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Tropixel Labs - Oficina Baobáxia / Piratebox
A oficina adotou o formato de laboratório aberto focado em redes digitais autônomas ou locais. Vince apresentou o projeto Baobáxia, software livre desenvolvido para conectar pontos e integrar acervos em todo o Brasil - em especial entre quilombos, aldeias, ribeirinhos e outras comunidades tradicionais. Julien Bellanger, além de apresentar o PiNG, demonstrou também a Piratebox - sistema que roda em um roteador portátil de baixo custo.
Os participantes instalaram o sistema Baobáxia em uma Raspberry Pi e exploraram a possibilidade de utilizar da Raspi para enviar os dados coletados pela Estação Meteorológica Modular trabalhada na oficina de Estações Meteorológicas Modulares do dia anterior.
Veja também:
Tags: tropixeltropixel labsoficinaszasfParque Capibaribe
InCorpóreos convida a reconectar o corpo e as emoções
#circuitosescdeartes2015 #inCorpóreos #memelab
Instalação interativa do memeLab leva participante a explorar introspecção ao exteriorizar sutis reações do corpo ao que sentimos e pensamos Comunicação cibernética e inteligência de dados são praticamente sinônimos de nossos tempos. Nunca se trocou tanta informação, com tanta rapidez, com tantos emissores. As distâncias entre as pessoas diminuíram por meio dos cabos de fibra ótica capazes de conectar bilhões pela internet. Mediado por gadgets, fios, redes wi-fi, o ser humano gradativamente prescinde do corpo para levar seus sinais para domínios insondáveis, onde pode encontrar uma ressonância até então inimaginável. Estamos em muitos lugares simultaneamente – e talvez em nenhum deles. Estaríamos nos tornando InCorpóreos? Talvez o papel do corpo esteja entrando em cheque na atual dinâmica da comunicação cibernética – mediada por imagens e textos, que muitas vezes abreviam interpretações, atropelam limitações de idioma e nos quais a subjetividade dos interlocutores é traduzida em ideias. Neste contexto, os sinais e as expressões não-verbais, que vão além do que é possível depreender conscientemente, perdem espaço e o corpo, valorizado em algumas culturas como canal de apreensão do conhecimento intuitivo, se cala na mesma proporção em que se torna incapaz de ouvir. Questionando essa lógica, a instalação InCorpóreos propõe uma conexão entre os participantes por meio dos sinais que seus corpos emanam, justamente trazendo à tona a evidência de que há uma perspectiva subjetiva que tem muito mais a dizer. Utilizando tecnologia de monitoramento biológico como a usada em exames médicos, o projeto busca estimular um processo introspectivo de percepção do corpo como mecanismo complexo de troca de informações e conexões. Ao interagir com a instalação, o participante tem a chance de investigar as interrelações entre o físico e o mental, que foram gradativamente deixadas de lado com a evolução da ciência moderna e da sociedade capitalista. Curiosamente, os aparelhos são aqui utilizados para criar a intimidade de uma conversa, o que fica suprimido quando muitos médicos preferem somente ler sobre seus pacientes em laudos e diagnósticos obtidos a partir dos sinais gravados, em vez de escutar as histórias que seus corpos acumulam. Uma das principais noções que se propõe resgatar, a partir da vivência, é a inteligência do coração. Não metaforicamente ou somente no que se refere às emoções, mas de se perceber o próprio órgão como processador e produtor de informações. Responsável por gerar um campo magnético comparado ao do cérebro, o coração emite e capta ondas responsáveis por antecipar mecanismos de reação do organismo muito antes de que a consciência cognitiva seja capaz de tomar qualquer decisão. Experiências com monitoramento orgânico e biofeedback (sinais fisiológicos captados e amplificados, então convertidos em informação compreensível) mostram que é possível, a partir da tomada de consciência dos fenômenos do corpo, elaborar a auto-regulação. Ao converter e projetar os dados capturados pelas leituras biológicas, InCorpóreos revela um reflexo do sentimento do participante, um espelho materializado das emoções humanas.
A partir disso, a ideia é que os participantes tentem também, conscientemente, manipular e interferir nos dados captados pelos sensores de batimentos cardíacos e ondas mentais. É um mecanismo lúdico de estimular o exercício de concentração e vontade, inspirado nos princípios e práticas de meditação. Isso pode servir para ajudar as pessoas a encontrarem estados de harmonia e viverem melhor, por exemplo =)
II encontro da lingua mãe pataxó(patôxhã)
Aguardamos mais informações sobre o evento no Blog da Aldeia velha pataxó http://aldeiavelha.wordpress.com/
Rede de Afetos Bailux
“Foto de Angelo Pataxó:Pinturas nas varandas de Aldeia Velha Pataxó”
“TECNOLOGIA SÃO PESSOAS”.
Tudo começou com o conceito do software livre http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre e uma reportagem do Antropólogo Hermano Viana ,A Disseminação Silenciosa do Software Livre http://www.dicas-l.com.br/arquivo/a_disseminacao_silenciosa_do_software_livre.php#.U8AUgPFhLKM e a participação ativa na comunidade virtual da metareciclagemhttp://rede.metareciclagem.org/ com a criação do Espóro Metareciclagem Bailux no Arraial d’Ajuda, http://bailux.wordpress.com/ estava dada as condições para as ações Bailux na tecnologia e transformação social.
No inicio foi o aproveitamento de espaços mínimos(puxadinhos)criação de laboratórios com aproveitamento de computadores da baixo rendimento,recombinações de peças,faça voçẽ mesmo,instalação do Linux ,conexão a internet o aprendizado em rede com a potencia das inteligencias coletivas. Neste primeiros três anos o Bailux teve como facilitador o Hacker do vale do silício Jurgen Boltz na formação de replicadores.Em 2009 houve um movimento espontâneo da rede Metareciclagem para escolher o Bailux como a sede do encontro presencial Encontrão Transdimensional http://rede.metareciclagem.org/wiki/Encontr%C3%A3o-Transdimensional-Edital-de-interc%C3%A2mbio-inscri%C3%A7%C3%B5es-individuais.
Este encontro fortaleceu as atividades com a rede local e o surgimento de um primeiro espaço replicador http://casafilhosdoceu.wordpress.com/2010/09/.Ampliando as Redes de afetos,o Bailux foi escolhido pela submidiologia http://bazar21.wordpress.com/2010/03/16/submidialogia-arraial-d-ajuda-de-29-de-abril-a-05-de-maio/ deste encontro foram feitos os primeiros contatos com os pataxó de Aldeia Velha https://bailux.jux.com/1400004 Conectando escola da aldeia,ponto de cultura e o quintal da pajé, atividades estas que mais recentemente levou o Bailux até as varandas da aldeia na casa de Angelo e Arnã http://bailux.wordpress.com/2013/01/07/varanda-cultural-pataxo/ No inicio de 2014 o Bailux reaproxima do facilitador em tecnologias alternativas Jurgen Boltz,agora na prática da permacultura no Instituto Itapeco e colaborador no quintal da pajé.Destas relações surge o encontro de tecnoxamanismo uma rede de varias outras redes que realizam uma convergência no festival realizado no sitio itapeco http://tecnoxamanismo.metareciclagem.org/index.php?title=P%C3%A1gina_principal tendo como articulador entre os diferentes pontos o Bailux https://www.youtube.com/watch?v=l7BtVQfscOQ Com esta experiencia o Bailux e Jurgen Boltz iniciam praticas para implantação de espaços abertos de vivencias e compartilhamento de conhecimento,formando replicadores com as comunidades vizinhas na apropriação da tecnologia digital,tecnologias alternativas,ecologia e permacultura http://bailux.wordpress.com/.Hello world!
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