado de &lt;a href=&quot;http://marketinghacker.com.br&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Hernani Dimantas&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
 <comments>http://rede.metareciclagem.org/wiki/MutiraoQualiHdHd#comments</comments>
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 <title>Novas formas de apropriação midiática na sociedade espetacular</title>
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 <description>&lt;p&gt;Monografia de Karina Sena Gomes (anexo, PDF, 1.19 Mb)&lt;/p&gt;</description>
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 <pubDate>Thu, 13 Dec 2007 00:51:20 +0000</pubDate>
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