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3º Concurso Aprender e Ensinar tem recorde de inscrições
Da Redação
Promovido pela revista Fórum e a Fundação Banco do Brasil, o Concurso Aprender e Ensinar encerrou o período de inscrições com número recorde de participantes. Em sua terceira edição, o concurso recebeu 4.695 inscrições de professores de todo o País. Desses, 1.780 se certificaram e concorrem a 64 tablets e a uma viagem a Tunísia para participar do Fórum Social Mundial 2013, que acontece do dia 23 a 28 de março.
Na certificação, os professores inscritos responderam a duas questões onde explicam como utilizam o conceito de tecnologia social na educação. A partir das respostas, uma comissão julgadora irá selecionar os 64 finalistas que, além de ganhar um tablet, vão a Brasília, nos dias 22 e 23 de fevereiro, para participar de seminário sobre o tema. Neste encontro, serão conhecidos os seis vencedores, sendo um professor de escola pública ou espaço não formal de educação de cada região do País e um de Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia.
Segundo Claiton Mello, gerente de Educação e Tecnologia Inclusiva da Fundação Banco do Brasil, o aumento no número de certificados mostra que iniciativas que dialogam com o conceito de tecnologia social estão se disseminando Brasil afora, o que vai de encontro ao objetivo do prêmio. “O concurso busca reconhecer as iniciativas de professores que estão levando o debate das tecnologias sociais para dentro das escolas, com envolvimento da comunidade”. Ainda de acordo com Mello, o concurso qualifica o debate escolar e comunitário sobre o desenvolvimento de soluções sustentáveis por meio da rede pública de educação. “São as escolas públicas, bem como os institutos federais, que estão nos lugares mais distantes de nosso País, onde, na maioria das vezes, é o único espaço educacional de acesso da população”, explica.
Mello também destaca que a parceria com a Fórum tem sintonia com o trabalho da Fundação Banco do Brasil, que há mais de uma década vem fomentando a reaplicação de tecnologias sociais em todo o Brasil, como as cisternas de placa e o Pais (Produção Agroecológica Integrada Sustentável), entre outras.
Para o editor da revista Fórum, Renato Rovai, nesta terceira edição, o concurso avançou bastante em termos qualitativos e quantitativos. “Aumentamos mais de 50% o número de inscritos, e o número de certificados quase dobrou em relação à edição de 2010”, diz Rovai. “Isso mostra que o prêmio se consolidou e talvez seja o maior envolvendo projetos em educação. Desconheço prêmios com esse alcance, que atinjam mais de mil cidades do Brasil. Isso só foi possível porque a parceria da Fórum com a FBB é de grande aderência do ponto de vista dos objetivos e conteúdo”, explica.
Rovai ressalta que esse avanço do concurso também foi possível porque no ano passado teve início a Rede Aprender e Ensinar. “Hoje já são cerca de 5 mil professores conectados em rede, aprendendo e ensinando tecnologia social na educação de forma colaborativa e coletiva”, completa.
O 1º Concurso Aprender e Ensinar foi realizado em 2008 e recebeu 2.640 inscrições de todo o Brasil. Os vencedores foram ao FSM de Belém (PA) em janeiro de 2009. Na segunda edição, em 2010, foram 3.075 inscritos, e os cinco educadores premiados viajaram a Dacar, no Senegal, em 2011.
Fonte: http://va.mu/cLOu
3º Concurso Aprender e Ensinar tem recorde de inscrições
Da Redação
Promovido pela revista Fórum e a Fundação Banco do Brasil, o Concurso Aprender e Ensinar encerrou o período de inscrições com número recorde de participantes. Em sua terceira edição, o concurso recebeu 4.695 inscrições de professores de todo o País. Desses, 1.780 se certificaram e concorrem a 64 tablets e a uma viagem a Tunísia para participar do Fórum Social Mundial 2013, que acontece do dia 23 a 28 de março.
Na certificação, os professores inscritos responderam a duas questões onde explicam como utilizam o conceito de tecnologia social na educação. A partir das respostas, uma comissão julgadora irá selecionar os 64 finalistas que, além de ganhar um tablet, vão a Brasília, nos dias 22 e 23 de fevereiro, para participar de seminário sobre o tema. Neste encontro, serão conhecidos os seis vencedores, sendo um professor de escola pública ou espaço não formal de educação de cada região do País e um de Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia.
Segundo Claiton Mello, gerente de Educação e Tecnologia Inclusiva da Fundação Banco do Brasil, o aumento no número de certificados mostra que iniciativas que dialogam com o conceito de tecnologia social estão se disseminando Brasil afora, o que vai de encontro ao objetivo do prêmio. “O concurso busca reconhecer as iniciativas de professores que estão levando o debate das tecnologias sociais para dentro das escolas, com envolvimento da comunidade”. Ainda de acordo com Mello, o concurso qualifica o debate escolar e comunitário sobre o desenvolvimento de soluções sustentáveis por meio da rede pública de educação. “São as escolas públicas, bem como os institutos federais, que estão nos lugares mais distantes de nosso País, onde, na maioria das vezes, é o único espaço educacional de acesso da população”, explica.
Mello também destaca que a parceria com a Fórum tem sintonia com o trabalho da Fundação Banco do Brasil, que há mais de uma década vem fomentando a reaplicação de tecnologias sociais em todo o Brasil, como as cisternas de placa e o Pais (Produção Agroecológica Integrada Sustentável), entre outras.
Para o editor da revista Fórum, Renato Rovai, nesta terceira edição, o concurso avançou bastante em termos qualitativos e quantitativos. “Aumentamos mais de 50% o número de inscritos, e o número de certificados quase dobrou em relação à edição de 2010”, diz Rovai. “Isso mostra que o prêmio se consolidou e talvez seja o maior envolvendo projetos em educação. Desconheço prêmios com esse alcance, que atinjam mais de mil cidades do Brasil. Isso só foi possível porque a parceria da Fórum com a FBB é de grande aderência do ponto de vista dos objetivos e conteúdo”, explica.
Rovai ressalta que esse avanço do concurso também foi possível porque no ano passado teve início a Rede Aprender e Ensinar. “Hoje já são cerca de 5 mil professores conectados em rede, aprendendo e ensinando tecnologia social na educação de forma colaborativa e coletiva”, completa.
O 1º Concurso Aprender e Ensinar foi realizado em 2008 e recebeu 2.640 inscrições de todo o Brasil. Os vencedores foram ao FSM de Belém (PA) em janeiro de 2009. Na segunda edição, em 2010, foram 3.075 inscritos, e os cinco educadores premiados viajaram a Dacar, no Senegal, em 2011.
Fonte: http://va.mu/cLOu
RT @onordeste: Maranhão: Feira de Metareciclagem. Produtos feitos a partir de lixo eletrônico - http://t.co/YG93uOaR http://t.co/AgMI94r2
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Emoção marca estreia do Cineclube Primeira Estação – Puraqué 2013
Por Adriane Gama
“Mesmo no campo amadorístico o cinema é uma grande revelação do pensamento humano.” José de Oliveira
Neste último sábado, dia 2 de fevereiro, aconteceu o início das atividades cineclubistas na Casa Puraqué, no bairro do Amparo, junto com o lançamento na internet do filme nacional “Delírios de um cinemaníaco”, da produtora Filmes para Bailar. O público compareceu e se emocionou com a delirante história do Zé Pintor, um pioneiro do cinema no interior de São Carlos – SP, que acreditou no amor e no seu sonho de fazer produções audiovisuais comunitárias combinando ficção e realidade do local onde morava. Este longa produzido durante 3 anos, inspirado no livro “Minhas memórias com meu cinema”, de José de Oliveira, foi realizado de forma colaborativa, com a proposta essencial de um cineclube: compartilhamento e difusão livre da obra.
Logo após o final da primeira sessão do ano, no ritmo de aplausos, aconteceu a tradicional roda de conversa em inédito diálogo direto e virtual com os diretores do filme, Carlos Eduardo, Dudu e Felipe Barquete, os quais interagiram com os participantes respondendo sobre as curiosidades do filme. Depoimentos marcantes do público também contribuíram com o brilho do encontro, o qual se identificaram muito com as cenas do longa que envolviam lembranças de família e questões ambientais locais. Para Felipe Barquete, em uma das suas respostas aos cineclubistas disse que “o filme foi uma homenagem ao cinema amador feito com muito carinho, pois o projeto foi demonstrar que é possível se empenhar em ter um resultado bom com uma proposta mais simples do olhar ao seu redor e exibi-lo em cineclubes, por exemplo”, ressalta o cineasta.
Este encontro marca a estreia do cine Primeira Estação – Puraqué neste ano, com incentivo de promover o acesso democrático à linguagem cinematográfica, assim como contribuir com as produções comunitárias, que este filme deixou muito bem registrado em sua mensagem principal, colocando em prática a criatividade e autonomia do uso de ferramentas audiovisuais com dedicação e persistência. Aproveitamos o momento para agradecer a nova parceria e parabenizar aos diretores e produtores do filme, em nome de Carlos Eduardo e Felipe Barqueti pela contribuição delirante em cinematografia. Até o próximo encontro marcado para o final deste mês.
Fica agora a dica da hora: todo material deste filme está disponibilizado livremente na internet, cuja a missão desse filme é ser distribuído em diferentes circuitos de exibição em todo o Brasil. Então quem quiser assisti-lo, é só fazer o download abaixo e apreciar mais uma bela obra brasileira. Prestigiem!
Emoção marca estreia do Cineclube Primeira Estação – Puraqué 2013
Por Adriane Gama
“Mesmo no campo amadorístico o cinema é uma grande revelação do pensamento humano.” José de Oliveira
Neste último sábado, dia 2 de fevereiro, aconteceu o início das atividades cineclubistas na Casa Puraqué, no bairro do Amparo, junto com o lançamento na internet do filme nacional “Delírios de um cinemaníaco”, da produtora Filmes para Bailar. O público compareceu e se emocionou com a delirante história do Zé Pintor, um pioneiro do cinema no interior de São Carlos – SP, que acreditou no amor e no seu sonho de fazer produções audiovisuais comunitárias combinando ficção e realidade do local onde morava. Este longa produzido durante 3 anos, inspirado no livro “Minhas memórias com meu cinema”, de José de Oliveira, foi realizado de forma colaborativa, com a proposta essencial de um cineclube: compartilhamento e difusão livre da obra.
Logo após o final da primeira sessão do ano, no ritmo de aplausos, aconteceu a tradicional roda de conversa em inédito diálogo direto e virtual com os diretores do filme, Carlos Eduardo, Dudu e Felipe Barquete, os quais interagiram com os participantes respondendo sobre as curiosidades do filme. Depoimentos marcantes do público também contribuíram com o brilho do encontro, o qual se identificaram muito com as cenas do longa que envolviam lembranças de família e questões ambientais locais. Para Felipe Barquete, em uma das suas respostas aos cineclubistas disse que “o filme foi uma homenagem ao cinema amador feito com muito carinho, pois o projeto foi demonstrar que é possível se empenhar em ter um resultado bom com uma proposta mais simples do olhar ao seu redor e exibi-lo em cineclubes, por exemplo”, ressalta o cineasta.
Este encontro marca a estreia do cine Primeira Estação – Puraqué neste ano, com incentivo de promover o acesso democrático à linguagem cinematográfica, assim como contribuir com as produções comunitárias, que este filme deixou muito bem registrado em sua mensagem principal, colocando em prática a criatividade e autonomia do uso de ferramentas audiovisuais com dedicação e persistência. Aproveitamos o momento para agradecer a nova parceria e parabenizar aos diretores e produtores do filme, em nome de Carlos Eduardo e Felipe Barqueti pela contribuição delirante em cinematografia. Até o próximo encontro marcado para o final deste mês.
Fica agora a dica da hora: todo material deste filme está disponibilizado livremente na internet, cuja a missão desse filme é ser distribuído em diferentes circuitos de exibição em todo o Brasil. Então quem quiser assisti-lo, é só fazer o download abaixo e apreciar mais uma bela obra brasileira. Prestigiem!
Delírio cineclubista 2013 – Uma homenagem especial de cineclubistas para cineclubistas!
@page { margin: 2cm }
P { margin-bottom: 0.21cm }
H2 { margin-bottom: 0.21cm }
H3 { margin-bottom: 0.21cm }
A:link { so-language: zxx }
-->
Por Adriane Gama
Salve apaixonados pelo cinema! O cine Puraqué em parceria com o cineclube Primeira Estação começa oficialmente suas atividades cineclubistas 2013 com um encontro pra lá de especial. Trata-se da primeira sessão cineclubista do ano na maloca puraqueana com o lançamento do filme nacional: “Delírios de um cinemaníaco”, realizado colaborativamente pela produtora Filmes para Bailar e pelo Fora do Eixo – São Carlos. O longa conta a cinebiografia de José de Oliveira, um dos pioneiros do cinema brasileiro, voltado especialmente para cineclubistas rodarem em seus espaços comunitários digitais.
Um homem que desde a sua infância até a velhice, viu a morte levar seus familiares e maiores amigos, mas encontrou no amor por Edna e na paixão pelo cinema, forças para encarar as mazelas da vida, vivendo em um grande delírio cinematográfico. Para abrilhantar ainda mais este encontro, no final desta sessão, vamos ter a participação virtual do cineasta do filme, Carlos Eduardo Magalhães, Dudu. Agora é com você, participe, convide mais alguém e venha se emocionar novamente com a magia da sétima arte com muito diálogo e roda de conversa no final da exibição, prática tradicional do cineclube! Entrada livre!
Fique conectada na programação da agenda Puraqué:
Serviço comunitário:
Cineclube Primeira Estação – Puraqué
“Delírios de um cinemaníaco”, 2013
Hora: 18h
Dia: 2 de fevereiro de 2013 (sábado)
Local: Casa Puraqué – Rua Vitória Régia 223, bairro Amparo, próximo da antiga fábrica de asfalto.
ENTRADA GRATUITA
Aproveite também para curtir e confirmar sua presença pelo Facebook:
http://www.facebook.com/events/203045836505547/?notif_t=plan_user_joined
Release do filme:Delírios de um cinemaníaco, a história de um pioneiro do cinema
O filme Delírios de um cinemaníaco conta a história de José de Oliveira, mais conhecido como Zé Pintor, um dos pioneiros na atividade cinematográfica na cidade de São Carlos (SP) e autor de diversos filmes que, além de contar histórias, promoviam a aproximação da sociedade são-carlense junto ao mundo do cinema, uma vez que Zé Pintor produzia seus filmes de forma independente e utilizava como atores amigos e pessoas próximas a ele.
Baseado no livro Minhas memórias com meu cinema, de autoria de José de Oliveira, Delírios de um cinemaníaco apresenta ao público a cinebiografia de um homem que desde a sua infância até a velhice, viu a morte levar seus familiares e maiores amigos. Mas encontrou no amor por Edna e na paixão pelo cinema, forças para encarar as mazelas da vida.
O filme mostra que além dos roteiros, Zé Pintor selecionava e dirigia os atores, montava cenários, criava o maquinário e maquetes, definia os enquadramentos, montava a luz, focava suas imagens e realizava toda a pós-produção, revelação, montagem, cópias de filme, intertítulos, etc., com técnicas alternativas simplificadas e criativas, sem o auxílio de grandes tecnologias. Quando não conseguia fazer todas essas funções, contava com a ajuda das pessoas ao seu redor – geralmente os atores dos filmes. Delírios de um cinemaníaco também apresenta como diferencial integrar, numa única produção, elementos que ultrapassam os aspectos culturais e históricos da obra, aplicando conceitos pautados no colaborativismo e na solidariedade, presentes na trajetória artística do personagem principal do filme.
Esse modo de produção singular do artista resultou em filmes muito ricos, do ponto de vista estético e histórico. A utilização de não atores, filmagens em áreas externas de São Carlos e nas casas de amigos, fizeram com que os seus filmes, hoje, se situem entre a ficção e o documentário.
E foi exatamente esse espírito solidário que a equipe de produção de Delírios de um cinemaníaco tentou imprimir desde 2009, quando o filme começou a ser produzido, estabelecendo vínculos com o Circuito fora do eixo e a produtora Filmes para bailar, de forma que a obra contribuísse para o fortalecimento de uma rede de serviços envolvendo diversos segmentos da economia local, além da inserção do projeto em plataformas virtuais de produção cultural, possibilitando que o filme seja distribuído e exibido nos diferentes circuitos de exibição em todo o Brasil.
Assim, Delírios de um cinemaníaco é mais que a retratação da história de Zé Pintor e seu pioneirismo na produção cinematográfica são-carlense. A obra é um resgate dos valores pregados pelo personagem principal em suas obras, que marcaram a sua trajetória no cinema local. Delírios de um cinemaníaco é, assim como foram as obras de Zé Pintor, uma quebra de paradigma na produção local e uma outra maneira de enxergar e fazer cinema.
Mais informações e curiosidades sobre esse filme, acesse o site abaixo:
http://www.filmesparabailar.com/zepintor/?page_id=1483
Adriane Gama
Diretora de Articulação Regional/Norte da Paracine – Federação Paraense de Cineclube
Idealizadora e Coordenadora Geral do Cineclube Primeira Estação
Delírio cineclubista 2013 – Uma homenagem especial de cineclubistas para cineclubistas!
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Por Adriane Gama
Salve apaixonados pelo cinema! O cine Puraqué em parceria com o cineclube Primeira Estação começa oficialmente suas atividades cineclubistas 2013 com um encontro pra lá de especial. Trata-se da primeira sessão cineclubista do ano na maloca puraqueana com o lançamento do filme nacional: “Delírios de um cinemaníaco”, realizado colaborativamente pela produtora Filmes para Bailar e pelo Fora do Eixo – São Carlos. O longa conta a cinebiografia de José de Oliveira, um dos pioneiros do cinema brasileiro, voltado especialmente para cineclubistas rodarem em seus espaços comunitários digitais.
Um homem que desde a sua infância até a velhice, viu a morte levar seus familiares e maiores amigos, mas encontrou no amor por Edna e na paixão pelo cinema, forças para encarar as mazelas da vida, vivendo em um grande delírio cinematográfico. Para abrilhantar ainda mais este encontro, no final desta sessão, vamos ter a participação virtual do cineasta do filme, Carlos Eduardo Magalhães, Dudu. Agora é com você, participe, convide mais alguém e venha se emocionar novamente com a magia da sétima arte com muito diálogo e roda de conversa no final da exibição, prática tradicional do cineclube! Entrada livre!
Fique conectada na programação da agenda Puraqué:
Serviço comunitário:
Cineclube Primeira Estação – Puraqué
“Delírios de um cinemaníaco”, 2013
Hora: 18h
Dia: 2 de fevereiro de 2013 (sábado)
Local: Casa Puraqué – Rua Vitória Régia 223, bairro Amparo, próximo da antiga fábrica de asfalto.
ENTRADA GRATUITA
Aproveite também para curtir e confirmar sua presença pelo Facebook:
http://www.facebook.com/events/203045836505547/?notif_t=plan_user_joined
Release do filme:Delírios de um cinemaníaco, a história de um pioneiro do cinema
O filme Delírios de um cinemaníaco conta a história de José de Oliveira, mais conhecido como Zé Pintor, um dos pioneiros na atividade cinematográfica na cidade de São Carlos (SP) e autor de diversos filmes que, além de contar histórias, promoviam a aproximação da sociedade são-carlense junto ao mundo do cinema, uma vez que Zé Pintor produzia seus filmes de forma independente e utilizava como atores amigos e pessoas próximas a ele.
Baseado no livro Minhas memórias com meu cinema, de autoria de José de Oliveira, Delírios de um cinemaníaco apresenta ao público a cinebiografia de um homem que desde a sua infância até a velhice, viu a morte levar seus familiares e maiores amigos. Mas encontrou no amor por Edna e na paixão pelo cinema, forças para encarar as mazelas da vida.
O filme mostra que além dos roteiros, Zé Pintor selecionava e dirigia os atores, montava cenários, criava o maquinário e maquetes, definia os enquadramentos, montava a luz, focava suas imagens e realizava toda a pós-produção, revelação, montagem, cópias de filme, intertítulos, etc., com técnicas alternativas simplificadas e criativas, sem o auxílio de grandes tecnologias. Quando não conseguia fazer todas essas funções, contava com a ajuda das pessoas ao seu redor – geralmente os atores dos filmes. Delírios de um cinemaníaco também apresenta como diferencial integrar, numa única produção, elementos que ultrapassam os aspectos culturais e históricos da obra, aplicando conceitos pautados no colaborativismo e na solidariedade, presentes na trajetória artística do personagem principal do filme.
Esse modo de produção singular do artista resultou em filmes muito ricos, do ponto de vista estético e histórico. A utilização de não atores, filmagens em áreas externas de São Carlos e nas casas de amigos, fizeram com que os seus filmes, hoje, se situem entre a ficção e o documentário.
E foi exatamente esse espírito solidário que a equipe de produção de Delírios de um cinemaníaco tentou imprimir desde 2009, quando o filme começou a ser produzido, estabelecendo vínculos com o Circuito fora do eixo e a produtora Filmes para bailar, de forma que a obra contribuísse para o fortalecimento de uma rede de serviços envolvendo diversos segmentos da economia local, além da inserção do projeto em plataformas virtuais de produção cultural, possibilitando que o filme seja distribuído e exibido nos diferentes circuitos de exibição em todo o Brasil.
Assim, Delírios de um cinemaníaco é mais que a retratação da história de Zé Pintor e seu pioneirismo na produção cinematográfica são-carlense. A obra é um resgate dos valores pregados pelo personagem principal em suas obras, que marcaram a sua trajetória no cinema local. Delírios de um cinemaníaco é, assim como foram as obras de Zé Pintor, uma quebra de paradigma na produção local e uma outra maneira de enxergar e fazer cinema.
Mais informações e curiosidades sobre esse filme, acesse o site abaixo:
http://www.filmesparabailar.com/zepintor/?page_id=1483
Adriane Gama
Diretora de Articulação Regional/Norte da Paracine – Federação Paraense de Cineclube
Idealizadora e Coordenadora Geral do Cineclube Primeira Estação
Projeto Didático para a Construção de Documentários: primeira ida a campo
Demos início nessa segunda-feira às entrevistas preparatórias para o documentário que estamos produzindo no presídio de Igarassu. A iniciativa está dentro das ações do projeto de Extensão ‘Projeto Didático para a Construção de Documentários’, que está sendo tocado em parceria com o Centro de Estudos de Educação e Linguagem, do Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco. O objetivo geral do projeto é desenvolver com professores da rede estadual de ensino metodologias e processos de investigação utilizando a produção de documentários como caminho. Escolhemos utilizar problemáticas das relações étnico-raciais como eixo estruturador dos docs. O projeto já está em seu segundo mês de atividades e com isso começamos a trabalhar em campo.
A visita foi muito proveitosa, sobretudo para colocar em prática a metodologia que a gente tem tentado desenvolver com os professores – nossa esperança é que essa mesma metodologia possa ser assimilada por eles e aplicada em salas de aula. A ideia geral é, primeiro, pensar a metodologia (o caminho, o processo, por assim dizer) como momento de construção de conhecimento, de investigação e intervenção na realidade. Mais do que o “produto”, o que interessa é o processo de construção e por isso de crítica aliada a construção.
Isso implica em criar narrativas, interpretações, estórias sobre o mundo – o cotidiano, as dinâmicas de ordem contingentes, os olhares fora da narrativa hegemônica e mainstream. Nossa expectativa com isso é contribuir para uma aproximação da escola – essa entidade disciplinar e em grande parte autista – das comunidades em que ela está inserida.
A visita
Como ia dizendo a visita foi muito proveitosa. Serviu, como esperávamos, para que as perspectivas iniciais pudessem ser re-alinhadas em função do que se encontrou em campo e para iniciar a familiaridade com os ambientes e as pessoas. E também para definir novas pesquisas a serem feitas pela equipe. O ponto de partida era tratar da questão da remissão da pena e da aplicação da legislação pertinente. Pela experiência de algumas das professoras do grupo (um dos três grupos em que dividimos a sala de 30 alunos-educadores do projeto) há preconceito de cor na seleção dos detentos para os serviços de administração.
Esse é um fato empiricamente observado na Penitenciária Feminina Bom Pastor qual três das professoras ensinam. A visita ao Presídio de Igarassu mostrou outra coisa. A escolha dos detentos para os serviços de administração – pelos quais eles recebem salário e abatimento na pena – não passa de forma determinante pela questão racial. Outros elementos parecem definir a seleção de quem trabalha nas dependência do lugar.
Isso nos forçará a rever a hipótese original e re-orientar as coisas. E a necessidade de debater a questão étnico-racial impõe um desafio interessante.
Visitamos a escola que existe dentro do presídio, o rancho, as dependências onde dormem os detentos que trabalham na cozinha, a fábrida de portões eletrônicos, a marcenaria. Não nos permitiram visitar as celas e não é difícil saber a razão. Passamos pelas áreas mais agradáveis da unidade prisional – limpa, onde as pessoas trabalham, onde há atividade saudável, onde se vêem as iniciativas mais evidentes de ressocialização.
Essas atividades são realizadas por apenas 200 homens. Há, no presídio 2.400 almas – a unidade foi projetada para apenas 400. Ou seja, há uma superpopulação de negros, pobres, que em sua maioria não faz nada de produtivo e que esperam o tempo passar. A prostituição e a droga são muito presentes. E, embora o discurso hegemônico o proria, não é o sexo (homossexual e heterosexual) e o acesso às drogas que impede o bairro de explodir. Aliás, esse discurso tem seu quê de preconceito.
Política de prender
O que atribui uma relativa calma à realidade prisional que estamos começando a acompanhar é de outra ordem, pois nem todos os detentos tem grana ou saúde para os exo e as drogas. Penso que, na conversa com o diretor da unidade, ele deu a senha para se comprender que a relativa pacividade está relacionada a dois fatores: a grande maioria dos presos viveu na infância e na adolescência em pequenos espaços, com grandes privações, sem instalações sanitárias nas casas, pouco conforto. A superlotação não é, assim, uma realidade muito diferente e afastada da que eles vivenciavam quando livres. A superlotação não é, assim, um elemento de revolta. O outro fator é a alimentação. A comida no presídio é muito boa e constante. Há as três refeições, com oferta abundante de frutas, sendo acompanhada por nutricionista e muito bem executada – comemos por lá e posso falar por mim próprio.
Ainda segundo a fala do diretor, o principal desafio (ele reiterou que o único desafio) é a morosidade da Justição no julgamento dos apenados. Há diversos casos de detentos que já pagaram suas penas e ainda não foram julgados!
Embora o diretor não tenha afirmado, um outro obstáculo para a melhoria da qualidade de vida na unidade é a própria política de segurança do Estado. Palavras do diretor:
- Não existe uam política de segurança no Estado de Pernambuco. Há uma política de prisão. Prende-se o criminoso e amontoa-se essas pessoas em lugares como esse. Isso baixa os índices de violềncia do lado de lá (nas ruas), mas cria um outro problema social, que é fazer com que essas pessoas vivam amontoadas.
Pobres & Pretos
Ficamos sabendo, ainda durante a visita, que está sendo finalizado no próximo sábado, 29 de setembro, o trabalho de censo carcerário. Esses dados, que são públicos e que poderemos usar no doc, será de muita valia. Sobretudo porque fornece uma base da dasos confiável e atual da população carcerária – inclusive com a porcentagem de cor.
O que tenho pensado agora é que aos condicionantes históricos que marginalizam a população negra se soma uma política de Estado que amontoa os indivíduos. A superpopulação tem uma relação direta com a questão racial no Brasil – ao mesmo tempo em que também está relacionada à não observação do direito dos aprisionados.
Na verdade, nada nesse raciocínio é novo – mas é um caminho possível para a construção do documentário. Ou seja, a crítica do Pacto pela Vida (que o diretor chama Pacto pela Prisão) como política de Estado insuficiente que tem a perversa característica de prejudicar mais a população carcerária negra.
No próximo sábado temos novamente reunião para juntar as informações coletada e repensar caminhos. A ver…
Intimidade mental
O beijo roubado no quintal aos 13 anos.
As nuvens negras.
A emoção da proximidade de uma tempestade.
As batidas do relógio.
O abraço caloroso da mãe.
O sorriso e o cuidado do pai.
A escrita dos dedos sobre a janela embaçada.
O canto perto da janela.
O cobertor aconchegante quando se tinha febre.
O céu límpido do Norte da Europa.
Todos, absolutamente todos, tiveram sua juventude roubada.
Todos, absolutamente todos, tiveram sua tranquilidade roubada.
Do outro lado do arame farpado, nós também víamos a neve.
E Deus.
Em como Ele é.
Uma forma infinita e atordoante, bela, preguiçosa, imóvel, sem o desejo de fazer coisa alguma.
Como certas mulheres que, quando somos jovens, ousamos apenas sonhar.
x.x.x.x.x.x.x
As coisas que ouvimos quando nos dispomos a ouvir…
Tirando o que é distante ou externo a minha realidade, nossa realidade de brasileiros – o contexto do Holocausto, o céu do Norte da Europa, … -, há algo no trecho que é muito acolhedor e que talvez mereça o nome de intimidade mental.
Tirado de uns bons diálogos de This must be the place.
Desconfiem do jornalista que afirma a toda hora o ideal da objetividade
Aprendi jornalismo com meu pai, Giannino. A questão central do aprendizado dizia respeito ao compromisso moral, antes ainda que ético. Moral no sentido imanente, a transcender o momento fugidio. Neste ponto, a lição deu-se pelo exemplo, sem desperdício de palavras, pois a regra valia em todos os níveis do comportamento humano no exercício complexo da existência.
Meu pai, como muitos outros profissionais de qualidade, acreditava que jornalismo exige, em termos técnicos, quase nada de quem o pratica, ao contrário, por exemplo, da medicina. Aprende-se tudo em dois meses na redação, ou menos ainda. Um cidadão munido de algum talento para a escrita e de razoável cultura geral tem todas as condições de ser competente como jornalista, mas o compromisso moral é indispensável ao correto cumprimento da tarefa. Jornalismo implica, é fácil entender, responsabilidades imponentes.
As ideias políticas de meu pai não eram iguais às minhas, no entanto, a questão moral nos unia. Foi ele quem me ensinou, sem permitir-se ministrar lições, que a objetividade é a da máquina de escrever, hoje diria do computador. Desconfiem do jornalista que a afirma e a toda hora a proclama. Dele pretenda-se a honestidade. Jornalista honesto é aquele que conta os fatos exatamente como os viu, sem omitir aspecto algum indispensável à compreensão da audiência, na fidelidade canina à verdade factual.
Na minha visão, a mídia nativa peca de todos os pontos de vista. Ela não prima na lida com o vernáculo e pelo bom gosto. Leitores, ouvintes, espectadores dotados de espírito crítico sabem disso. Peculiares, digamos assim, são os critérios que orientam a hierarquização das informações e atrabiliários aqueles que ditam as manchetes. Às vezes pergunto aos meus perplexos botões: que farão eles se eclodir a guerra?
Os jornais são feios e mal impressos, do encontro com eles sai-se de mãos sujas. As seções de cultura destinam-se claramente a indigentes, e as colunas sociais, banidas há muitas décadas nos países civilizados, são mantidas para falar daquelas 837 inextinguíveis personagens. Comparada com a mídia de outras nações, a nativa habilita-se a inspirar sentimentos de pena em almas caridosas.
Cabe registrar, porém, algo pior, muito pior. Ao noticiar os fatos da política, ou quaisquer outros relacionados com o jogo do poder, a mídia nativa é profundamente desonesta. Desde sempre, arrisco-me a sustentar. Ou, por outra, omite, inventa, mistifica, mente, tempo adentro, certa de que nada acontece se não for notícia nos seus espaços. E tão segura na crença a ponto de se tornar vítima de si mesma ao enxergar a verdade onde não está e viver uma miragem compartilhada por quantos se abeberam à sua fonte.
O conjunto da obra está longe de ser animador. De todo modo, o assunto da reportagem de capa desta edição, a revelar as parcerias entre a revista Veja e o contraventor Cachoeira, soa-me inédito. Não recordo situação similar na história do jornalismo brasileiro. Não é que o enredo derrube meu queixo. Desta Veja nada justifica espanto, inclusive por ganhar a absoluta primazia no desrespeito à questão moral, antes ainda que ética. Que me lembre, nunca houve órgão midiático, ou jornalista, capaz de chegar tão longe.
Como haverão de reagir os barões e seus sabujos? Quando surgiram os primeiros sinais da relação Veja-Cachoeira, logo anotados por CartaCapital, fomos animadamente criticados, ou ignorados. O que, aliás, faz parte de hábitos e tradições. Sim, o Brasil não é um daqueles países onde, se o tema é importante, e válido porque baseado em fatos reais, contará com o interesse geral independentemente de quem o levantou. A mídia lhe seguirá as pegadas imediatamente.
Exemplo não muito distante, o chamado mensalão mineiro. A respeito, CartaCapital, entre novembro de 2005 e junho de 2006, publicou três reportagens de capa, acolhidas, obviamente, pelo silêncio retumbante da mídia. Diga-se que, em qualquer latitude de nossa política, o esquema de corrupção é sempre o mesmo. Não pretendo esclarecer agora as razões pelas quais aos tucanos tudo se perdoa. Observo apenas que de súbito uma ou outra coluna evoca nestes dias as mazelas cometidas sob a proteção do ex-governador Eduardo Azeredo, com a expressão arguta de quem avisa: depois não digam que não falamos disso…
A desfaçatez da turma não tem limites. E por que não falaram na hora certa? Neste exato instante, não me surpreenderei se o silêncio do abismo se fechar sobre as façanhas murdoquianas de Veja.
Curso de documentários para professores das redes estadual e municipal
Vai iniciar mais um projetinho de extensão em que eu colaboro. Minha expectativa é que as atividades me permitam refletir de forma mais apurada questões relacionadas a educação. Mais especificamente pretendo me aproximar de um entendimento segundo o qual o método é um elemento didático. Tenho lido e ouvido sobre como o ‘processo’ é o tempo mais rico das relações de letramento digital, das experiências de apropriação crítica de tecnologias da informação e comunicação nas quais a subversão de objetos técnicos é o resultado da modulação dos produtos da indústria às necessidades pontuais, efêmeras e/ou contingentes dos indivíduos.
Escrevi algo sobre isso tempos atrás. A origem desse entendimento parce ser Simondon e também Husserl. O trabalho deles aponta para uma compreensão do objeto técnico que não somente supera a âncora de sujeito-objeto, mas que também abandona a visão algo conformista segundo a qual os objetos estão finalizados, acabados. Isso significa dizer que os aparelhos técnicos podem ser vistos em seu processo de individuação, no que são libertos do modelo matérica-forma, o que implica sua separação do modelo de trabalho a eles atribuido pela indústria. A individuação dos objetos técnicos se abre a operações de deformação, a modulações e adaptações em função das necessidades de seus usuários numa zona obscura que se localiza entre a forma e a matéria, entre as essências e as coisas formadas. São zonas intermédias onde habita o objetoi técnico e sua individuação é resultado de um fluxo, de uma itinerância, de uma deambulação nas mãos de quem precisa. Isso é também um método de aprendizado. De alguma forma, está presente na Metareciclagem e nas experiências de ensino-aprendizagem a ela associados.
Pois bem. O projeto de extensão (cujo texto de divulgação está aí embaixo) parece estar de alguma forma relacionado e próximo a esse entendimento dos objetos técnicos e da maneira como podemos nos relacionar com eles pois tem também um entendimento do métodoco como recurso didático que acontece no caminhar, no processo, nas adaptações às necessidades, afetos, singularidades e inspirações de quem tá envolvido. Em didática há um método que vem sendo aplicado que se chama ’sequencias didáticas’, que me parece bem próximo desse ‘processo’ a que me referi acima. Então uma tarefa para os próximos meses é pesquisar essa aproximação e quem sabe fortalecer conceitualmente essa associação.
Curso de documentários para professores das redes estadual e municipal
Estão abertas até o dia 09 de agosto (próxima quinta-feira) as inscrições para a formação do corpo discente do Projeto Didático para a Construção de Documentários, que acontecerá aos sábados pela manhã (08h às 13h), no período entre 11 de agosto e 09 de dezembro, no Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco. O curso terá uma carga horária total de 120 horas (88 horas presenciais e 32 horas à distância) e emitirá certificado pela Pró-reitoria de Extensão da UFPE. Serão oferecidas 45 vagas.
O curso tem como eixo o entendimento de que o gênero ‘documentário’ pode ser um virtuoso facilitador de processos de formação, uma metodologia em si de ensino-aprendizagem, de compreensão e de intervenção na realidade. O objetivo principal, assim, é o desenvolvimento de projetos didáticos voltados à construção de três documentários-pesquisa, cujo intuito é investigar, tendo como pano de fundo o tema das relações étnico-raciais, problemáticas relevantes e de interesse das comunidades em que se localizam as escolas envolvidas no projeto.
Para se inscrever os interessados precisam ser professores da rede pública de ensino (estadual ou municipal) da educação básica. Além disso, devem enviar um e-mail para o endereço cursodocumentario.ufpe@gmail.com contendo as seguintes informações:
NOME COMPLETO:
CPF:
NOME DA ESCOLA E REDE EM QUE ESTA LOTADO(A):
COMPONENTE CURRICULAR EM QUE ATUA:
TELEFONES PARA CONTATO:
E-MAIL:
Além desses dados, o candidato deverá enviar, em anexo no e-mail, uma CARTA DE INTENÇÃO com a seguinte formatação: tamanho máximo de 1 página, escrita em fonte Arial (tamanho 12), com espaçamento entre linhas de 1,5 e formato doc. ou PDF. Nessa carta de intenção o candidato deverá explicitar sua disponibilidade para frequentar o curso e os motivos de interesse que o levou a se candidatar à vaga.
Seleção para projeto de formação de professores no uso de documentários
O Centro de Estudos em Educação e Linguagem do Centro de Educação da Universidade de Pernambuco está com uma chamada aberta para pessoas interessadas em participar do Projeto Didático para Produção de Documentários, projeto de Extensão que trabalhará a formação continuada de professores da rede estadual de ensino no uso da linguagem documentarista em processos de ensino-aprendizagem. Tô colaborando com o pessoal que elaborou o projeto e logo que for possível começo a fazer a documentação disso por aqui.
A seleção é para atuar na equipe de apoio administrativo e apoio técnico. Veja a chamada aqui. São somente duas vagas.
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