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Reggaetronic (17/10/09) - São Luís - MA
Vjzando na Reggaetronic. Sem palavras p/ essa gig. E dia 23 mostra de cultura colaborativa. abraços varga P.S.: Eu ligo é muito que vc não me quer. /ficadica ---------------------------------------------------- Mostra de Cultura Colaborativa Data: 23 de outubro de 2009 Equipe: Roosewelt Lins Silva e Bruno Rogens, integrantes do Coletivo Cultura Colaborativa http://culturacolaborativa.org. Local: Auditório Mário Meireles CCH-UFMA Apresentação A mostra cultura livre e práticas colaborativas busca proporcionar um espaço para ampliar as discussões sobre a questão da produção e circulação dos bens culturais na atualidade. Essa discussão é sustentada pelos conceitos da cultura livre, da produção independente e uso de tecnologias colaborativas na criação, licenciamento e circulação de de bens intangíveis oriundos da criatividade coletiva. Desta forma, o evento objetiva realizar o debate sobre a cultura livre e práticas colaborativas, através de intervenções artísticas em espaços públicos utilizando recursos multimídias e ferramentas livres. Neste primeiro momento será realizado a exibição do documentário Good copy bad copy, seguido de debate sobre a indústria do copyright e as práticas de compartilhamento de conteúdos culturais. Após a exibição, será realizada uma instalação multimídia para manipulação em tempo real de áudio e vídeo e painel para criação e exposição de produções artísticas de forma coletiva. Programação 15h: Exibição do documentário Good copy bad copy e debate mediado pelos professores Roosewelt Lins e Bruno Rogens e VJ Varga, auditório A do Centro de ciências humanas 18h: Coquetel com projeção de imagens com o VJ Varga e discotecagem colaborativa da Gambiarr@Coletiva. Entrada franca. Mais informações: http://culturacolaborativa.org. Sobre o documentário Good copy bad copy (Cópia boa cópia ruim) é um documentário de 2007 sobre o estado atual dos direitos autorais e da cultura, foi dirigido por Andreas Johnsen, Ralf Christensen e Henrik Moltke. Aborda a relação entre direitos autorais e cultura no contexto da Internet, do compartilhamento de arquivos peer-to-peer e outros avanços tecnológicos. Debatedores Roosewelt Lins (http://roosewelt.com) é bibliotecário e mestre em Ciências da Computação. Têm experiência em ensino e pesquisa em tecnologias da informação. Foi professor da UFC e trabalhou em projetos ligados a informática educativa, tecnologias colaborativas e bibliotecas comunitárias. Vem incentivando o uso de software livre em bibliotecas desde 2004, através de oficinas, palestras, publicações e implementação de projetos. Atualmente é professor do Departamento de Biblioteconomia da UFMA, integrante do Projeto Software Livre Maranhão e desenvolve projetos voltados a apropriação social de tecnologias livres e práticas culturais em bibliotecas comunitárias. Bruno Rogens (http://mrrogens.blogspot.com) é sociólogo e mestre em Ciências Sociais. Trabalha com ensino e pesquisa no campo da Sociologia da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: Epistemologia das Ciências Humanas, Cultura Popular, Inclusão digital, Propriedade Intelectual e Software Livre. Atuou como professor de sociologia na UFMA e CEFET-MA, é integrante do Projeto Software Livre Maranhão, Membro do Fórum Municipal de Juventudes de São Luís e participante do coletivo Cultura Colaborativa. Atualmente vem trabalhando em projetos que envolvem cultura popular e novas tecnologias digitais. VJ Varga (http://twitter.com/vj_varga) é Designer de Multimídia, formado no curso de Design de Multimídia da Faculdade Senac de Comunicação e Artes de São Paulo — SP. Atua com produção de conteúdos audiovisuais, Desenvolvimento Web. Foi aluno do Coletivo BijaRi na Oficina de VJ's do Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, produziu vídeo cenário para artistas como B-Negão e DJ Patife.E atualmente é VJ residente do #chezmoi e participante da rede metareciclagem.org.
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Projeções no Mangue
Registro da minha apresentação no dia 10/10/09. Luau na Toca do Trovão. Quem foi, sabe como foi bom. Só lembrando da Mostra de Cultura Colaborativa. Abraços varga -------------------------------------------- Mostra de Cultura Colaborativa Data: 23 de outubro de 2009 Equipe: Roosewelt Lins Silva e Bruno Rogens, integrantes do Coletivo Cultura Colaborativa http://culturacolaborativa.org. Local: Auditório Mário Meireles CCH-UFMA Apresentação A mostra cultura livre e práticas colaborativas busca proporcionar um espaço para ampliar as discussões sobre a questão da produção e circulação dos bens culturais na atualidade. Essa discussão é sustentada pelos conceitos da cultura livre, da produção independente e uso de tecnologias colaborativas na criação, licenciamento e circulação de de bens intangíveis oriundos da criatividade coletiva. Desta forma, o evento objetiva realizar o debate sobre a cultura livre e práticas colaborativas, através de intervenções artísticas em espaços públicos utilizando recursos multimídias e ferramentas livres. Neste primeiro momento será realizado a exibição do documentário Good copy bad copy, seguido de debate sobre a indústria do copyright e as práticas de compartilhamento de conteúdos culturais. Após a exibição, será realizada uma instalação multimídia para manipulação em tempo real de áudio e vídeo e painel para criação e exposição de produções artísticas de forma coletiva. Programação 15h: Exibição do documentário Good copy bad copy e debate mediado pelos professores Roosewelt Lins e Bruno Rogens e VJ Varga, auditório A do Centro de ciências humanas 18h: Coquetel com projeção de imagens com o VJ Varga e discotecagem colaborativa da Gambiarr@Coletiva. Entrada franca. Mais informações: http://culturacolaborativa.org. Sobre o documentário Good copy bad copy (Cópia boa cópia ruim) é um documentário de 2007 sobre o estado atual dos direitos autorais e da cultura, foi dirigido por Andreas Johnsen, Ralf Christensen e Henrik Moltke. Aborda a relação entre direitos autorais e cultura no contexto da Internet, do compartilhamento de arquivos peer-to-peer e outros avanços tecnológicos. Debatedores Roosewelt Lins (http://roosewelt.com) é bibliotecário e mestre em Ciências da Computação. Têm experiência em ensino e pesquisa em tecnologias da informação. Foi professor da UFC e trabalhou em projetos ligados a informática educativa, tecnologias colaborativas e bibliotecas comunitárias. Vem incentivando o uso de software livre em bibliotecas desde 2004, através de oficinas, palestras, publicações e implementação de projetos. Atualmente é professor do Departamento de Biblioteconomia da UFMA, integrante do Projeto Software Livre Maranhão e desenvolve projetos voltados a apropriação social de tecnologias livres e práticas culturais em bibliotecas comunitárias. Bruno Rogens (http://mrrogens.blogspot.com) é sociólogo e mestre em Ciências Sociais. Trabalha com ensino e pesquisa no campo da Sociologia da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: Epistemologia das Ciências Humanas, Cultura Popular, Inclusão digital, Propriedade Intelectual e Software Livre. Atuou como professor de sociologia na UFMA e CEFET-MA, é integrante do Projeto Software Livre Maranhão, Membro do Fórum Municipal de Juventudes de São Luís e participante do coletivo Cultura Colaborativa. Atualmente vem trabalhando em projetos que envolvem cultura popular e novas tecnologias digitais. VJ Varga (http://twitter.com/vj_varga) é Designer de Multimídia, formado no curso de Design de Multimídia da Faculdade Senac de Comunicação e Artes de São Paulo — SP. Atua com produção de conteúdos audiovisuais, Desenvolvimento Web. Foi aluno do Coletivo BijaRi na Oficina de VJ's do Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, produziu vídeo cenário para artistas como B-Negão e DJ Patife.E atualmente é VJ residente do #chezmoi e participante da rede metareciclagem.org.
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Mostra de Cultura Colaborativa.
Data: 23 de outubro de 2009 Equipe: Roosewelt Lins Silva e Bruno Rogens, integrantes do Coletivo Cultura Colaborativa http://culturacolaborativa.org. Local: Auditório Mário Meireles CCH-UFMA Apresentação A mostra cultura livre e práticas colaborativas busca proporcionar um espaço para ampliar as discussões sobre a questão da produção e circulação dos bens culturais na atualidade. Essa discussão é sustentada pelos conceitos da cultura livre, da produção independente e uso de tecnologias colaborativas na criação, licenciamento e circulação de de bens intangíveis oriundos da criatividade coletiva. Desta forma, o evento objetiva realizar o debate sobre a cultura livre e práticas colaborativas, através de intervenções artísticas em espaços públicos utilizando recursos multimídias e ferramentas livres. Neste primeiro momento será realizado a exibição do documentário Good copy bad copy, seguido de debate sobre a indústria do copyright e as práticas de compartilhamento de conteúdos culturais. Após a exibição, será realizada uma instalação multimídia para manipulação em tempo real de áudio e vídeo e painel para criação e exposição de produções artísticas de forma coletiva. Programação 15h: Exibição do documentário Good copy bad copy e debate mediado pelos professores Roosewelt Lins e Bruno Rogens e VJ Varga, auditório A do Centro de ciências humanas 18h: Coquetel com projeção de imagens com o VJ Varga e discotecagem colaborativa da Gambiarr@Coletiva. Entrada franca. Mais informações: http://culturacolaborativa.org. Sobre o documentário Good copy bad copy (Cópia boa cópia ruim) é um documentário de 2007 sobre o estado atual dos direitos autorais e da cultura, foi dirigido por Andreas Johnsen, Ralf Christensen e Henrik Moltke. Aborda a relação entre direitos autorais e cultura no contexto da Internet, do compartilhamento de arquivos peer-to-peer e outros avanços tecnológicos. Debatedores Roosewelt Lins (http://roosewelt.com) é bibliotecário e mestre em Ciências da Computação. Têm experiência em ensino e pesquisa em tecnologias da informação. Foi professor da UFC e trabalhou em projetos ligados a informática educativa, tecnologias colaborativas e bibliotecas comunitárias. Vem incentivando o uso de software livre em bibliotecas desde 2004, através de oficinas, palestras, publicações e implementação de projetos. Atualmente é professor do Departamento de Biblioteconomia da UFMA, integrante do Projeto Software Livre Maranhão e desenvolve projetos voltados a apropriação social de tecnologias livres e práticas culturais em bibliotecas comunitárias. Bruno Rogens (http://mrrogens.blogspot.com) é sociólogo e mestre em Ciências Sociais. Trabalha com ensino e pesquisa no campo da Sociologia da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: Epistemologia das Ciências Humanas, Cultura Popular, Inclusão digital, Propriedade Intelectual e Software Livre. Atuou como professor de sociologia na UFMA e CEFET-MA, é integrante do Projeto Software Livre Maranhão, Membro do Fórum Municipal de Juventudes de São Luís e participante do coletivo Cultura Colaborativa. Atualmente vem trabalhando em projetos que envolvem cultura popular e novas tecnologias digitais. VJ Varga (http://twitter.com/vj_varga) é Designer de Multimídia, formado no curso de Design de Multimídia da Faculdade Senac de Comunicação e Artes de São Paulo — SP. Atua com produção de conteúdos audiovisuais, Desenvolvimento Web. Foi aluno do Coletivo BijaRi na Oficina de VJ's do Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, produziu vídeo cenário para artistas como B-Negão e DJ Patife.E atualmente é VJ residente do #chezmoi e participante da rede metareciclagem.org.
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Inauguração da Sede da Ong Ceara em Foco Antenas e Raizes
Acontecerá nos dias 13,14 e 15 de Novembro em grande estilo a inauguração oficial da casa de cultura livre da Ceará em foco Antenas e Raízes. a programação do Mega evento que coincidirar com a implementação do projeto mídias digitais será disponibilizada em breve pela página http://cearaemfoco.org.br
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Começando uma nova História...
Arrien — O Princípio de Abandonar e Ir Adiante. Liberação/Alienação. O Libertador, Eliminador, Expansor. Cortar até os ossos, até o centro, para liberar o novo em um renascimento. Cowie — Renascimento a Partir de Velhas Condições. Afastar-se de condições que causam dor e sofrimento. Crowley — Escorpião. Non. O Universo é Mudança; cada Mudança é o efeito de um Ato de Amor: todos os Atos de Amor contém Pura Alegria. Morra Diariamente. A Morte é o ápice de uma curva da Vida da víbora: enfrentar todos os opostos como complementos necessários, e regozijar-se. Eakins — Estar envolvido em uma transformação maior, uma das maiores já vistas. Você deverá enfrentar essa mudança sozinho e renascerá no novo, mas primeiro seus medos mais obscuros precisam ser confrontados. A hora mais escura logo antes do amanhecer. Fairfield — Experimentar mudança total, transformação, ou metamorfose. As pressões na situação atual estão se tornando tão fortes que você está de fato escolhendo mudar as coisas. Destruir o velho para gerar algo novo, chegando ao cerne do problema e transformando-o totalmente. Virar a situação antiga do avesso. Greer — Princípio da Realização do Poder da Vida. Força vital. Liberação de formas superadas ou obsoletas. Destruição e renovação, imortalidade e regeneração — eliminar qualquer coisa restritiva ou que não seja mais útil. Desistir de sua sensação de eu em prol de um sentimento de fusão com outro ou com o cosmo. Podar e adubar. Noble — Abandonar. Mudança. Quase nunca significa morte física, mas alguma experiência de morte e renascimento. A mudança é essencial e final, e o renascimento já está acontecendo. Pollack — Um tempo de mudança. Com freqüência indica um medo de mudança. Uma limpeza de velhos hábitos e da rigidez para permitir o surgimento de uma nova vida. Lidar com a questão da morte em sua vida. Ou estar com medo de morrer ou ficar paralisado em velhos hábitos. Sharman-Burke — Anuncia o fim inevitável de algo, mas com a promessa de um novo começo. A dor sofrida sob o efeito da Morte está relacionada com a vontade ou com a falta de vontade do buscador para se render à inevitabilidade da mudança. Stewart — Inicialmente uma mudança para melhor. Com freqüência, mudanças que surgem de profundos impulsos interiores ou espirituais, provocando a dissolução da forma ou dos padrões exteriores na vida pessoal, portanto, podem ser áreas de tensão pessoal e conflito interior com possibilidade de resolução apenas por meio da mudança verdadeira. Waite — O trânsito natural do homem para o próximo estágio de seu ser. A ascensão do espírito nas esferas divinas. Criação e destruição, movimento perpétuo, renascimento, destino, renovação. Walker — Semelhante à danse macabre do Ceifador Macabro. Um xamã teutônico que foi autorizado a visitar a deusa anciã, Hilde ou Hei, em seu submundo. Os primeiros usuários da ceifa do Ceifador podem ter sido os Scythians, um povo amazônico matriarcal. A Mãe Hel foi chamada de Scatha pelos irlandeses e Skadi, ou Skathi, pelos viquingues. Wanless — Lei da Inconstância. A dissolução da obstrução, uma libertação, a quebra de bloqueios e constrições que está representada pelo Enforcado. Tudo deve ter um fim, mas como a serpente que troca de pele, a morte é uma transformação que dá vida e que significa um descarte do velho para que aconteça o renascimento. Wirth — O que "é" muda seu aspecto mas nunca é destruído. Tudo persiste sendo mudado indefinidamente pela ação do grande transformador a quem os seres individuais devem sua origem. Ao decompor formas que se desgastaram e não são mais capazes de realizar o trabalho parao qual foram destinadas, a Morte intervém como um rejuvenescedor para libertar as energias e iniciar novas combinações de vida. Devemos nossa existência transitória àquilo que chamamos Morte. Ela nos permite nascer e leva ao renascimento. Riley — Abandonar. Um tempo em que a percepção de uma coisa é perdida e outra é obtida. Não há criação ou destruição — apenas movimento, ou mudança. Uma mudança de forma pela qual uma confiança na consciência humana é reduzida, e a confiança na consciência espiritual aumenta. ------------------------------------ Trilha sonora: Gnidjougouya - Amadou et Mariam ------------------------------------ Abraços varga
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Novela Michelle
Quando eu voltei p/ São Luís procurei a Michelle para conversar, afinal estava 1 ano e 4 meses longe da ilha e gostaria muito de revê-la. Mas quem disse que ela quis conversar. O seu orgulho e infantilidade não permitiram que ela conversasse comigo. Ela tá sempre fugindo dos problemas dela e se fazendo de vitima. Ela tá todo tempo mentindo p/ si mesmo e tentando jogar a culpa dos seus erros nos outros. É muito mais fácil e comodo dizer que o outro é que está errado. Sei que ela não tem coragem de olhar nos meus olhos por causa da vergonha de ter q assumir que errou e que mentiu. E como ela é uma fraca, simplesmente foge. Quero deixar claro que não quero conversar c/ ela p/ tentar voltar a ter um relacionamento com ela. Quero simplesmente botar um fim as brigas e entender algumas coisas que para mim não fazem sentindo. Ela não tem nada haver comigo. Ela é fraca, mente pequena, não luta pelos seus sonhos e nem amores, tá sempre fazendo oq os outros esperam que ela faça. Ela prefere ter uma vida mediocre, um namorado mediocre simplesmente pq quando aparece um obstaculo na vida dela, ela foge. Ela é burra e paranoica. Burra emocionamente e intelectualmente. Ela escreve com vocabulos arcaicos para demonstrar que é inteligente, mas só demonstrar ignorancia em seus textos. Não são as palavaras que vc usa, mas sim as suas ideias e atitudes que fazem uma pessoa inteligente. Ela é cheia de preconceitos e não é livre. Ela não faz a menor ideia do que é ser livre. Vou ficar muito feliz no dia que ver ela livre realmente. Eu tô falando tudo isso pq eu realmente gosto dela e espero que se ela deixar de ser infantil possamos voltar a ser amigos. Mas infelizmente como namorados não tem mais volta. Ela é extremamente ciumenta. Acabou me afastando de todos meus amigos. Eu sei que tb tenho culpa pq fiz todas as vontades dela e acabei deixando de ser eu em nome do amor que eu sentia por ela. Mas a gente aprende c/ os erros e tem a humildade de pedir desculpas. A vida não teria a menor graça se a gente não errasse. Bom, C'est la vie. Vivendo e aprendendo. abraços varga
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vermelho medula && deep blue :(){ :|:& };:
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És tão técnico(a)
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Canetas derrubam muros
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A confusão das línguas não deixa margem para o rio das dúvidas banhar a ouro e verde as esperanças de todos nós
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faltam bases
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Dados Cru(do)s a Coze(i)r :::::: TUMBALALÁ ::::::: (ou a aldeia que nunca foi aldeia e que é muito mais que aldeia) ::::::: DESAFIATLux TUMBALALÁ
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root@μάθημα:~#./raizes
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semi corpos
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Metareciclagem - encontro IRC 08/05/06
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Piano Cerebral
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WildType BacterioPoetics:
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